Estudo nº 05 – O exemplo apostólico (I Tess. 2:1-12) Semana de 28 de julho a 4 de agosto

Licao da Escola SabatinaEstudo nº 05 –  O exemplo apostólico (I Tess. 2:1-12) Semana de   28 de julho a 4 de agosto

Verso para memorizar: “Visto que fomos aprovados por DEUS, a ponto de nos confiar Ele o evangelho, assim falamos, não para que agrademos a homens, e sim, a DEUS, que prova o nosso coração” (I Tess. 2:4).

Introdução de sábado à tarde

A recomendação é que os membros da igreja se espelhem em CRISTO. É o mais prudente. No entanto, na prática sabemos que as pessoas olham para os seus líderes. Por isso, esses líderes têm responsabilidade de servirem de exemplo.

Para todos aqueles que têm algum poder na formação de opiniões, a orientação de Paulo é sábia: antes agradar a DEUS que aos homens. Ou seja, agradando a DEUS por certo desagradará a muitos homens; contudo, esses também não aprovariam JESUS, se estivesse aqui, como um homem, entre nós. O verdadeiro líder procura influenciar segundo os critérios de DEUS, jamais segundo o que é mais popular. Essas lições, muitas vezes um tanto duras, têm provocado reclamações por parte de algumas pessoas; porém, não abrimos mão de seguir as recomendações daquilo que está escrito, em primeiro lugar na Bíblia, e em segundo, nos livros do Espírito de Profecia. Paulo se desdobrou para alcançar pessoas, mudou de estratégia e se adaptou, porém, o que ele não fez, jamais, foi abrir mão de seus princípios cristãos. Diferente de muitos hoje, em nossa igreja, ele jamais compactuou com alguma coisa repreensível do mundo para converter alguém.

E o que é ser agradável a DEUS? É isso que estudaremos nessa semana.

 

  1. 1.      Primeiro dia: Ousadia no sofrimento (I Tess 2:1-2)

Paulo e Silas foram maltratados, primeiro em Filipos e depois em Tessalônica. Sofreram muito na primeira cidade, e iriam sofrer na outra. A lógica humana era de desistir, para não correrem os mesmos riscos, ou coisa pior. Mas eles foram ousados.

Há dois tipos de pessoas ousadas: as fanáticas e as convictas. E é fácil distinguir uma da outra. As fanáticas têm um pensamento vindo de dentro; o convicto tem fundamentação sólida. Paulo e Silas eram ousados porque tinha a convicção de cima, do poder de DEUS.

Diante do mal que sofreram em Filipos, poderiam ter tido três atitudes diferentes: 1ª) desistir; 2ª) falar sem convicção, ou seja, só superficialmente; 3ª) continuar ousados mesmo assim.

Em Filipos foram maltratados, porém, lá ficaram novos conversos bem firmes na fé. Esses continuaram o trabalho, apesar de tudo. Não era só oposição, também havia adeptos, e essa era uma das fortes motivações de continuarem ousados. No final da história, quando se fechar a porta da graça, então sim, é tempo de se parar de pregar. Até esse dia, a pregação terá que ser cada vez mais ousada. Nesses últimos dias a ousadia será tão forte que se chama “Alto Clamor”: divulgação da mensagem com impressionante poder do ESPÍRITO SANTO, por pessoas realmente convictas do que estão fazendo. Elas, como Paulo e Silas, sabem que estão realizando um trabalho vital com repercussões eternas.

Conforme a lição, hoje muito bem elaborada, a ousadia dos discípulos resultou em efeito positivo nos ouvintes. Eles também puderam discernir entre o pregador convicto e o fanático, bem como do superficial. Perceberam que se tratava de uma mensagem sólida, importante, e na qual se poderia crer. Por isso aceitaram, e esse era também o motivo porque Paulo e os demais pregadores se sujeitavam a serem maltratados. A lógica aqui é a seguinte: como estamos em guerra espiritual, todo aquele que se dispuser a ensinar sobre a verdade em relação à vida e ao futuro, este sofrerá oposição nesse planeta. Portanto, desconfie daqueles que pregam dizendo ser a verdade, mas não são perseguidos, ou cuja mensagem não sofre oposição. A mensagem das Bíblia sempre teve fortes inimigos ao longo dos séculos. E será muito intensa a oposição no final de nossa missão. Outra vez, muitos ficarão curiosos porque pessoas boas, de bom testemunho estão sendo perseguidos, e se sentirão atraídos pelo que essas pessoas ensinam.

 

  1. 2.      Segunda: O caráter dos apóstolos (I Tess 2:3)

“O caráter formado pela circunstância é volúvel e discordante – um conjunto de contrariedades. Seus possuidores não têm alvo elevado, nem propósito na vida. Não exercem influência enobrecedora sobre o caráter de outros. São destituídos de propósito e de poder” (MCP, 548). O que distingue o povo santo, os pregadores verdadeiros, os autênticos seguidores de JESUS é o seu caráter.

Há três centros de inteligência na mente humana. Há a inteligência racional, que funciona na base do conhecimento científico, ou profissional (as coisas que temos que saber para o nosso trabalho de ganhar a vida). Há a inteligência emocional, que é a capacidade rara de administrar as emoções diante dos desafios diários. E há a sabedoria, que funciona com base nos princípios de caráter. Esta inteligência serve para guiar as outras duas, e sempre está direcionada ao bem das pessoas. Aproveitamos para dizer que, em lugar da sabedoria, as pessoas do mundo cada vez mais desenvolvem a astúcia, que é um conjunto de interesses voltados para o bem próprio ou dos amigos, que participam do mesmo esquema.

Os apóstolos, naqueles dias, eram motivados pela sabedoria embasada em princípios cujo princípio mais elevado é o amor. Nesses casos, domina o desejo de fazer o bem ao próximo, de ser honesto e verdadeiro, de não enganar e é muito maior a propensão em servir do que ser servido. Essa é a mente de JESUS, aliás, assim são as mentes dos seres não caídos. E assim era a mente de Paulo e Silas.

A mente humana funciona assim: ela pensa de acordo com princípios e valores que policiam o raciocínio. Se esses princípios são alicerçados no amor, que é o princípio geral para tudo na vida, então essa mente só valorizará o que for favorável a todos, verdadeiro e coerente com o amor. Mas se uma mente, em lugar do princípio geral do amor se tornar dependente do interesse geral da ganância, então a tal mente trabalhará por interesse próprio, incluindo só as pessoas que fazem parte de seu seleto grupo. Os demais servirão para serem exploradas, enganadas e aviltadas, em benefício daquele grupo.

Assim trabalhavam os filósofos da época, embora nem todos, e assim trabalham os empresários de hoje, embora nem todos. O mundo atualmente está caminhando cada vez mais em direção da disputa de interesses próprios. Basta ver o que acontece no legislativo do Brasil, e basta ver o resultado disso: o país inteiro torna-se cada vez mais corrupto e violento, cada um (com raras exceções) brigando para ter mais.

O evangelho não pode ser pregado assim. Nenhuma disputa deve haver na pregação do evangelho, nem mesmo pelo alcance de alvos de batismo, quando há orgulho da parte de quem alcançou sobre quem não alcançou (isso existe).

É como diz Paulo, em outras palavras: ‘trabalho para agradar somente a DEUS, não aos homens.’ Ou seja, trabalhando conforme DEUS orienta, agradando-O, é evidente, irá agradar a todos os homens que têm o mesmo modo de pensar, que agem com sabedoria, mas desagradará aqueles que agem por astúcia.

 

  1. 3.      Terça: Agradar a DEUS (I Tess 2:4-6)

A lição de hoje está muito bem escrita. O autor foi feliz em expor o tema de modo objetivo e profundo. E o assunto é de vital importância; enfim, sobre agradar a DEUS.

Podemos tentar agradar a DEUS, a nós mesmos, ou aos homens. Geralmente o agradar a nós mesmos está aliado com agradar aos homens. O apelo da mídia hoje é esse tipo de agrado. Mas Paulo fala em agradar somente a DEUS.

E qual seria a razão? O assunto pode ser um tanto complexo, porém, é bem fácil explicar porque agradar somente a DEUS. Sendo Ele amor, está o tempo todo propenso a somente fazer o bem aos seres humanos. Ele nunca tem um pensamento sequer de nos prejudicar. É o que Ele diz em Jeremias 29:11 “Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que desejais.”

Então, porque DEUS castiga? Porque O desagradamos, ou seja, porque nossa conduta é prejudicial a nós mesmos. Por exemplo, se descuidamos de nosso corpo, isso criará problemas futuros, e DEUS não fica indiferente, Ele fica triste, ou, Se desagrada com tal procedimento.

Resumindo, ao agradarmos a DEUS, quem se beneficia com isso somos nós mesmos, uma vez que da parte de DEUS somente virão coisas boas. Por essa via não perdemos liberdade, pelo contrário, ganhamos liberdade. Ou por ventura é livre quem está com sua vida cheia de problemas e restrições por ter vivido dissolutamente?

“Mas, minha querida irmã, estamos nos aproximando do fim do tempo, e o que precisamos agora é não nos ajustarmos aos gostos e práticas do mundo, mas à mente de Deus; é ver o que dizem as Escrituras, e então andar segundo a luz que Deus nos deu. Nossas inclinações, nossos costumes e práticas não devem ter a preferência. A Palavra de Deus é nossa norma. (Conselhos Sobre Educação, 110)

“Caso nos vestíssemos com trajes simples, modestos, sem atenção pelas modas; caso nossa mesa fosse em todo tempo provida com alimento simples e saudável, evitando-se todos os luxos, toda extravagância; caso construíssemos nossa casa com apropriada singeleza, e da mesma maneira fosse ela mobiliada, isto mostraria o santificante poder da verdade e exerceria notável influência sobre os incrédulos. Mas enquanto nos conformamos com os mundanos nestas coisas, parece que procurando às vezes até excedê-los em fantasiosos arranjos, a pregação da verdade não terá senão pouco ou nenhum efeito. Quem acreditará na solene verdade para este tempo, quando os que já professam nela crer contradizem pelas obras sua fé? Não foi Deus que nos fechou as janelas do Céu, mas nossa própria conformidade com os costumes e práticas do mundo. (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, 90)

 

  1. 4.      Quarta: Afeição profunda (I Tess 2:7, 8)

Ontem estudamos sobre a principal motivação de Paulo, para trabalhar arduamente, de cidade em cidade, em favor da vida eterna das pessoas. A principal motivação é agradar a DEUS. Em síntese, isso significa realizar uma obra que tem a ver com a recriação do ser humano, que faz parte da salvação da vida das pessoas para a vida eterna. E também tem a ver com fazer a vontade de alguém que ao mesmo tempo é o Todo Poderoso como é o Todo Amor, portanto, quer o bem de Suas criaturas, e tem capacidade de prover o que quer. DEUS é um ser incrível, Ele só pensa no que é bom, pela felicidade nossa, e é infinitamente capaz para realizar o que pensa. Portanto, fazer a vontade dEle só nos traz vantagens.

Hoje estudaremos uma segunda motivação para o trabalho evangelístico, que geralmente enfrenta forte oposição. É a mesma motivação que levou JESUS à cruz: é o amor pelas pessoas. Assim se completa a motivação: fazer a vontade de DEUS é agir pela salvação das pessoas, o que só se pode fazer por amor. Sem amor, há muito mais coisas a fazer, que dão lucro mais rapidamente, e causam uma satisfação secular no tempo presente, mas que evidentemente não são tão dignas quanto salvar vidas, e que não tem repercussão eterna. Portanto, quem é inteligente, abre mão do presente, e de seus benefícios, para se dedicar ao que é eterno, e infinitamente mais abundante e prazeroso.

Paulo, pelo seu modo de ser, amar as pessoas, era geralmente bem recebido, com algumas exceções, como foi em Atenas. Entre Paulo e as pessoas que ele beneficiava com seus ensinamentos formava-se uma identidade com afetividade. Isso acontece quando o amor é correspondido. E nesses casos, o apego entre as pessoas só tende a aumentar. É assim que o amor funciona, ou seja, pessoas que se amam tendem a terem sentimentos bons uns com as outras, cada vez mais intensos. Apegam-se cada vez mais. Assim o amor se fortalece, e a vida fica cada vez melhor. Sabem disso os casais que se uniram há algumas décadas e que se amam. Não se separam porque o amor já se desenvolveu tanto, que a vida é muito boa, e sabem que será cada vez melhor. Foi isso que aconteceu entre Paulo e os membros das igrejas por onde passava. Aliás, na Nova Terra essa experiência se repetirá. Portanto, tente imaginar como será a felicidade lá, após um convívio de um milhão de anos! É evidente que isso é inimaginável, como diz a Bíblia em I Cor. 2:9.

E esse é o sistema de DEUS. É um sistema poderoso, que tem por base a humildade, pelo que todos devem estar sempre dispostos a servir aos outros. Só nessa base o amor funciona. Havendo um mínimo de orgulho, por exemplo, já não há mais condições plenas para o amor funcionar, e o prejuízo é impressionante. Se ainda houver desejo de poder, de supremacia, não haverá mais condição alguma do amor manifestar-se.

Em nossos dias, as nossas igrejas ainda têm muito a aprender, e a modificar, para que haja condições da plena manifestação do amor. Ou seja, teremos que subir muito em busca de humildade, assim como fizeram os discípulos naqueles dez dias que sucederam a assunção de JESUS, e que precederam o Pentecostes com sua chuva temporã. Antes de recebermos em grande intensidade a chuva serôdia, outra vez na igreja haverá um forte reavivamento (que já se iniciou) e uma movimentação em direção a uma atitude humilde, condição para que o amor se desenvolva entre os servos de DEUS.

Por fim, atente bem para o que escrevemos a seguir: o amor não pode se formar numa pessoa que não se relaciona com ninguém. Para que haja amor, é necessário que pelo menos duas pessoas se unam. Se houver colaboração humilde entre mais pessoas, mais o amor crescerá. Tente então imaginar, por exemplo, 190 milhões de pessoas, isto é, a população do Brasil, todas unidas pelo amor. Hoje impossível imaginar como isso seria bom.

 

  1. 5.      Quinta: Para não ser um fardo (I Tess 2:9-12)

Naqueles tempos iniciais do cristianismo não havia uma estrutura de financiamento para os evangelistas. Eles viviam de donativos oferecidos por pessoas piedosas, felizes pelo que aprenderam. Havia comunidades não tão prósperas para darem bons donativos. Muitos pregadores por vezes viviam com poucos recursos. Paulo também recebia esses donativos, mas ele era um homem interessante. Em Corinto, encontrando uma família de mesma profissão, Priscila e Áquila, uniu-se a eles e resolveu trabalhar pelo seu sustento. “E, posto que eram do mesmo ofício, passou a morar com eles e ali trabalhava, pois a profissão deles era fazer tendas” (Atos 18:03). Ficou em Corinto por uns 18 meses, pregando e fabricando tendas, conseguindo um certo capital para continuar na pregação e para seus dias finais. Ele viveria ainda por 15 anos. Possuía uma profissão bem rentável, fabricador de tendas. Isso não era fácil de fazer, dependia de bons panos e de uma estrutura bem planejada e forte. Devia ser desmontável; eram parecidas com as dos ciganos de nossos dias. Tendas eram muito utilizadas naqueles tempos, principalmente por negociantes nômades, pastores de animais, famílias ou tribos que não se fixavam e por exércitos, em especial, as tendas dos comandantes e líderes dos altos postos. Havia demanda por tendas, o que se fabricasse, vendia. E naqueles tempos ainda não havia surgido a ideia da divisão do trabalho, que é recente. Portanto, a fabricação de uma tenda envolvia praticamente todo o processo, desde a fabricação do pano e pelos de cabrito e a preparação do couro, para a cobertura e tiras, até a derrubada de árvores para o preparo do madeiramento, as tiras de fixação, espeques, e tudo o mais que vai dentro da tenda. Tratava-se de uma atividade rentável. Paulo decidiu trabalhar pelo seu sustento para não necessitar dos donativos dos irmãos, que não eram muitos. Assim foi em Corinto e em Tessalônica. “Nem jamais comemos pão à custa de outrem; pelo contrário, em labor e fadiga, de noite e de dia, trabalhamos, a fim de não sermos pesados a nenhum de vós” (2 Tes. 3:08).

Paulo amava aqueles membros de Tessalônica. Ele dedicou-se a eles como sendo seus filhos. Ele os conquistou para si, pelo que eles o seguiram, observando o seu exemplo de vida. É disso que necessitamos hoje, em nossas igrejas: menos ênfase em burocracia, mais ênfase em relacionamento.

 

  1. 6.      Aplicação do estudo Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

Faremos agora, com base na lição de hoje, no seu primeiro parágrafo, uma afirmação radical: uma pessoa pode ter no Céu uma constelação de estrelas em sua coroa, se ela não conquistou essas pessoas para o reino de DEUS para agradar a DEUS e por amor, mas por qualquer outro motivo, essas pessoas estarão salvas, mas quem as trouxe para a salvação, não usará a sua coroa porque não estará lá. É evidente que pessoas serão salvas por outras que se perderão. Não há nada de estranho nisso.

Isso está a nos dizer que devemos ser humildes para agir por amor, e assim agradar a DEUS, e nunca aos nossos desejos. Aliás, até podemos agradar aos nossos desejos, se eles forem tais como os de DEUS. Mas, como somos pecadores, isso é uma improbabilidade. O problema aqui na Terra, enquanto não formos transformados, é que os nossos desejos e inclinações são problemáticos para nós mesmos. Um pecador, mesmo sem querer, é um grande traidor de si mesmo. Muitas vezes não percebe que a vida é assim, nem mesmo quando, por causa da vida desregrada, estiver à espera da morte, num leito de onde sairá para a pequena casa que só podem abrir por fora. Ele e seus amigos estarão convencidos de que ele aproveitou bem a vida, fez o que gostava. Já vi muito disso na morte de artistas e celebridades.

Mas a lição traz outro ponto interessante, já visto no estudo de ontem. É o caso de Paulo ter trabalhado pelo seu sustento, fabricando tendas. Que lições podemos aprender disso?

A primeira é uma opinião pessoal. Creio que os nossos pastores deviam ter uma segunda profissão. Certamente não para depender dela, pois hoje a situação da obra é bem diferente. Mas, uma pessoa que tem tal possibilidade certamente teria mais liberdade para ser autêntico e não temer ameaças de ser transferido como castigo, por um chamado que não é de DEUS. Vejo os pastores distritais muito presos à vontade de presidentes e departamentais que dominam sobre eles, que devem submeter-se à vontade de outro homem, muitas vezes conflitante com a vontade de DEUS. Além disso, uma mente capacitada em outra atividade tem visão bem mais ampla sobre todas as coisas, e no caso particular, poderá mais facilmente entender as lutas dos membros, que geralmente dependem bem mais de seus empregos, cujos patrões muitas vezes não aceitam sua opção religiosa, e outros problemas. JESUS também trabalhou como carpinteiro, antes de ser Salvador, e Ele fez isso para, como ser humano que se havia tornado, entender melhor a quem viera salvar.

Outra lição que podemos tirar do trabalho secular de Paulo, é que ele eera um profissional de primeira categoria. Ou seja, tudo ele fazia bem feito, seja na pregação, seja no ensino, seja na fabricação de tendas. Isso quer nos dizer que, sendo adventistas, temos que ser os melhores em tudo, assim na igreja, no lar e na atividade profissional. Temos que dar um testemunho coerente.

Também podemos aprender que como povo de DEUS, sendo lícito segundo os nossos princípios, podemos nos envolver com atividades altamente rentáveis, e podemos enriquecer. O que não devemos é, depois de ter patrimônio, esquecer de quem veio. Paulo não enriqueceu, porque dedicava ao fabrico pouco tempo. Era só para se sustentar, ganhar um dinheiro, e depois gastar na pregação. E assim ele também proveu para seus dias de velhice. Ou seja, ele foi previdente, sem exagerar na capitalização.

Essa lição foi muito prática. Podemos, por ela, obter conhecimentos importantes para a vida profissional, de pregação do evangelho, na vida com os amigos quanto ao relacionamento, e principalmente como deve ser nossa relação com DEUS. Em suma, fazer tudo com amor, com muito capricho, agradando a DEUS e pelo bem de nossos semelhantes.

 

Assista o comentário clicando aqui.

O comentário em vídeo tem ênfase evangelística.

Talvez necessite segurar control mais um clike sobre o link.

 

escrito entre  20 e 26/06/2012

revisado em  03/07/2012

corrigido por Jair Bezerra

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristovoltara.com.br marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil