Lição 03 – ESabatina – A condição humana -14 a 21 de outubro de 2017

Lição 034 A CONDIÇÃO HUMANA

Pr. Albino Marks

“Todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3:23).
Sábado, 14/10/17
INTRODUÇÃO
Um detalhe muito importante na criação do ser humano, é que ele foi criado perfeito, mas não independente: “E o Senhor Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás” (Gn 2:16, 17, Almeida Revista e Atualizada).
O ser humano, que foi criado à imagem e semelhança de Deus recebeu vida que emana da fonte de graça – o Deus-Trino. O ser humano foi criado perfeito em si, mas dependente de Deus, a graça. Um fato importante que é colocado em evidência na comunicação da graça, é a determinação de Deus fundamentando-a no relacionamento que tem como alicerce o amor. Amor de Deus para com o ser humano criado, revelado no princípio do livre arbítrio, a liberdade de fazer escolhas e tomar decisões. Amor do ser humano para com Deus, reconhecendo-o como a fonte do amor e da graça e declarando a sua inteira dependência no ato da obediência. Portanto graça e obediência, uma dádiva e uma resposta, são inseparáveis desde a eternidade. Deus revela o Seu amor e a Sua graça e o ser humano com a liberdade da escolha decide obedecer por amor.
Analisando a ordem com mais profundidade, encontramos alguns conceitos bem interessantes e importantes. Na orientação e ordem de Deus, que foi dada antes do pecado, evidenciam-se os conceitos do amor, da graça, da lei, da justiça e do julgamento ou juízo. “Coma livremente” – os conceitos do amor e da graça. “Mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal” – os conceitos da lei e da justiça. “Se comer da árvore do bem e do mal, certamente você morrerá” – os conceitos da lei, do julgamento ou do juízo e da justiça. (NVI).
Por meio de Adão, como pai da raça, o ser humano rompeu o relacionamento estabelecido em princípios de amor, graça, harmonia e confiança, orientando a conduta. Em verdade, afastou-se da proteção da graça quando desobedeceu, por afastar-se dAquele que é a graça. O resultado, foram as consequências do pecado: perda da eternidade comunicada por Deus; “destituídos da glória de Deus” (Rm 3:23, NVI); escravos de Satanás, autor do pecado; enfermidades, toda sorte de males e a morte. Esta é a condição humana, separada de Deus.
PENSE “Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a tocos os homens, porque todos pecaram” (Rm 5:12, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Vocês estavam mortos em suas transgressões e pecados, […] sem esperança e sem Deus no mundo” (Ef 2:1 e 12, Nova Versão Internacional).
Domingo, 15/10/17
O PODER DE DEUS
Como Deus em Sua onisciência não enfrenta emergências imprevistas, é preciso compreender que tal como o plano da criação que foi estabelecido nos tempos eternos, também todo o plano da salvação teve o seu planejamento pré-estabelecido “antes da criação do mundo” (1Pe 1:20, NVI).
Isto equivale dizer que quando foi estabelecido o plano da salvação na eternidade, a lei moral, em sua essência e forma também já fazia parte do plano divino para os habitantes deste planeta. 4
Neste contexto, quando Deus planejou a criação do homem na eternidade com a liberdade de escolha, trabalhou com a possibilidade da queda do homem que iria criar. Prevendo a possibilidade da escolha errada, compreende-se que a queda estava relacionada com a transgressão da lei, que conhecemos como lei moral.
Deus criou o homem à Sua imagem, implantando no caráter dele os atributos comunicáveis do Seu caráter. Ele foi criado à imagem de Deus como pessoa. ‘“Deus criou o homem a Sua imagem’ (Gn 1:27), e era Seu intento que quanto mais o homem vivesse tanto mais plenamente revelasse esta imagem, refletindo mais completamente a glória do Criador. Todas as suas faculdades eram passíveis de desenvolvimento; sua capacidade e vigor deveriam aumentar continuamente” (Educação, p. 15).
Como o homem fez a escolha errada, transgredindo a lei e pecando contra Deus, Deus revelou o “mistério que, durante as épocas passadas, foi mantido oculto em Deus, […] de acordo com o Seu eterno plano que Ele realizou em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Ef 3:9, 11, Nova Versão Internacional).
Este plano, Paulo apresenta como o evangelho, as “boas novas” do “poder de Deus”, para realizar o resgate e a restauração do homem. Na realização do plano Deus manifesta o Seu amor e a Sua justiça na provisão do Substituto inocente para pagar a culpa do transgressor, na pessoa de Cristo Jesus, nosso Senhor.
Para o transgressor receber o benefício desta graça de Deus, ele primeiro recebe a bênção da fé, e exercitando a fé, aceite o plano de Deus oferecido como uma dádiva da graça. A salvação é um ato da graça de Deus. O transgressor nada pode fazer. A única ação, é pela fé, aceitar ou rejeitar a dádiva.
PENSE “Por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus” (Rm 5:2, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus” (Ef 2:8, Nova Versão internacional).
Segunda, 16/10/17
TODOS PECARAM
“Todos pecaram”, e estão sob a condenação de Deus, porque se rebelaram contra a lei de Deus, a expressão da Sua vontade.
O grande problema dos conceitos espirituais é a maneira de avaliar a natureza humana. O ser humano age orientado pelo princípio da comparação. Se não pratica as obras que condena no semelhante, julga-se melhor, e por consequência, justifica a si mesmo merecedor de melhor recompensa.
Outra questão que atua como complicador dos conceitos espirituais é a avaliação do caráter de Deus, a Sua glória, dentro da limitada conceituação humana. O caráter de Deus não é avaliado como uma entidade holística, uma totalidade perfeita e completa em todos os Seus atributos.
Muitos limitam o caráter de Deus ao Seu amor e a Sua graça, desprezando a Sua santidade, a Sua justiça, a Sua pureza… Os atributos do caráter de Deus formam uma personalidade perfeita e completa em todos os detalhes.
No contexto da eternidade de Deus e da transitoriedade do ser humano, a Escritura declara: “Da mesma forma, como o homem está destinado a morrer uma só vez e depois disso enfrentar o juízo” (Hb 9:27, Nova Versão Internacional).
O ser humano se avalia dentro da compreensão de sua limitada transitoriedade, não compreendendo que se encontra envolvido no conflito entre Cristo e Satanás, no contexto da eternidade. Neste contexto, todos os casos são analisados e julgados à luz da lei de Deus. “A história humana relata as realizações dos homens, suas vitórias em batalhas, seu êxito em atingir a grandeza mundana. A história de Deus descreve o homem tal como o vê o Céu. Nos registros divinos todo o seu mérito consiste na obediência que ele prestar aos mandamentos de Deus. […] À luz da eternidade ver-se-á que Deus lida com os homens segundo a momentosa questão da obediência e da desobediência” (Meditação Matinal, 2005, p. 338).
O final do juízo de investigação, justo e correto, culmina com a volta de Jesus, para determinar a recompensa de cada um. Os que houverem aceito a graça de Deus, manifestada na morte substituta de Jesus, passando a viver vida obediente aos Seus mandamentos e os ensinos da Escritura, movidos pelo poder do Seu amor, receberão a recompensa de vida eterna. Os que rejeitaram a graça e continuaram em desobediência deliberada, receberão a recompensa da condenação para a morte eterna.
PENSE “Não há nenhum justo, nem um sequer; não há ninguém que entenda, ninguém que busque a Deus” (Rm 3:10, 11, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Assim também Cristo foi oferecido em sacrifício uma única vez, para tirar os pecados de muitos; e aparecerá segunda vez, não para tirar pecados, mas para trazer salvação aos que O aguardam” (Hb 9:28, Nova Versão Internacional).
Terça, 17/10/17
PROGRESSO?
No argumento de Satanás, induzindo Eva desobedecer a ordem de Deus e comer do fruto proibido, encontramos duas ideias falsas: ser como um deus e não morrer. Estas ideias subiram à cabeça do homem com tamanha força que cada vez mais o ser humano ambiciona poder para gerir seu próprio destino e ser capaz de solucionar por conta própria os seus problemas. De modo muito evidente, o ser humano busca com ousado empenho a solução para a mentira do diabo – o problema da morte e encontrar o caminho para a vida eterna.
O ser humano já tentou também de várias maneiras solucionar problemas menores, como a maldade que domina a natureza humana, manifestada pela violência, pelo engano, pela opressão de diferentes formas; também luta para solucionar o problema da desigualdade social, a erradicação das enfermidades e outros. No entanto, todas as experiências resultaram em amargas frustrações.
Paulo, em seus dias, há dois mil anos passados, falou sobre as condições reinantes, e a realidade demonstra que o “progresso” não conseguiu criar situações para dias melhores.
“Portanto, a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça, pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis; porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e o coração insensato deles obscureceu-se. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal. (Rm 1:18-23, NVI).
Como o ser humano é dominado pela natureza pecaminosa ele não consegue criar condições favoráveis para o desenvolvimento das virtudes nobres, e por si, não consegue livrar-se do fosso de maldade em que se encontra.
PENSE “O homem, mesmo que muito importante, não tem entendimento; é como os animais, que perecem” (Sl 49:20, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Sei que sou pecador desde que nasci, sim, desde que me concebeu minha mãe” (Sl 51:5, Nova Versão Internacional).
Quarta, 18/10/17
O QUE OS JUDEUS E GENTIOS TÊM EM COMUM
Paulo reconhece que perante Deus todos são iguais, todos são pecadores, destituídos da glória de Deus e todos necessitados do Salvador. Nos seus dias, não importava se era pagão ou judeu. Hoje também não importa se é cristão ou pagão. Todos, para escapar da condenação à morte eterna, precisam reconhecer e aceitar a Jesus como seu Salvador e Senhor.
Nos dias de Paulo, os judeus se julgavam superiores aos outros povos e se orgulhavam perante os pagãos como favorecidos de Deus. Paulo não foi complacente: “você que se julga melhor do que seu próximo pagão e condena as suas práticas erradas, comete os mesmos pecados, com peso de maior gravidade, pois, se orgulha de obediência aos preceitos de Deus, mas desonra o Seu nome pela desobediência da Sua vontade”.
Enfatizando o contraste entre a justiça dos mestres da lei e dos fariseus, e a justiça de Deus, Jesus disse: “Se vocês amarem aqueles que os amam, que recompensa vocês receberão. Até os publicanos fazem isso! E se saudarem apenas os seus irmãos, o que estarão fazendo de mais? Até os pagãos fazem isso! Portanto, sejam perfeitos como perfeito é o Pai celestial de vocês” (Mt 5:46-48, Nova Versão Internacional).
A justiça própria é limitada em todos os aspectos. A justiça de Deus é ilimitada e se expande com a prática. Portanto, se queremos herdar o Reino necessitamos conhecer e praticar a justiça de Deus. Caminhar na direção da perfeição de nosso Pai celeste, é aprender a amar aqueles que não nos amam; fazer o bem àqueles que nos aborrecem; bendizer àqueles que nos insultam. A justiça de Deus nos conduz pelo caminho do aperfeiçoamento do caráter à semelhança do caráter de Jesus.
Um dos grandes problemas dos dias de Paulo era a hipocrisia espiritual. Julgar-se bom e aceito por Deus, comparando-se com os semelhantes que aos seus olhos eram pecadores depravados, quando não viam a sua própria condição de hipócritas espirituais.
Paulo chamou os seus compatriotas à responsabilidade para que compreendessem a sua condição de pecadores e honrassem a Deus por sua profissão de fé. “Pois, como está escrito: ‘O nome de Deus é blasfemado entre os gentios por causa de vocês” (Rm 2:24, Nova Versão Internacional).
PENSE “Portanto, você, que julga os outros é indesculpável; pois está condenando a si mesmo naquilo em que julga, visto que você, que julga, pratica as mesmas coisas” (Rm 2:1, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Assim, quando você, um simples homem, os julga, mas pratica as mesmas coisas, pensa que escapará do juízo de Deus?” (Rm 2:3, Nova Versão Internacional).
Quinta, 19/10/17
O EVANGELHO E O ARREPENDIMENTO
“Eu os atraía com vínculos humanos, com laços de amor; era para eles como quem levanta uma criancinha à altura do rosto. […] De longe, o Senhor me apareceu: Eu te amo com um amor de eternidade; é, pois, por amizade que te atraio para Mim” (Os 4:11 e Jr 31:3, Tradução Ecumênica da Bíblia).
Esta é a maneira como o Deus do Velho Testamento apresentava as “boas novas” do evangelho eterno e chamava Seus filhos perdidos e dominados pelo pecado, ao arrependimento. Muitas vezes o Deus do Velho Testamento é apresentado como um Deus diferente, que não tinha um plano de salvação para seus filhos, escravos do pecado. Que a salvação é alguma coisa nova que Jesus veio trazer.
Mas, como declara o autor aos Hebreus, “visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hb 12:1, 2, Almeida Revista e Atualizada).
Em quem, esta nuvem de testemunhas de salvos da escravidão do pecado, antes da cruz, centralizava a sua fé? Como foram salvos? Por méritos próprios, vivendo em harmonia com os princípios da lei moral ou pela graça? Como não há salvação fora da graça, como tomaram conhecimento dessa provisão divina em seu favor? Como receberam o conhecimento de Jesus como o Cordeiro morto “desde a fundação mundo?” (Ap 13:8).
Ah, se pudéssemos entender toda a impressiva beleza do ritual do santuário antes da cruz! Se nossa mente pudesse apanhar a importância de cada detalhe para conduzir o pecador a Cristo, como a graça salvadora, antes da cruz, isto sem dúvida mudaria profundamente a nossa relação para com Deus, nosso Pai, Jesus, nosso grande Salvador e Amigo e o Espírito Santo, nosso guia espiritual e companheiro permanente em nossa jornada neste mundo hostil, para o lar eterno.
Paulo repete a mesma mensagem do amoroso convite de Deus: “Ou desprezas a riqueza da sua bondade, e tolerância, e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento?” (Rm 2:4, Almeida Revista e Atualizada).
A mensagem do evangelho que convida ao arrependimento é sempre a mesma, não importando o tempo: graça, amor, perdão e salvação é dom de Deus em favor do pecador.
PENSE “Pedro respondeu: ‘Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos seus pecados, e receberão o dom do Espírito Santo’” (At 2:38, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Contudo, por causa da sua teimosia e do seu coração obstinado, você está acumulando ira contra si mesmo, para o dia da ira de Deus, quando se revelará o seu justo julgamento” (Rm 2:5, Nova Versão Internacional).
Sexta, 20/10/17
ESTUDO ADICIONAL
A Escritura Sagrada coloca todos os seres humanos sob a mesma condição: todos pecaram. Paulo resume esta condição nestas palavras: “Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” (Rm 3:23, Nova Versão Internacional).
Levanta-se a inquietante pergunta: Se todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus, o que é o pecado, este poder, com tamanha força devastadora, capaz de destituir todos os seres humanos da glória de Deus?
Outra pergunta tremendamente importante: O que é a glória de Deus, esta manifestação, que envolve o homem, mas que o pecado tem poder para despojar, destituindo o homem desta glória?
Declara o Salmista, rei Davi: ”Pergunto: que é o homem, para que com ele te importes? […] O coroaste de glória e de honra” (Sl 8:4, 5, Nova Versão Internacional).
Que declaração significativa: Deus coroa o homem de glória e de honra, mas o pecado tem o poder para desnudar o homem deste envolvimento provido por Deus.
Deus criou o homem à Sua imagem e semelhança, implantando no caráter do homem os atributos comunicáveis do Seu caráter. O homem foi criado à semelhança de Deus como pessoa, recebendo a Sua glória. “Qual é essa glória? O caráter de Deus” (Testemunhos para Ministros, 499).
Deus declara o propósito para o qual criou o homem: “Todo o que é chamado pelo meu nome, a quem criei para a minha gloria, a quem formei e fiz” (Is 43:7, Nova Versão Internacional). O homem é criatura de Deus, feito à Sua imagem e semelhança, para glorificá-lO. Todavia, o pecado despojou o homem deste propósito de Deus.
Então, o que é o pecado, o poder que destituiu o homem da glória de Deus?
Pecado, da maneira como a Escritura o apresenta, é a atitude de rebelião e de rompimento do relacionamento de santidade, harmonia, amor, justiça e perfeição, com a Pessoa amorosa, justa e perfeita de Deus. No Universo, a rebelião e o rompimento, aconteceu, partindo de Lúcifer, uma criatura, que “encheu-se de violência e pecou” (Ez 28:16). No planeta Terra, a rebeldia partiu do homem, Adão. O pecado sempre acontece quando criaturas rejeitam a Soberania e a liderança de Deus, o Criador. Como o conflito entre a justiça e o pecado, com a expulsão de Lúcifer e seus demônios do Céu, foi transferido para a Terra, o pecado continua acontecendo sempre que criaturas humanas rejeitam a Soberania de Deus e se submetem à escravidão de Satanás.
PENSE “Todo aquele que vive habitualmente no pecado também vive na rebeldia, pois o pecado é rebeldia” (1Jo 3:4, Imprensa Bíblica Brasileira).
DESAFIO “Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm 5:12. Nova Versão Internacional).