Estudo nº 06 – Amigos para sempre (I Tess. 2:13-3:13) Semana de 4 a 11 de agosto

Licao da Escola SabatinaEstudo nº 06 –  Amigos para sempre (I Tess. 2:13-3:13) Semana de   4 a 11 de agosto

Verso para memorizar:Que seja o vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso DEUS e Pai, na vinda de nosso Senhor JESUS, com todos os Seus santos” (I Tess. 3:13).

Introdução de sábado à tarde

Estabeleceu-se um vínculo de amizade entre Paulo e os membros da igreja de Tessalônica, além daquela que caracteriza bons amigos. Era uma amizade de comprometimento, do tipo que leva alguém a se sacrificar pelo amigo. Os tessalonicenses, de tanto que amavam Paulo, ao natural, passaram a imitá-lo, e ele passou a viver com os pensamentos ligados àquelas pessoas. Ao enfrentarem dificuldades, ao serem perseguidos, ou ameaçados, Paulo procurava orientar para que não se desligassem da fé e de DEUS. Uma amizade pode muito mais que a mera normalidade.

Há uma fábula que pode ajudar a explicar os bons efeitos de uma amizade.

Conta-se o caso de um empregado em um frigorífico da Noruega. Certo dia ao término do trabalho, ele foi inspecionar a câmara frigorífica. Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da câmara. Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu. Todos já haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo. Já estava quase cinco horas preso, debilitado, com a temperatura insuportável. De repente a porta se abriu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida.

Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia: Porque foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho? Ele explicou: Trabalho nesta empresa há 35 anos. Centenas de empregados entram e saem aqui todos os dias e você é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair.

Hoje pela manhã você disse “Bom dia” quando chegou. Entretanto não se despediu de mim na hora da saída. Imaginei que poderia ter-lhe acontecido algo. Por isso lhe procurei e lhe encontrei…

Assim era Paulo, sempre interessado em saber do que necessitavam as pessoas que ele trouxe para junto de JESUS.

 

  1. 1.      Primeiro dia: O exemplo da Judeia (I Tess. 2:13 a 16)

Muitíssimo interessante a lição de hoje. É preciso deter-se sobre o assunto com atenção, para evitar graves injustiças, e para entender melhor os nossos dias, inclusive entender melhor a Igreja Adventista do Sétimo Dia. O que aconteceu com os judeus se repetirá.

O povo de DEUS nesse mundo, sempre foi e sempre será perseguido, pelo fato de que isto aqui é uma guerra de natureza espiritual. E é dentro do povo de DEUS que se levantam os piores inimigos. Da família de Adão se levantou Caim e matou Abel. Da família de Abraão se levantou Ismael contra Isaque. Da família de Isaque se levantou Esaú contra Jacó. Dentre o povo de Israel se levantaram inúmeras vezes inimigos, inclusive que fizeram retardar em décadas a entrada na terra de Canaã. Dentre os discípulos, Judas se levantou contra JESUS CRISTO. E assim foi ao longo da história. Não seria diferente entre o povo judeu, e nem com a Igreja Adventista. Precisamos estar atentos para que nós mesmos, pertencentes a esta igreja, que é a última na sucessão profética das sete igrejas do livro de Apocalipse, e pelos critérios proféticos é a igreja verdadeira (coisa muito fácil de se provar), nós mesmos não venhamos a nos levantar contra essa igreja. Esse alerta é grave e urgente, pois isso já está acontecendo, e tende a se acentuar.

É bem fácil constatar que dentre o povo judeu, nos tempos de JESUS CRISTO, se levantaram inimigos e influenciaram a morte de JESUS, associando-se com os pagãos romanos que ocupavam o poder naqueles dias. Mas essa história se repetirá em nossos dias. Dentre o próprio povo de DEUS se levantaram os piores inimigos, isso é sabido, mas, também, de dentro desse povo veio o Salvador, os primeiros cristãos, e todos os apóstolos. E também esse povo que foi na frente morar entre os gentios, e ali fundaram núcleos que mais tarde se tornaram nas primeiras sinagogas cristãs. E foi esse povo que manteve a fidelidade à lei de DEUS ao longo dos milênios, até os nossos dias, pelo que, como judeus, foram gravemente perseguidos pelos cristãos católicos. E, em nossos dias, sai dentre o povo judeu um grupo que cresce, e que se alia a JESUS CRISTO, como fez Paulo, e ratifica a aliança feita com eles em Abraão e depois confirmada lá no Sinai. Resumindo, se não fosse esse povo não haveria cristianismo.

Sabemos pelas profecias, que isso que lamentavelmente aconteceu ao povo judeu, acontecerá com a nossa igreja, com a igreja verdadeira. Dentre o povo adventista já se levantam inimigos ferozes, os piores, que farão grande estrago na igreja, mas que, ao mesmo tempo, servirão para a purificação da igreja bem como para o seu fortalecimento. Embora esses traidores se aliem com Babilônia, eles jamais conseguirão desestruturar aquilo que é dirigido pelo próprio Senhor JESUS CRISTO, que tem profecias apontando para a sua vitória, como encontramos em Apoc. 17:14.

“Na ausência da perseguição, têm entrado para as nossas fileiras homens que parecem sãos, de inquestionável cristianismo, mas que, caso surgisse a perseguição, sairiam de nós” (Evangelismo, 360). “Ao aproximar-se a tempestade, uma classe numerosa que tem professado fé na mensagem do terceiro anjo, mas não tem sido santificada pela obediência à verdade, abandona sua posição, passando para as fileiras do adversário. Unindo-se ao mundo e participando de seu espírito, chegaram a ver as coisas quase sob a mesma luz; e, em vindo a prova, estão prontos a escolher o lado fácil, popular. Homens de talento e maneiras agradáveis, que se haviam já regozijado na verdade, empregam sua capacidade em enganar e transviar as almas. Tornam-se os piores inimigos de seus antigos irmãos. Quando os observadores do sábado forem levados perante os tribunais para responder por sua fé, estes apóstatas serão os mais ativos agentes de Satanás para representá-los falsamente e os acusar e, por meio de falsos boatos e insinuações, incitar os governantes contra eles” (O Grande Conflito, 608). Sim, a história se repetirá.

Estamos em guerra. Portanto, em relação à IASD, digo o seguinte: se não fosse combatida, de dentro e de fora, eu ficaria bem desconfiado se ela é mesmo a verdadeira. Mas, como os judeus foram perseguidos por inimigos dentre seus irmãos e por inimigos externos, todos ferozes, assim é de se esperar que também a igreja verdadeira seja combatida, a mais combatida, por inimigos internos em todos os níveis, desde pastores, departamentais, presidentes, a membros, e em todos os lugares. “A alguns é natural ser mordazes e ditatoriais, para dominar sobre a herança de Deus. E devido à manifestação desses atributos, tem a causa perdido preciosas almas. A razão desses homens terem manifestado essas desagradáveis características, é não terem estado ligados com Deus” (Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, 223).

Esse tipo de perseguição não é a única prova, nem a mais importante, de que a IASD é a verdadeira, mas é a consequência por ser a verdadeira. E é também uma forte razão para que não a abandonemos, pelo contrário, que fiquemos firmes, muito menos que nos voltemos contra ela, e nem façamos de conta que não existe nada de errado. Assim como JESUS permaneceu, assim como aqueles primeiros cristãos judeus permaneceram, assim como foi ao longo da Idade Média, assim, nós, os últimos guerreiros da verdade, permaneçamos nessa igreja e mantenhamos a fé por meio da fé, apesar dos escândalos que já vem e que ainda virão.

 

  1. 2.      Segunda: A esperança e a alegria de Paulo (I Tess 2:17 a 20)

Que história interessante sobre o relacionamento entre Paulo e os membros da igreja em Tessalônica! Apenas por três sábados pregou lá, e teve que fugir às pressas, por causa dos líderes da igreja e outros inimigos, por causa da forte oposição de satanás. No entanto, mesmo depois de separados, o amor entre eles só aumentou. Havia a oposição de satanás, e ela se justifica, do ponto de vista dele. O inimigo que não é bobo, percebeu o potencial evangelístico daquela igreja, onde havia judeus que se tornaram cristãos, e prosélitos, ou seja, gentios que se haviam convertido ao judaísmo, inclusive fazendo a circuncisão, e que também se tornaram cristãos. Formou-se uma amizade íntima nesse caso.

Foi tão pouco tempo que Paulo pôde estar entre os tessalonicenses que ficaram dúvidas sobre alguns pontos da verdade. Por exemplo, eles não entenderam bem sobre a morte, pensavam que só os vivos se salvassem. Daí a preocupação com cuidados para que ninguém morresse. Mas havia morte entre eles, por isso temiam nunca mais rever esses queridos. E como eles ficaram felizes ao receber a carta de Paulo, que esclarecia esse ponto.

“Os tessalonicenses tinham-se apegado com avidez à ideia de que Cristo havia de vir para transformar os fiéis que estivessem vivos, levando-os com Ele. Haviam cuidadosamente guardado a vida de seus amigos, para que não morressem e perdessem assim a bênção que eles aguardavam, do encontro com o Salvador prestes a voltar. Porém, um após outro, foram seus amados separados deles. Com angústia, os tessalonicenses tinham contemplado pela última vez o rosto de seus mortos, quase não ousando esperar encontrá-los na vida futura.

“Ao ser a epístola de Paulo aberta e lida, grande alegria e consolação foi levada à igreja pelas palavras que revelavam o verdadeiro estado dos mortos. Paulo mostrava que os que estivessem vivos quando Cristo voltasse não iriam ao encontro do seu Senhor precedendo aos que tinham sido postos a dormir em Jesus. A voz do Arcanjo e a trombeta de Deus alcançariam os que estivessem dormindo, e os mortos em Cristo ressuscitariam primeiro, antes que o toque de imortalidade fosse dado aos vivos. “Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.” I Tess. 4:16 e 17.

“A esperança e alegria que esta afirmação levou à jovem igreja de Tessalônica mal pode ser por nós apreciada. Eles creram na carta que lhes foi enviada por seu pai no evangelho, apreciaram-na e seu coração se comoveu de amor por Paulo. Ele lhes havia falado antes dessas coisas; mas nesse tempo a mente deles tinha dificuldade em compreender doutrinas que pareciam novas e estranhas, e não surpreende que a força de alguns pontos não lhes tivesse ficado vividamente impressa na mente. Mas eles estavam famintos da verdade, e a epístola de Paulo deu-lhes nova esperança e alento, e mais firme fé em Cristo, e mais profunda afeição por Aquele que por intermédio de Sua morte tinha trazido à luz vida e imortalidade.

“Agora eles se regozijavam em saber que seus amigos crentes haveriam de ressuscitar da sepultura, a fim de viver para sempre no reino de Deus. As trevas que tinham envolvido o lugar de repouso dos mortos fora dispersada. Um novo esplendor coroava a fé cristã, e eles viram uma nova glória na vida, morte e ressurreição de Cristo” (Atos dos Apóstolos, 258 e 259).

Com que alegria receberam essa carta, vinda de seu pai na fé, que aprenderam a amar e a confiar.

 

  1. 3.      Terça: A visita do substituto Timóteo (I Tess. 3:1 a 5)

Paulo estava preocupado com os irmãos de Tessalônica. Ele os amava, já sabemos. Mas acontece também que eles passavam por problemas. Foi nessa cidade, entre outras, que Paulo havia sofrido forte oposição, e teve que sair apressado. Essa oposição vinha de parte de alguns líderes judaicos locais, e esses permaneceram lá, e combatiam também o grupo dos cristãos recém formados. Além disso, havia dificuldades internas, que estudaremos em lições adiante, no cap. 5 de I Tessalonicenses. Havia irmãos desanimados, outro revoltosos, outros acomodados e os que falavam mal da igreja. Como nos dias de hoje. Eram problemas para a igreja, e Paulo preocupava-se com isso, pois estes estavam no caminho da perdição, e poderiam prejudicar outros irmãos que estavam firmes.

Diante da situação ele enviou Timóteo com importantes recomendações. Este grande auxiliar de Paulo foi enviado para uma tarefa bem difícil: de resolver os problemas naquela igreja. Em nossos dias não é diferente. Se uma igreja se reaviva, isso quer dizer que nem todos o farão. Muitos, a maioria, permanecerá em seus antigos e arraigados problemas, muitas vezes, com eles, levando espírito negativista aos outros. É importante que não sejamos ingênuos, isto é, que não percebamos os problemas na igreja, só percebendo as coisas boas. Não deve ser assim; devemos ter espírito crítico para fazer avaliações entre o que é certo e o que é errado, o que é bom do que é muito bom, isto é, perceber as diferenças, e assim saber melhor o que fazer. Do que não necessitamos é do espírito de critica, pois este só serve para achar defeitos sem a intenção de ajudar na solução.

Em nossos dias, nos falta o espírito crítico e sobra o espírito de crítica. E enquanto na igreja já está em andamento o reavivamento e a reforma, que ocorrerá com uma proporção de menos de 50% dos membros, a maioria, ou estará acomodada, ou desanimada, ou revoltada. É sempre assim quando o povo de DEUS se levanta, são poucos os que fazem isso, mas estava previsto. Que nós, você e eu, façamos parte da minoria, pois a igreja verdadeira ainda sofrerá fortíssima oposição vinda de todos os lados. Permaneçamos na verdade. Há um engano que parece razoável, mas na verdade é um desastre. Muitos abandonam a igreja em razão de fatos negativos. Mas esses fatos negativos são batalhas que a igreja enfrenta, por ser a verdadeira. Portanto, jamais vale a pena abandonar a igreja de CRISTO, afinal, pense, para onde você irá? O que vale a pena é arregaçar as mangas e fazer parte da solução, não do problema.

“Contudo, pouquíssimos dos cristãos do mundo estão seguindo seu Mestre através da humildade obediente, progredindo na santidade e perfeição de caráter cristão. A intemperança e a licenciosidade estão aumentando assustadoramente e sendo praticadas em grande parte sob o manto do cristianismo. Este deplorável estado de coisas não é porque os homens são obedientes à lei de Deus, mas porque seu coração se levanta em rebelião contra os Seus santos preceitos” (No Deserto da Tentação, 88).

 

  1. 4.      Quarta: O resultado da visita de Timóteo (I Tess. 3:6 a 10)

Ao Timóteo retornar a Paulo, tendo estado por uns tempos em Tassalônica, trouxe boas notícias. Timóteo encontrou lá “fé e amor”, e também falou que eles estavam com saudades de Paulo, pois guardavam gratas lembranças.

Como era difícil naqueles tempos o relacionamento humano! Além da presença física, havia a possibilidade das cartas e das notícias trazidas por outras pessoas, e só. Hoje o relacionamento é bem mais fácil. Temos os e-mails, os sites de relacionamento social, telefone fixo e o telefone celular, este acessível diretãmente junto à pessoa. Além disso, mesmo para longas distâncias, temos o avião para facilitar a presença física, que está razoavelmente barato.

No ano passado, quando a nossa filha esteve fora por um mês, a esposa ficou com ela por uma semana. A comunicação era fácil, nos falávamos pelo Skype, um programa gratuito que permite ligações gratuitas (já se paga pela internet) e com imagem ao vivo. Sim, naqueles tempos era bem mais difícil a comunicação para o relacionamento entre as pessoas. Mas, por outro lado, hoje os meios para nos comunicarmos não resolvem a distância emocional entre as pessoas, cujo relacionamento é cada vez mais traumático, mesmo dentro da família.

Paulo mandou uma carta aos tessalonicenses, a primeira de duas (ao menos das disponíveis). Nela Paulo também deu uma boa notícia a eles, além da que Timóteo já havia levado. Ele disse que orava incessantemente por eles, pela fé deles e que desejava revê-los para reparar algumas deficiências da fé. Ele queria, na verdade, fortalecê-los.

Há duas coisas que pessoalmente tenho grande apreço: quando aprendo algo novo de alguém que se aprofundou e quando recebo alguma orientação sobre como fazer melhor aquilo que já estou fazendo. Não importa se na vida profissional ou se na vida espiritual. Como é bom quando uma pessoa experiente, que entende bem mais que nós, nos orienta, e isso dá resultado positivo. Mas, será que há algo melhor do que saber positivamente que alguém está orando por nós?

 

  1. 5.      Quinta: Orações renovadas de Paulo (I Tess. 3:11 a 13)

Paulo desejava ver outra vez os irmãos de Tessalônica. O certo é que isso acontece em sua terceira viagem. Paulo fez três grandes viagens missionárias, e na última ainda pôde avistar-se com aquelas pessoas.

Paulo orava por eles. E hoje vemos um trecho dos assuntos que ele sempre incluía em suas orações: (a) que o Senhor dirigisse o caminho de Paulo em sua visita até eles (e isso de fato se concretizou, portanto, oração atendida); (b) que eles crescem em JESUS e que aumentasse o amor entre eles; (c) e que fossem confirmados na santidade e se tornassem isentos de culpa, isto é, que aceitassem o perdão de DEUS por meio de JESUS CRISTO. Temos convicção de que os pontos da oração de Paulo foram atendidos.

A oração tem poder, ou seja, é um poder que vem de DEUS, não está propriamente na oração. O poder vem do fato de quem ora, que tem fé que DEUS fará alguma coisa, isto é, tem certeza de que DEUS atenderá de alguma maneira, conforme seja a melhor alternativa. O que nos dá segurança é que temos um DEUS infinitamente poderoso, pois não há limites no que Ele é capaz, e ao mesmo tempo Ele é infinitamente amor, ou seja, não há limites do quanto deseja fazer o bem a nós. Portanto, orar, isto é, falar com alguém com tais características é o mesmo que ter esse poder em mãos. Por isso que a oração tem poder. Foi por esse poder que Paulo viu sua ansiedade de amor resolvida ao orar, e depois receber confirmações de que aqueles irmãos estavam progredindo na fé.

Hoje, já estamos entrando numa fase da história de grandes resultados mediante orações. Já se tem relatos de orações atendidas, quando pessoas oravam por outras, e estas viram, perplexas, mudanças para melhor em sua vida que não sabiam explicar, até que souberam que alguém orava por elas. Essa também é uma indicação de que estamos entrando no período final do Alto Clamor, e que a igreja está se levantando para sua última missão nesta Terra, e que JESUS voltará bem logo.

 

  1. 6.      Aplicação do estudo Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

Paulo, em sua segunda viagem missionária, depois que permaneceu três semanas em Tessalônica, teve que fugir de lá indo para Bereia, onde também teve forte oposição. Mas, como em Tessalônica, houve quem o escutasse e se tornasse cristão. Depois foi para Atenas e para Corinto. Nesta cidade encontrou-se com Áquila e Priscila, passando a fabricar tendas com eles durante um ano e meio. Foi lá que estava Paulo quando recebeu as notícias, por parte de Timóteo, dos irmãos de Tessalônica. Ele ficou muito feliz com as informações.

Aqui cabe uma reflexão para nós. Paulo não pôde dedicar-se por muito tempo aos tessalonicenses, outras pessoas agiram e trataram de expulsá-lo de lá. Ficou só por três sábados, pouco tempo. Mas a mensagem que ele deu foi tão impactante que eles acataram e logo se tornaram cristãos, tal como Paulo. Nisso foram imitadores dele, pois também eram judeus que aceitaram a CRISTO. Porém, estavam pouco preparados, pelo exíguo tempo. Seria como hoje, por exemplo, uma pessoa de certa cidade receber a mensagem, apaixonar-se por ela, convencer-se de ser a verdade, mas, por causa da oposição na cidade, e talvez até dos familiares, não poder receber o estudo completo. Já se tornou um adventista, mas de pouco fundamento, uma pessoa frágil, indefesa. Uma ovelha em meio a lobos, sem proteção. Ora, quem iniciou os estudos com tal pessoa a ama, e de longe procura saber notícias e criar uma forma de acudir e proteger, além de orar. Então, se quem deu os estudos recebe uma informação segura de que essa pessoa está firme, e que está crescendo, que faz cursos por correspondência, que assiste vídeos, que se municia por meio da Novo Tempo, certamente fica feliz.

É assim também com DEUS, Ele que é o Criador. Ele vê tudo, e percebe como são cruéis por vezes as lutas de pessoas que vivem em países de maioria não cristã, onde há perseguição como hoje se vê mundo afora. Ninguém pode ficar indiferente diante de pessoas que desejam a salvação, mas enfrentam dificuldades para alcançá-la. Devemos orar e trabalhar para que tenhamos mais poder e assim, com DEUS, resolver tais situações.

 

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escrito entre  27/06 e 03/07/2012

revisado em  11/07/2012

corrigido por Jair Bezerra

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristovoltara.com.br marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil