Estudo nº 10 – Uma resposta de amor

Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Segundo Trimestre de 2012

Tema geral do trimestre: Evangelismo e testemunho

Estudo nº 10 – Uma resposta de amor

Semana de   2 a 9 de junho

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristovoltara.com.br marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar:Se vocês Me amam, obedecerão aos Meus mandamentos”, (João 14:15, NVI)

 

Introdução de sábado à tarde

Temos que entender mais sobre persuasão, pois facilmente apelamos para o medo da perda da vida eterna afim de conclamar as pessoas a se envolverem. De maneira geral, isso é fácil de perceber, os membros de nossa igreja tem medo de se perderem, medo do juízo, da perseguição, do decreto dominical, das pragas e coisas afins. Isso é sintoma de que algo não está bem nas pregações e no ensinamento. Me lembro, quando jovem, havia frequentemente pregações que assustavam. Ainda existem essas pregações. Mas esse não é o foco. Devemos ater-nos mais à salvação, não tanto sobre a perdição. A Bíblia está repleta de versículos sobre proteção nas horas difíceis. Devemos trabalhar para que as pessoas busquem mais fé, que confiem em DEUS, que entendam que Ele é amor. Desenvolver a confiança em DEUS, e explicar que o caminho da salvação é algo fácil, o difícil na verdade está na parte de abrirmos mão dos atrativos do mundo, isso que devemos explicar.

Nessa semana entenderemos algo sobre a motivação que nos move ao envolvimento. Qual é a nossa motivação em sermos cristãos? E em desejarmos mudar o estilo de vida? E em nos envolvermos pelos semelhantes a também mudarem seus estilos de vida?

 

  1. 1.      Primeiro dia: Motivado pelo amor

O que é motivação? É uma força no indivíduo que o leva a mover-se e a realizar alguma coisa, ou seja, a agir. Trata-se de uma condição no organismo humano que o leva a mover-se em alguma direção ou a tomar iniciativas, um impulso interno. E o indivíduo se sente bem ao realizar o que sentiu desejo, e após ter realizado, sente-se recompensando. O seu sentimento faz bem à saúde.

Vamos a uma definição de motivação: “Conjunto de fatores psicológicos (conscientes ou inconscientes) de ordens fisiológicas, intelectuais ou afetivas, os quais agem entre si e determinam a conduta de um indivíduo, despertando sua vontade e interesse para uma tarefa ou ação conjunta.” (Fonte: Portal do Marketing). Então percebamos o seguinte, que é muito importante: a motivação vem de dentro para fora. Podemos estimular outra pessoa a se motivar, despertar a motivação nela, mas é ela que deverá sustentar a sua motivação. A motivação envolve processos bioquímicos no organismo da pessoa. Algo dentro de seu corpo faz com que ela sinta desejos, que se sinta confortável para fazer determinada tarefa. É a química do corpo que nos faz motivados.

Contudo, há algo ainda mais importante: o estímulo externo. Por exemplo, se vamos, pessoalmente à casa de uma pessoa, e falamos com ela para despertar nela os prazeres e alegrias do envolvimento nas atividades da igreja, em seu organismo se processa um conjunto de reações químicas que a fazem sentir-se prazerosa com a idéia. Por isso é tão importante a visitação nas casas. E se os estímulos estiverem no campo de seus dons, essa sensação de prazer será mais intensa. E se ela se envolver mesmo, a disposição aumentará cada vez mais. Portanto é importante respeitar a natureza da pessoa.

Mas há uma fonte de motivação ainda mais poderosa: é o amor. Se amarmos as pessoas, e de alguma forma conveniente demonstrarmos isso, a química positiva do corpo transbordará (não confundir com o que muitos falam, sobre uma tal energia misteriosa que se transmite de um para outro). Isso que estamos abordando aqui é um processo natural do corpo, que DEUS colocou no ser humano. Quem ama não fica imóvel, inerte, sem ação. Quantos casos de heroísmo já foram relatados, e que ocorreram por amor. Os principais deles são de mães que fizeram coisas impossíveis ao natural, mas movidas pelo amor, por seu filho, romperam por exemplo a barreira do fogo, e de dentro de um incêndio tiraram, vivo o filho de quem não podiam separar-se  e deixar de socorrer, por causa do amor. Foi amor assim que levou JESUS à cruz. Só entendendo sobre o amor que se pode explicar a atitude de JESUS, de vir a esse mundo e morrer por nós.

Agora chegamos ao ponto vital desse estudo. Se não estivermos influenciados pelo amor de DEUS por nós, não nos moveremos pela salvação de outras pessoas. Portanto, a estratégia de envolvimento é levar as pessoas a amarem a JESUS. Se conseguirmos isso, não mais se ouvirão apelos na igreja para que os membros se envolvam nas ações evangelísticas. É o amor que as moverá, assim como foi com os discípulos, pois nada mais podia detê-los.

A relação de amor entre JESUS e nós é algo tão atraente e fascinante que gera uma química irresistível por amar outras pessoas. E se descobrirmos que algumas dessas outras pessoas estão no caminho da perdição, não poderemos nos conter, iremos até elas para ao menos levar-lhes a mensagem da grande esperança. Portanto, o que nos falta é basicamente uma só coisa: o amor do relacionamento com nosso Salvador.

 

  1. 2.      Segunda: Motivação pela culpa

Afinal, o que motiva para envolver-se em ações evangelísticas? O medo e o sentimento de culpa, ou a esperança e o sentimento de estar perdoado? Na verdade, as duas. Porém, a primeira é uma motivação errada, a segunda somente está correta.

Imaginemos a situação. Uma pessoa que nunca tenha tido cuidado com as instalações de gás. Um dia ocorre uma explosão em sua casa, e ela pega fogo. Essa pessoa terá motivação para lutar ao máximo e tentar evitar que o fogo consuma tudo. Ela exercerá um esforço como jamais fez antes. Se tivesse tido uma postura preventiva adequada, não se esforçaria assim de modo exagerado em tempo algum. O que faltou foi agir em tempo de paz para não ter necessidade de agir em situação de desespero.

O que acha desse caso? A motivação errada levou a uma ação determinada. É algo parecido que acontece quando, após um apelo dramático, que leva muitos a se envolverem desesperadamente em fazer alguma coisa momentânea, pela salvação de outras pessoas. Ou fazem, ou DEUS ficará irritado com elas, e se perderão para sempre. Essa tem sido a motivação dos antigos pagãos, quando os reis e os sacerdotes ameaçavam o povo, metendo medo neles, afim de evitarem a revolta dos deuses.

Nós não somos pagãos, e não devemos utilizar o medo para levar as pessoas a agirem. Elas, por essa via agem, sim, mas somente enquanto dura o medo. Depois tudo volta ao normal de sempre, ou seja, nem mesmo aqueles que se envolveram se converteram.

A motivação pelo amor é diferente. Nos envolvemos porque amamos a DEUS e amamos o nosso próximo (está na lei), e por isso queremos que esse próximo se salve. Então nos esforçamos por amor, assim como JESUS veio, por amor, morrer por nós.

Ou seja, a motivação pelo senso de culpa é uma estratégia de satanás, para manter a igreja morna, envolvendo-se apenas esporadicamente. Tem resultado medíocre, e tende a não ser útil nem para a salvação de quem está de alguma maneira envolvido em evangelismo.

 

  1. 3.      Terça: Motivados para servir

Como se pode saber quando há e quando não há amor? É bem simples: quando uma pessoa ama, ela parte para fazer alguma coisa de bom pela pessoa amada. Fazer algo é a demonstração prática do amor. Quem ama sente a necessidade de agir, e essa ação será sempre pelo bem, nunca para fazer mal. É só ler I Cor. capítulo 13 para conhecer os princípios de como o amor se comporta. Resumindo aquela parte da Bíblia, o amor está sempre voltado pelo bem do próximo, o outro, nunca para si, e tem uma ilimitada capacidade de esperar para poder fazer o bem.

Então, quando é necessário motivar as pessoas para agirem em ações missionárias, é sintoma de que falta amor. Quando uma pessoa ama, ela por si mesma toma iniciativa para fazer algo pelo próximo.

Muito importante é notar que, quase tudo o que se pode fazer movidos pelo amor, também se pode fazer por outra motivação, por exemplo, de interesses próprios. Por exemplo, há empresas que estão tratando de prover cuidados especiais aos seus funcionários, que chamam de colaboradores. É porque descobriram que com esses cuidados eles produzem bem mais, portanto, aumenta o lucro. Não há nada de errado quando um empresário busca mais lucro, porém, quando esse é o único poder motivador, daí sim, está errado. Afinal, nessas empresas se diz que os empregados estão sendo valorizados como pessoas, e que a empresa se esforça para que sejam felizes e que tenham futuro. Mas, no fundo isso não é verdade, pois a estratégia é favorecer os empregados para que eles rendam mais. Sendo só esse o interesse, quando a empresa enfrentar alguma dificuldade, vai tratar aquelas pessoas do mesmo modo como qualquer outra que não age assim ou seja, haverá demissões sem misericórdia.

No Reino de DEUS não é assim. Nele DEUS sempre ama e sempre está disposto a perdoar. Sempre está disposto a nos ajudar, e seus anjos também. O prazer no Céu é servir. Como disse JESUS, Ele veio para ser vir, não para ser servido. Essa é a lógica no governo celeste, e ela deve ser a estratégia de nossas atitudes considerando a necessidade de salvar pessoas para esse reino. Aliás, uma boa maneira de ensinar sobre como é o governo celeste é demonstrar o amor por meio das ações missionárias.

 

  1. 4.      Quarta: A armadilha do legalismo

O legalismo é um extremo oposto ao liberalismo. No legalismo a ênfase é a busca da salvação por méritos, conquistados pela obediência à lei de DEUS. No liberalismo se diz que DEUS não é tão exigente, que por Ele ser amor, não vai considerar algo grave se mantivermos pequenos desvios de conduta. Aliás, diz-se que um pouco de mundanismo até ajuda a atrair pessoas para a igreja.

O liberalismo é nocivo porque abre a porta para o mundo, o legalismo é nocivo por que fecha a porta para o Céu. No legalismo as pessoas obedecem a lei de DEUS pensando que isso é uma obrigação, e que assim estarão agradando o Criador. Em princípio elas fazem tudo certo (muito embora isso seja impossível) porque elas querem merecer a salvação. Resumindo, o foco desse tipo de obediência não é o Salvador, mas a pessoa, ou seja, o seu currículo espiritual.

Mas qual é o problema aqui? Vamos exemplificar. Suponha um ponto de obediência, o quarto mandamento, a santidade do sábado. Imagine agora duas pessoas adventistas. Ambas guardam o sábado como requer a lei e as orientações da igreja. Porém, uma o faz por motivação legalista, e a outra, porque ama a DEUS. Onde está a diferença? Quase não se nota, mas há de chegar o momento e se notará. As duas pessoas vão à igreja, e se comportam uma como a outra. Parece não haver diferença. Mas, quando noutro momento aparece a oportunidade de levar a mensagem a alguma pessoa que está desejando, quem vai é a que segue o mandamento do sábado por amor, não para se justificar. Quando é preciso fazer algo na igreja, quem vai é essa pessoa. E na vida familiar, na vida profissional, na vida diária, também se nota a diferença, a que obedece por amor é genuína, seu comportamento é um contínuo exalar de amor aos outros, além de sempre estar disposta a ajudar.

Mas a diferença pode ser notada por outro ângulo. Se as duas pessoas se encontrarem em uma situação desafiadora ou conflituosa, a que obedece por motivação legalista facilmente perderá a paciência e se tornará semelhante ao ímpio, enquanto que a outra oferecerá o outro lado de sua face.

Outra diferença é que a pessoa legalista não demonstra ser transformada ao longo do tempo, mas a que age por amor sim. E no final, só esta será salva se a outra não mudar de atitude.

 

  1. 5.      Quinta: Livre para ser escravo

Vamos meditar um pouco sobre as palavras escravo e liberto. Um escravo tem que obedecer ao que o seu dono e patrão mandar, não pode argumentar ou negociar, recebe o que o seu dono decide dar, é explorado conforme o dono deseja, não tem liberdade de ir onde gostaria, não tem garantias de vida nem proteção, não pode ter suas posses próprias e até a sua vida familiar é regulamentada pelo dono. Por exemplo, a sua esposa, se puder ter, e seus filhos pertencem ao seu dono.

Para que houvesse escravidão tinha que haver uma distinção artificial entre os seres humanos, algo que fizesse algum tipo de diferença, para classificar alguns como superiores e outros como inferiores. Por exemplo, nesses últimos séculos classificaram os negros como inferiores aos brancos, que portanto podiam escravizá-los. E o mais incrível é que os brancos eram cristãos!! Há outras classificações, como índios, ciganos, mulatos, etc., como sedo inferiores. Na Idade Média e na antiguidade eram inferiores pessoas que não fossem da mesma nacionalidade. Por exemplo, o pessoal do povo de DEUS classificava as pessoas de outra nacionalidade como gentios e inferiores. Essa classificação também obedecia o critério de adoração, quem adorasse outros deuses, ídolos, era classificado como inferior, portanto, podia ser escravizado e ser submetido a trabalho forçado. Era o pensamento da época. Os israelitas, por esse critério, foram escravizados pelo faraó do Egito.

Essas classificações e a escravidão são invenções de seres humanos e jamais receberam aprovação de DEUS. Era no entanto tolerado por DEUS, mas Ele não concordava com isso. JESUS, quando andava entre nós era contra não só da escravidão mas de outros costumes culturais da antiguidade, que foi tolerado em razão da necessidade de não se fazerem mudanças muito radicais todas de uma só vez. Por exemplo, a poligamia que era tolerada foi por JESUS classificada como adultério.

Há um tipo de escravidão que é pouco perceptível. É a condição de pertencer a satanás. Muitas pessoas pertencem a ele e pensam seguir a JESUS, mas fazem a vontade do inimigo. Outras pertencem a satanás e nem se importam.

O trabalho evangelístico tem por finalidade a libertação da condição de escravo do demônio para a liberdade com CRISTO. Pertencer ao demônio é algo sutil, a pessoa faz toda a vontade de satanás mas pensa estar fazendo a sua vontade própria. E ainda por cima, acha muito bom viver assim. Só no final que muitos perceberão que estavam todo tempo no caminho da morte eterna. O demônio conseguiu seduzi-las a imaginar que viver assim era realmente bom. É como usar drogas, sente-se bem, mas precisa cada vez doses maiores.

Libertos de satanás a pessoa é livre para escolher. Afinal, o principal requisito da liberdade é poder escolher e decidir o que pensar e o que fazer na vida.

É aí que, no estudo de hoje, entra um conceito bem controvertido, que devemos ter muito cuidado: livres para ser escravos. É o seguinte: livres do demônio para escolher ser escravos de CRISTO. Mas cuidado, isso não quer dizer que CRISTO vai nos escravizar, pelo contrário, Ele colocará Suas leis em nossos corações, e assim, nossos pensamentos e atos obedecerão a essas leis, que são a vontade de nosso DEUS. Logo, fazemos a vontade do nosso Criador. E como é essa vontade? Que nos amemos uns aos outros e amemos, acima de tudo, a nosso DEUS. Essa é uma vontade boa, sempre voltada para o nosso bem. Portanto, na verdade, ser escravo de JESUS é ser realmente livre.

Está confuso? Então deixe essa expressão “escravos de CRISTO” de lado e concentre-se na idéia de que, em CRISTO, somos todos livres para fazer o bem segundo orienta a Lei de DEUS.

 

  1. 6.      Aplicação do estudo Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

Daremos aqui um pequeno testemunho. Não nos sentimos à vontade de fazer isso, pois parece auto-promoção.

Sentimos prazer em estudar e escrever esses comentários. Mas nem sempre foi assim. Toma tempo e por vezes tínhamos a intenção de interromper. E cada vez que isso acontecia, vinha um ou dois e-mails de pessoas agradecendo pelos comentários. E aí sempre se decidia manter o trabalho. A dificuldade nunca foi por questão financeira, pois custa quase nada, mas pelo tempo que requer. É estudar e escrever todos os dias. Mas a essa altura, como interromper se são tantos os que se alimentam espiritualmente por eles? Curiosamente, nesse momento, em que estamos concluindo esse comentário, recebemos um e-mail do irmão Rolando Chuquimia, que faz a tradução para a língua espanhola. Como se fica feliz em saber que pessoas se agregam ao que fazemos, e expandem o trabalho bem simples e compensador. Quero fazer uma saudação a esses irmãos de língua espanhola dizendo que em breve nos conheceremos, e falaremos a mesma língua. Esse será um tempo bom. Quem bom que durará para sempre!

Atualmente estamos muito entusiasmados em fazer esse trabalho. Até estamos expandindo para pequenos vídeos.

O entusiasmo é diferente da motivação, ele depende bastante de se obter resultado, de outros que incentivem ou que dêem conselhos, ou que façam crítica construtiva. Portanto, se alguém em sua igreja está “inventando” algo diferente para levar a mensagem, ou se está envolvido de alguma maneira, não se descuide, mantenha o ânimo dele levando-lhe uma palavra de incentivo e gestos ou atos de apoio. Todos necessitam desse tipo de força.

 

Assista o comentário clicando aqui.

O comentário em vídeo tem ênfase evangelística.

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escrito entre:  02/05/2012 a 08/05/2011

revisado em  09/05/2011

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.