Estudo nº 12 – Avaliando o testemunho e o evangelismo

Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Segundo Trimestre de 2012

Tema geral do trimestre: Evangelismo e testemunho

Estudo nº 12 – Avaliando o testemunho e o evangelismo

Semana de   16 a 23 de junho

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristovoltara.com.br marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar:Como brinco de ouro e enfeite de ouro fino é a repreensão dada com sabedoria a quem dispõe a ouvir” (Prov. 25:12, NVI).

 

Introdução de sábado à tarde

Existem repreensões e repreensões, há diferença entre uma e outra, apesar de ser uma só palavra. Quando uma pessoa alerta a outra sobre algum erro que vem cometendo, com diplomacia e discrição, isso é uma repreensão? Sim, é, mas não parece. Mais se parece com um conselho de amigo. Mas conselho é aquilo que se faz para evitar o mal, e repreensão é o que se faz para sair do mal. No entanto, é difícil ter tato e sabedoria para repreender de modo construtivo e proveitoso. Se não souber como fazer, deixe assim como está.

Existe também a repreensão fulminante, como se poderia chamar. Um exemplo desta é a que JESUS fez aos escribas e fariseus, em Mateus 23:13 a 39. Nesse trecho JESUS foi severo com essas duas classes de pessoas, que Ele bem sabia, já não havia possibilidade de transformação, por causa da dureza de seus corações e por causa do tamanho de seu orgulho. Os chamou por hipócritas, guias cegos, serpentes e raça de víboras. São casos em que outra palavra é jogar pérolas aos porcos.

Não se faz avaliação se não houver disposição de também se fazerem análise dos fatos e suas conseqüências, tendências, repreensões, exortações, e conselhos. Também não se deve fazer avaliação se não houver disposição para aceitar a necessidade de ouvir outras pessoas, suas críticas e entender a necessidade de mudança. Tem que haver quem se disponha a exortar e quem esteja disposto a ouvir e a mudar. Se a avaliação for feita só para constatar o que foi positivo, isso é um engodo, pois o negativo irá se infiltrar sem ser incomodado, e sem tardança irá neutralizar o positivo. E ainda seria uma forma de fomentar o orgulho, algo natural no coração de pecadores, pelo que sempre deve ser combatido.

Ouso mais uma vez, seguindo a orientação do próprio redator desta lição, e dos que revisaram, discordar, no bom sentido, é claro. É o que aqui aprendemos. A expressão “espírito critico” não foi exposta do modo correto, pois existe espírito critico construtivo e destrutivo.

O que é, afinal, espírito critico construtivo? É o “senso critico”, a busca da verdade, da realidade, com ponderação e explicação dos motivos ou das causas dos fatos e de suas conseqüências, afim de entender com fundamentação o que se passou, e buscar antever as tendências. Disso todos precisamos muito, pois nesse mundo não existe a perfeição. Assim sendo precisamos ser prudentes como as serpentes e, certas ocasiões, isto é, ter senso crítico, ou espírito crítico.

E o que vem a ser espírito crítico destrutivo? Esse poderia ser chamado melhor de “espírito de crítica” ou “espírito de contradição”, que tem a ver com uma inquietação pessoal sem fundamento, de mente superficial e desorganizada que gera o ceticismo e a postura de ser contra. Vem do nada e leva a lugar nenhum, só prejudica. Portanto, definir bem as expressões que se usam é algo importante para nos comunicarmos e nos entendermos. Em nosso meio existe muito o uso de expressões mal aplicadas, não questionadas por ter sido usada por um grande líder. Então se diz que não se deve fazer crítica de modo generalizado, quando a própria lição, no mesmo texto diz que se deve fazer.

A avaliação existe com uma finalidade superior: que as coisas mudem, que não fiquem como estão, e que se encaminhem para um nível superior. Para isto, precisamos sim,  ter duas coisas: ter senso crítico e sermos capazes de aceitar a necessidade de mudanças. Resumindo numa só, precisamos ser humildes.

“Na vida do discípulo João é exemplificada a verdadeira santificação. Durante os anos de sua íntima relação com Cristo foi ele muitas vezes advertido e admoestado pelo Salvador; e aceitou essas repreensões. Quando o caráter do Ser divino lhe foi manifestado, João viu suas próprias deficiências, e foi feito humilde pela revelação. Dia a dia, em contraste com seu próprio espírito violento, ele observava a ternura e longanimidade de Jesus e ouvia-Lhe as lições de humildade e paciência. Dia a dia seu coração era atraído para Cristo, até que perdeu de vista o próprio eu no amor pelo Mestre. O poder e ternura, a majestade e brandura, o vigor e a paciência que ele via na vida diária do Filho de Deus, encheram-lhe a alma de admiração. Ele submeteu seu temperamento ambicioso e vingativo ao modelador poder de Cristo, e o divino amor operou nele a transformação do caráter” (Atos dos apóstolos, 557, grifos acrescentados).

 

  1. 1.      Primeiro dia: Por que avaliar?

Essa é uma importante pergunta: por que avaliar?

Vamos elaborar uma resposta, mas que o leitor ou leitora podem modificar ou expandir. Temos três motivos elementares para fazer avaliações, lembrando sempre que a avaliação ocorre desde durante uma programação e após ela, podendo se iniciar já no projeto da programação, mas nunca antes disso:

1º) queremos saber como uma programação está indo, ou como ela ocorreu, isto se refere ao seu processo de andamento;

2º) queremos saber qual foi o resultado alcançado, se atingiu as metas, se superou ou se foi deficitária;

3º) queremos saber o que diferentes classes de pessoas opinam a respeito do que foi feito.

No primeiro motivo nosso desejo é descobrir como foi o andamento de alguma programação, onde houve problemas, onde não houve, o que faltou, o que deu certo, e assim por diante. Trata-se da eficiência do desenrolar da programação. No segundo motivo queremos entender melhor as causas e efeitos sobre os resultados alcançados, as razões, sejam os resultados bons, sejam maus. E no terceiro motivo desejamos conhecer as diferentes opiniões das pessoas que de alguma maneira estiveram relacionadas com a programação, principalmente o público alvo, cuja palavra é a mais importante. Esse é o motivo de avaliação mais importante dos três. Mas também deveremos desejar saber o que pensam os que apoiaram diretamente, aqueles que observaram e também a turma do contra. Essa última classe sempre é desprezada, portanto, sempre será do contra. Mas às vezes tem algo importante a dizer, e é nosso dever dar-lhes oportunidade, tanto de se pronunciar quanto de se envolverem. Para eles, sempre cabe a pergunta: ‘então, como sugere fazer da próxima vez?’ E dar-lhes oportunidade de se envolverem ativamente.

Uma maneira bem simples, e até eficaz de se fazer avaliações consta de apenas três perguntas abertas: 1ª) pontos positivos da programação; 2ª) pontos negativos na programação e 3ª) sugestões. Mas podemos criar um formulário mais amplo. Essa que sugerimos se usa com freqüência quando se desejam respostas amplas. Vale ser aplicada a um número maior de pessoas. Mas de nada adianta se apenas aplicarmos e não considerarmos as respostas. Devemos fazer um relatório por escrito, e isso deve ser analisado por um grupo de pessoas, e deve-se chegar a conclusões, escrevê-las e deixar registrado num livro, ou num arquivo de computador, para que possa ser resgatado oportunamente, inclusive por outras pessoas afim de evitarem erros já detectados, e adquirirem experiência. Estudiosos de cursos de graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado tem nesses registros bom material para seus estudos e assim contribuírem com teoria que ajuda a melhorar o desempenho de ações missionárias. Tudo o que fica registrado tem grande utilidade no futuro, alguém irá se debruçar sobre esse material e tirar proveito.

Mas avaliar simplesmente por avaliar, mesmo se fazendo um bom trabalho, é quase nulo o resultado se não houver comparação com algum padrão de qualidade. E o padrão de qualidade para os cristãos está na Bíblia. No livro de provérbios há grande número de versículos que nos dão orientação sobre fazer bem as coisas. E acrescentamos agora duas citações do Espírito de Profecia, como uma boa idéia de padrão que devemos buscar, para servir de comparação com o nosso trabalho. Os grifos foram acrescentados.

“Ao ser a atenção do povo chamada para o assunto da reforma do sábado, ministros populares perverteram a Palavra de Deus, interpretando-a de modo a melhor tranqüilizar os espíritos inquiridores. E os que não investigavam por si mesmos as Escrituras, contentavam-se com aceitar conclusões que se achavam de acordo com os seus desejos. Por meio de argumentos, sofismas, tradições dos pais da igreja e autoridades eclesiásticas, muitos se esforçaram para subverter a verdade. Os defensores desta foram compelidos à Sagrada Escritura para defender a validade do quarto mandamento. Homens humildes, armados unicamente com a Palavra da verdade, resistiram aos ataques de homens de saber, que, com surpresa e ira, perceberam a ineficácia de seus eloqüentes sofismas contra o raciocínio simples, direto, daqueles que eram versados nas Escrituras ao invés de sê-lo nas subtilezas filosóficas.” (Grande Conflito, 455).

“Vi que os santos deverão ter uma compreensão completa da verdade presente, a qual serão obrigados a manter pelas escrituras.” (Primeiros Escritos, 262).   “Devemos examinar bem o fundamento de nossa esperança; pois teremos de dar uma razão da mesma pelas escrituras.”  (Primeiros Escritos, 262).   “Ao se avolumarem as trevas e o erro aumentar, devemos alcançar mais completo conhecimento da verdade e estar preparados para sustentar nossa posição das escrituras.” (Primeiros Escritos, 104-105).   “Quando o tempo de prova vier, revelar-se-ão os que fizeram da Palavra de Deus sua regra de vida.” (Grande Conflito, 602). “Lealdade para com ‘DEUS’, no invisível – foram a âncora de José. Nisto se encontrava o segredo de seu poder.” (Educação, 53).

 

  1. 2.      Segunda: Avaliando de maneira cordial

Em última instância a avaliação tem por objetivo, entre outros, o aperfeiçoamento de todos. Portanto, não deveria haver um avaliador e outros, avaliados, mas, todos devem ser avaliados. Por exemplo, numa sala de aulas, os alunos são avaliados para receberem suas notas. É o professor quem avalia os alunos. Mas, e os alunos, não podem avaliar o professor? É difícil ver isso. E a direção da escola, e os funcionários, e a própria escola, dificilmente são avaliados. Mais ainda os pais dos alunos, ninguém pensa em avaliá-los. E a sociedade, que influencia fortemente sobre as crianças e adolescentes, ninguém avalia. E a mídia, televisão, revistas, jornais, cinema, teatro, etc. quem avalia? Na realidade, a menor parte da educação que é avaliada, justamente a mas frágil, a que só recebe. Mas não se avalia quem influencia. Assim funciona o mundo. É óbvio que a parte mais exposta, a que merece a atenção na sua formação intelectual por meio da “educação”, não só dos ensinamentos, deve ser avaliada.  Mas quem influencia e está formando os cidadãos não se avalia, por isso que a sociedade está indo de mal a pior. Não só pouco se avalia, como menos ainda se faz para melhorar. Pelo contrário, há na própria mídia, pela sede de ganhar dinheiro, um poder influenciador para o mal, para os maus costumes, para a violência, para a imoralidade e assim por diante. Um mundo assim não tem futuro. Nós, adventistas, não devemos seguir tal modelo.

Quanto a ação evangelística, também se deveria desenvolver um procedimento de avaliação mais amplo, envolvendo a todos. Isso é difícil e trabalhoso? Sim, evidente, mas é altamente produtivo. É o natural do ser humano querer melhorar, e trocando idéias entre si, buscar o aperfeiçoamento. Portanto, devemos investir tempo e recursos para algo que só nos daria mais eficácia e poder.

Quais são as partes interessadas nessa avaliação. A principal são os interessados pela vida eterna, aqueles que são o alvo de nossos esforços missionários. Eles são consultados quanto aos nossos esforços? Que se saiba, não. As nossas avaliações são muito unilaterais, da parte de quem mais erra, ou seja, de quem que faz evangelismo. Se bem que ele também deve dar suas opiniões, é exatamente esse que está em posição de desvantagem de fazer uma boa avaliação construtiva, pois lhe falta o ‘espírito crítico’, é bem complicado e bem pouco confiável alguém avaliar a si mesmo.

Todos os que de alguma forma se envolveram devem participar da avaliação e todos devem ser avaliados, desde o mais alto posto de responsabilidade até aqueles que tiveram os papéis que menos aparecem, e que se parecem menos importantes. Ou não é avaliação séria que pretenda melhorar alguma coisa. Essa é a chamada avaliação de 360 graus, ou seja, todos de alguma forma avaliam, e todos de alguma forma são avaliados. E todos devem agir no sentido de aperfeiçoar, nunca no sentido de culpar ou condenar, exceto se houver comportamento de alguém deliberado a prejudicar. Isso é muito importante, o espírito da avaliação, não deve ser o de atingir pessoas, mas os procedimentos, o como as coisas estão sendo feitas, ou foram feitas.

 

  1. 3.      Terça: O que o Senhor pede

Em resumo, considerando o contexto dos nossos estudos, o que nosso DEUS nos pede? Que demonstremos, pelo nosso viver, que somos obedientes ao que Ele nos pede, e que por isso, somos mais saudáveis, mais felizes, que nossas famílias são mais sólidas e estáveis, e que como sociedade, somos respeitadores de bons princípios, por isso bons cidadãos. O mundo quer ver nos cristãos pessoas coerentes com a Bíblia. Isso não acontece. Portanto, ao menos os adventistas sejam assim, uma vez que crêem na Bíblia como regra de fé e fonte da verdade.

Se nós devemos cumprir a ordem de evangelizar, e se assumimos essa responsabilidade, então também devemos viver conforme este evangelho. Que não aconteça de nem nós praticarmos aquilo que estamos tentando ensinar. Nesse caso, DEUS não poderia abençoar o trabalho para que desse muito fruto, pois estaria enchendo a igreja de pessoas a exemplo daqueles que, dentro da igreja, mesmo pregando e ensinando, estão se perdendo.

“A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (Educação, 57).

 

  1. 4.      Quarta: Avaliando para o crescimento espiritual

Retornamos ao assunto de lições anteriores, sobre a avaliação. Hoje o autor vai a um ponto fulcral: o que avaliar. Já havíamos escrito sobre isso, então, voltemos a esse assunto.

Uma avaliação que envolva pessoas tem que ter medidas quantitativas mas também medidas qualitativas. E não só uma e nem só outra. Quando se avalia o desempenho de uma igreja somente pelo alvo de batismos, é parcial e o efeito pode ser altamente prejudicial. Por exemplo, pessoas batizadas geralmente são esquecidas e logo saem da igreja.

Como se deveria avaliar a ação evangelística? O autor ainda não revelou até o momento, mas, na ânsia de tratar desse assunto, vamos a ele.

Devemos ter o alvo de batismos, sem dúvida. Mas também devemos ter diretrizes e metas de permanência na igreja, por exemplo, de evitar o quanto possível que novos conversos e de pessoas antigas na igreja abandonem a fé. Isso nos levaria a um trabalho muito esquecido, de visitação dos membros e confirmação da fé. Temos alvos de abertura de novas igrejas, mas não temos algo sustentável sobre como qualificar essas novas igrejas a se sustentarem. Não se formam líderes locais. Também nos faltam indicadores de crescimento espiritual. A lição dá a entender que isso é difícil de se medir, mas na realidade é até bem fácil. Quando uma pessoa cresce espiritualmente ela se envolve nas atividades da igreja, portanto é só relatar o envolvimento em ações de natureza espiritual, algumas em específico, e outras em geral, pois há muitas. É descrever o efeito para entender as causas. Fácil de se fazer. O que não se pode medir é se a pessoa está salva ou se está perdida, isso sim, é impossível ao ser humano.

E fazer anotações e medidas de nada serve se essas informações não forem estudadas e seus resultados não forem utilizados para o planejamento de ações corretivas. Portanto, se a nossa igreja estiver morna, isso sabemos fácil, mas o seu detalhamento sobre o que cada membro necessita para reavivar a sua vida, isso é mais difícil. Tal coisa requer melhor diagnóstico através de dados mais detalhados, e principalmente visita individual e trabalho como fazem os médicos: levantam informações individuais para saber as causas das doenças e prescrevem tratamento específico a cada paciente. É isso que nos está faltando.

 

  1. 5.      Quinta: Avaliando para o crescimento da igreja

A lição traz por título: “avaliando para o crescimento da igreja”. E como se faz isso? Creio que ontem abordamos esse ponto. Portanto, vamos um pouco adiante.

Avaliar para o crescimento é criar indicadores que nos informem como estamos crescendo, e se estamos crescendo de modo sustentável. Por exemplo, só avaliar o número de batismos mas não ter em conta quantos saem da igreja não é avaliar para o crescimento, e sim, avaliar o número de entrantes na igreja. Só isso! Pode-se batizar bastante, e a igreja pode até estar diminuindo em número. Isso é possível, e há casos assim, em evangelismos, por exemplo.

A nossa ênfase não deve ser no batismo, mas na salvação!

E se for assim, ênfase na salvação, teremos que também nos preocupar em avaliar o que se está fazendo para levar as pessoas ao crescimento espiritual. São basicamente três coisas que se requer para que haja crescimento espiritual: estudo da Bíblia e do Espírito de Profecia, envolvimento em ações de motivação evangelística e programações de natureza espiritual e também de natureza social na igreja. Mas de um modo direto ou indireto, tudo o que se fizer deve ter por objetivo final o crescimento espiritual dos membros da igreja bem como servir para honrar ao nosso DEUS. E essas três coisas podem ser medidas e avaliadas. Deveriam ser.

 

  1. 6.      Aplicação do estudo Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

Então, quais os princípios para cativar pessoas a apoiarem alguma atividade evangelística de iniciativa particular? Dessa vez iremos ilustrar com nosso trabalho simples de fazer comentários sobre a lição da Escola Sabatina bem como os vídeos sobre profecia. Esses últimos ainda estamos aprendendo como melhorar a qualidade etc. Mas só se aprende fazendo, então eles estão sendo publicados. Vai devagar pois requer bastante tempo.

A nossa intenção é, mantendo-nos fiéis ao que aprendemos de JESUS, transmitir de modo honesto e simples, em palavras que todos possam entender, sem querer honras, a outras pessoas como melhorar o estilo de vida cristão. Iniciamos em 1998, por incentivo de um outro irmão, e desde então, nunca mais interrompemos. Nesse meio tempo uma certa quantidade de pessoas se dispôs a participar. Há quem traduza para o espanhol e outro para o inglês. Há sempre quem nos auxilie nas correções de texto. Há quem coloque links em seus sites e blogs para que mais pessoas acessem. Há que faça cópias e envie a outros por e-mail. Há quem imprime e repasse a outros. Há quem informe outros sobre como acessar. Há quem utilize em seus estudos na igreja e na Escola Sabatina. Há quem utilize como fonte para fazer sermões. Há quem melhore os slides correspondentes a palestras. Há quem publique isso na net. E nesses últimos dias há pessoas que se dispõe a nos ensinar truques de vídeo. Há quem nos alerte sobre algum link que não está funcionando ou erros de informação. Há muitas pessoas que escrevem agradecendo e incentivando. Há uma quantidade enorme de pessoas que pedem conselhos, que já está muito difícil de atender a todos. Há os desesperados por causa dos problemas gigantescos que nos escrevem. Há pessoas no limite do desespero que telefonam sem nem saberem o que desejam, apenas fazem uma ligação. Dessas pessoas (elas não sabem disso) que vem o maior apoio, pois nesses casos a nossa incompetência nos leva a orar a DEUS buscando n’Ele a sabedoria que não temos. Há um apoio muito especial, o de minha família. A minha esposa só é motivo de alegria, apóia tudo e leva uma vida simples. A filha segue o mesmo caminho da esposa, e o genro só veio agregar positivamente no nosso estilo simples de viver. Só a presença dela já seria suficiente, mas seu jeito de ser esposa é algo impressionante. É DEUS que a faz ser assim para que o tempo necessário, que não é pouco, não seja percebido. Não se faz idéia de quantos são os leitores, porém, sabemos que estão espalhados em mais de 50 países ao redor do mundo, isso da parte dos que acessam diretamente em nossa página. Alguns países onde ocorrem acessos, e de onde menos se esperava: China (3º país onde mais acessam), Índia, Israel, Ucrânia, República da Coréia, Japão e Rússia. Esses são alguns países de onde jamais esperávamos acessos. Os 5 países de onde mais acessam são: Brasil, Estados Unidos, China, Portugal e Moçambique. O estado da Califórnia, se fosse um país, seria o terceiro, à frente da China. As 5 cidades que mais acessam são: Montain View (Califórnia, EUA), Beijing, (China), São Paulo (Brasil), Sunnyvale (Califórnia EUA) e Rio de Janeiro (Brasil). Das 50 cidades que mais acessam, 19 não são brasileiras. E por onde vamos, com frequência encontramos pessoas que dizem pautar sua vida nesses comentários, e relatam que fizeram mudanças no estilo de vida a partir deles. Já recebemos e-mails com tais relatos de todos os continentes. Não fazemos idéia de quantos se reavivaram e reformaram suas vidas, nem de quantos se batizaram por esse trabalho. É impossível saber, mas temos também informações sobre esses resultados. Tornou-se grande a responsabilidade, a ponto de termos o costume de orar pelo menos de hora em hora. Certamente foram esquecidos alguns apoios que recebemos, ou que nem conhecemos existirem. Mas um dia, e bem logo, teremos a felicidade de ver essas pessoas, e estar com elas, para sempre.

Agora vem a parte curiosa da história. Nunca se solicitou auxílio ou apoio. E no entanto, a solidariedade e apoio jamais faltaram da parte dos membros da igreja. E sempre na medida do necessário, nunca faltou nem sobrou. Aliás, já nos ofereceram apoio financeiro, o que não aceitamos, pois não é necessário. Nós adventistas somos um povo unido em torno do que alguém faz. Afinal, como se explica tanto apoio, sem que tenha havido busca por ele? Se não está sendo o poder do ESPÍRITO SANTO, então não temos explicação.

Faça alguma coisa de coração, com humildade, seguindo à risca as orientações da Bíblia e do Espírito de Profecia, com oração, e o apoio vai cair do Céu. Não centre nunca em si mesmo, e nem siga a sabedoria do mundo, muito menos as suas próprias idéias, e DEUS se encarregará de tudo. Por vezes passará por dificuldades e terá vontade de desistir. Mas nesses momentos sempre aparece, do nada, alguém para incentivar, e você vai seguir em frente. Se fizer com humildade, sempre submisso a DEUS, não vai conseguir desistir, assim como, por exemplo, Moisés não conseguiu desistir de guiar Israel pelo deserto, apesar de ter tentado desde o início. Há um poder misterioso e que impulsiona de contínuo. Mas coloque a DEUS em primeiro lugar, acima de tudo e à frente de tudo.

 

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O comentário em vídeo tem ênfase evangelística.

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escrito entre:  16/05/2012 a 22/05/2011

revisado em  23/05/2011

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.