Lição 04 – ESabatina – Fugindo do mundanismo – 20/01 a 27/01 de 2018

Lição 04 FUGINDO DO MUNDANISMO

Pr. Albino Marks

“As riquezas de nada aproveitam no dia da ira, mas a justiça livra da morte […]. Quem confia nas suas riquezas cairá, mas os justos reverdecerão como a folhagem” (Pv 11:4, 28).

Sábado, 20/01/2018

INTRODUÇÃO

“Embora estejamos muitas vezes cercados de uma atmosfera maculada e corrupta, não necessitamos, contudo, respirar o seu veneno: podemos sempre viver na atmosfera pura do Céu. Podemos fechar as portas a todos os pensamentos impuros, elevando a alma a Deus por meio de oração sincera. Aqueles cujos corações estão abertos para receber o auxílio e a bênção de Deus, viverão numa atmosfera mais pura que a que circunda a terra, e terão constante comunhão com o Céu” (Vereda de Cristo, Ed. de bolso, p. 97).

Fugir do mundanismo e manter os pensamentos centralizados nos valores eternos foi o segredo de Enoque em seu andar com Deus. Mesmo vivendo no meio de uma geração depravada, condenada a perecer sob o dilúvio, a vivência espiritual de Enoque tornou-se de tal intimidade com Deus que um dia foi convidado para acompanhá-lO e permanecer com Ele no Paraíso.

Enoque desenvolveu a visão espiritual que Moisés viveu séculos mais tarde: “Porquanto considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito, porquanto contemplava o galardão. […] Pela fé […] permaneceu firme como quem vê Aquele que é Invisível” (Hb 11:26, 27, Almeida Revista e Atualizada).

A imaginação santificada é um dom de Deus para que o homem possa ver o Invisível. O inimigo, que conhece o poder existente na comunhão com Deus, perverte este dom com interferências degradantes. Assim como fez com Moisés, coloca um brilho deslumbrante no materialismo mundano para desviar o olhar do galardão eterno.

Necessitamos exercitar este dom, mediante a fé, e pedir a Jesus para santificar a nossa visão mental. Quando a visão de Jesus, o Invisível, se torna real, encontramos deleite na esperança das riquezas eternas e as seduções de Satanás perdem o seu poder. “O Senhor, tenho-o sempre à minha presença; estando Ele à minha direita, não serei abalado” (Sl 16:8, Almeida Revista e Atualizada).

Imaginar a Pessoa de Cristo ao nosso lado, tornará real a Sua presença e colocará nossa visão nos valores eternos.

PENSE “Entretanto, todas estas coisas que eu antigamente julgava muito valiosas, agora, lancei-as todas fora, a fim de poder pôr minha confiança e esperança somente em Cristo. Sim, todas as outras coisas perdem o valor quando comparadas com o ganho inestimável de conhecer a Cristo Jesus, meu Senhor. Eu pus de lado tudo o mais, achando que valia menos do que nada, a fim de que possa ter a Cristo” (Fp 3:7, A Bíblia Viva).

DESAFIO “O Reino dos céus também é como um negociante que procura pérolas preciosas. Encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo o que tinha e a comprou” (Mt 13:44, 45, Nova Versão Internacional).

Domingo, 21/01/2018

RELACIONAMENTO COM CRISTO

O profeta Isaias apresenta uma mensagem poderosamente importante sobre o relacionamento com Cristo: “Porque assim diz o Senhor Deus, o Santo de Israel: Em vos converterdes e em sossegardes, está a vossa salvação; na tranquilidade e na confiança a vossa força, mas não o quisestes” (Is 30:15, Almeida Revista e Atualizada).

Quatro palavras chaves transmitem o centro de sua mensagem: conversão, sossego, tranquilidade e confiança.

Deus, entranhavelmente revela interesse terno por Seus filhos. O problema do homem reside no fato de separar-se de Deus e buscar a realização e a felicidade à sua maneira. Contudo, a desarmonia do homem com Deus e Seu padrão moral de conduta, coloca o homem em desarmonia consigo mesmo. Esta desarmonia aguça a sua necessidade de dependência e relacionamento e o homem busca satisfazê-la procurando outros deuses. Todavia, nenhuma outra relação preenche o relacionamento rompido com o Deus Criador, Vivo e Eterno.

A que deuses o homem se volve para satisfazer os grandes anseios do seu íntimo? Riquezas, poder, fama, prazer, conhecimentos humanistas e outros, mas nenhum deles satisfaz o vazio da alma. Porque a felicidade é fruto de um relacionamento de companheirismo, confiança, amor e de pertencer a alguém. A necessidade é a conversão, a entrega.

Jesus é o único Amigo capaz de preencher o vazio que angustia o íntimo do ser humano. Nenhum outro amigo pode fazer por nós o que Ele quer e pode fazer.

Restabelecido o relacionamento de amizade segue-se a tranquilidade, o descanso.

A confiança é o resultado final deste relacionamento. Os temores desaparecem, as angústias, ansiedades, depressões, cedem lugar a um bem-estar inexplicável. Disse Jesus: “deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe vosso coração, nem se atemorize” (Jo 14:27, Almeida Revista e Atualizada). A paz interior e a felicidade são um dom de Jesus para aqueles que nEle confiam.

PENSE “Confia no Senhor e faze o bem; […] e alimenta-te da verdade. Agrada-te do Senhor, e Ele satisfará aos desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle, e o mais Ele fará. […] Descansa no Senhor e espera nEle” (Sl 37:3-7, Almeida Revista e Atualizada).

DESAFIO “As pessoas que preferem adorar deuses falsos acabarão sofrendo duros castigos. […] Fiz do Senhor a minha companhia constante. Enquanto Ele estiver do meu lado, não tropeçarei. Por isso a minha alma, o meu espírito e o meu corpo ficam tranquilos e cheios de alegria. […] Tu me mostrarás os caminhos da vida. Junto a Ti há sempre a mais profunda alegria; ao Teu lado, os prazeres mais deliciosos da Tua eterna presença” (Sl 16:4, 8, 9 e 11, A Bíblia Viva).

Segunda, 22/01/2018

NA PALAVRA

Quando decidimos aceitar a Jesus como nosso Salvador, nosso melhor e maior amigo, a pérola que tem valor, mas não tem preço, porque ela exige a renúncia de tudo para obtê-la, significa que colocamos nossa vida sob o inteiro controle do Espírito Santo e seguimos as Suas instruções que são transmitidas mediante a Palavra. É pelo estudo diário que nos alimentamos do pão da vida para viver. Se passamos a viver relaxadamente somos responsabilizados por este modo de vida.

Declara o apóstolo Paulo que, quando vivemos segundo as inclinações naturais de nossos desejos, estamos semeando para a própria carne e seguramente a colheita será nesta direção. Por esta razão o apóstolo orienta e adverte: “Pois o pendor da carne é revolta contra Deus: Ela não se submete à lei de Deus, nem sequer o pode. Sob o domínio da carne não se pode agradar a Deus” (Rm 8:7, 8, Tradução Ecumênica da Bíblia).

É no estudo da Palavra que encontramos a revelação da vontade de Deus e como viver de maneira agradável para Ele. É de Paulo a orientação: “Eu os aconselho a obedecerem somente às instruções do Espírito Santo. Ele lhes dirá aonde ir e o que fazer, e assim vocês não estarão fazendo sempre as coisas erradas que a natureza pecaminosa de vocês quer que façam” (Gl 5:16, A Bíblia Viva).

Jesus disse que o Espírito Santo “não falará por si mesmo”, mas ensinará tudo o que tiver ouvido e fará lembrar tudo o que Ele, Jesus, ensinou (Jo 16:13). O Espírito Santo não viria com a missão de desfazer tudo o que fora feito ao longo de quatro mil anos, mas para confirmar tudo o que a Palavra ensinou no Velho Testamento a respeito de Jesus, e orientar os escritores do Novo Testamento no seu testemunho sobre a salvação em Jesus.

O principal meio de comunicação pelo qual o Espírito Santo transmite os Seus ensinamentos é a Palavra de Deus, e esta é a Palavra da Trindade. Quando a liderança do Espírito Santo assume o controle de nossa vida, o inimigo perde o poder de influência, e os nossos desejos são direcionados para o alto, onde Cristo está e onde se centraliza nossa esperança de vida eterna.

PENSE “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração” (Hb 4:12, Almeida Revista e Atualizada).

DESAFIO “Tomai […] a espada do Espírito, que é a palavra de Deus” (Ef 1:17, Almeida Revista e Atualizada).

Terça, 23/01/2018

VIDA DE ORAÇÃO

O apóstolo Paulo descreve a vida cristã semelhante a uma batalha travada entre dois inimigos: “Pois o nosso combate não é contra o sangue nem contra a carne, mas contra os Principados, contra as Autoridades, contra os Dominadores deste mundo de trevas, contra os Espíritos do Mal, que povoam as regiões celestiais. […] Com orações e súplicas de toda a sorte, orai em todo tempo, no Espírito, e para isso vigiai com toda a perseverança e súplica por todos os santos” (Ef 6:12, 18, A Bíblia de Jerusalém).

A guerra não é travada contra inimigos visíveis que atacam com armas palpáveis, mas contra inimigos invisíveis, que atacam com armas espirituais e morais, destruindo as fortalezas do caráter dos seres humanos.

Para resistir às investidas destes inimigos, uma das mais poderosas armas de defesa e ataque é a oração. Necessitamos compreender que a oração é como o pulsar do coração, é como respirar o ar que nos conserva com vida. Portanto, quando o apóstolo Paulo insiste, “orai em todo tempo” demonstra que esta é uma necessidade permanente de nossa vivência espiritual. (1Ts 5:17).

Uma questão muito importante, e talvez a mais importante, da oração, é não permitir que Deus nos fale. Pensamos que somente nós temos o direito de falar. Precisamos também ouvir. Certamente na oração o mais importante é ouvir.

Imaginemos um paciente procurando seu médico para contar-lhe tudo o que sente em longo discurso, e dizer: “Muito obrigado por ter-me ouvido, doutor, mas estou com muita pressa”. E retira-se sem ouvir a resposta do médico. Há muitos desses pacientes na sala de espera da oração. Esta é a razão porque os períodos de oração praticamente não significam nada para muitas pessoas. Afastam-se da presença de Deus exatamente como se aproximaram. Com as mesmas inquietudes e ansiedades, porque não depositaram seus problemas nas mãos do melhor Amigo. Sem dúvida é com pesar que o grande Médico nos vê saindo da Sua presença, sem haver recebido uma palavra de orientação a respeito de nossas enfermidades espirituais.

Samuel, ainda criança, disse a Deus: “Fala que Teu servo ouve”.
PENSE “As tentações a que estamos expostos tornam a oração uma necessidade” (Mensagens aos Jovens, p. 246).

DESAFIO “De manhã ouves a minha voz; quando o sol nasce, eu faço a minha oração e espero a Tua resposta” Sl 5:3, A Bíblia na Linguagem de Hoje).

Quarta, 24/01/2018

VIDA SÁBIA

Bem antes de Salomão, Moisés pediu a Deus: “Ensina-nos a contar os nossos dias para que o nosso coração alcance sabedoria” (Sl 90:12, Nova Versão Internacional).

Os dois se destacaram como grandes líderes do povo de Deus. Moisés recebeu a incumbência de Deus para transmitir os Seus “decretos e leis” para o povo de Israel, para que os outros povos vissem “a sabedoria e o discernimento” deles (Dt 4:5, 6). Salomão pediu a Deus “um coração sábio e cheio de discernimento para ministrar a justiça” (1Rs 3:9, 12), segundo os Seus decretos e leis.

O que é a sabedoria? Todo ser humano tem a capacidade de adquirir conhecimentos e estes podem destacá-lo entre os seus semelhantes. O conhecimento é o acúmulo de informações obtido de diferentes fontes. Contudo, alguém pode armazenar uma grande riqueza em conhecimentos e ainda não possuir sabedoria. Outro pode ter pequeno conhecimento e, no entanto, ser rico em sabedoria.

Salomão declarou: “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria e o conhecimento do Santo é entendimento” (Pv 9:10, Nova Versão Internacional).

O conhecimento podemos obter em diferentes fontes de informações, mas a sabedoria é uma dádiva de Deus, por Ele concedida a quem Lhe pedir: “Se alguém de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade” (Tg 1:5, Nova Versão Internacional).

A sabedoria é o dom de Deus para discernir o conhecimento, se é bom ou mau, correto ou errado. Adão e Eva trouxeram as consequências do pecado sobre toda a sua descendência porque foram seduzidos pela obtenção de conhecimento mau, errado.

Para obter a vitória sobre o mundanismo com suas seduções de materialismo, poder, fama, necessitamos da sabedoria concedida por Deus, por meio de Sua Palavra, para discernir as ciladas do diabo. “Embora houvesse tomado sobre Si a natureza humana, era sustido por uma força divina, e não Se apartou num só ponto da vontade do Pai” (Desejado de Todas as Nações, p. 735).

PENSE “Pois a sabedoria deste mundo é loucura aos olhos de Deus. Pois está escrito: ‘Ele apanha os sábios na astúcia deles’” (1Co 3:19, Nova Versão Internacional).

DESAFIO “Pois a sabedoria é mais preciosa do que rubis; nada do que vocês possam desejar compara-se a ela” (Pv 8:11, Nova Versão Internacional).

Quinta, 25/01/2018

O ESPÍRITO SANTO

Ontem estudamos sobre a necessidade de viver vida sábia regida pela sabedoria. Mas esta experiência não é o caminho natural da natureza pecaminosa. Necessitamos de uma força exterior que atuando em nós, faz-nos aceitar e agir em harmonia com a vontade de Deus, que é o princípio da sabedoria. Deus faz a promessa: “Porei o Meu Espírito em vocês e os levarei a agirem segundo os Meus decretos e a obedecerem fielmente às Minhas leis” (Ez 36:28, Nova Versão Internacional).

Jesus, antes de voltar para o Pai, depois de cumprir a missão do plano da salvação, repetiu esta promessa para os Seus discípulos, de maneira mais ampla: “Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que Me ama será amado por meu Pai, e Eu também o amarei e me manifestarei a ele. […] Se alguém Me ama, guardará a Minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada. […] Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” (Jo 14:21, 23 e 26, Almeida Revista e Atualizada).

A promessa do poder para combater contra as forças do mal e conduzir para a vitória é certa e segura, mas está condicionada a entrega da vontade em submissão ao controle do Espírito Santo. É o
Espírito Santo que ensina a viver e agir em harmonia com o padrão da justiça de Deus, as Suas orientações expressas em decretos, leis e mandamentos.

A entrega da vontade à liderança do Espírito Santo tem o seu firme fundamento no amor. Atraídos pelo amor Deus revelado pela manifestação dos Seus atos por meio de Jesus Cristo, provendo a nossa reconciliação e salvação, nos constrange a expressar o nosso amor pela obediência espontânea aos princípios que orientam sobre a Sua vontade. “Nós amamos porque Ele nos amou primeiro” (1Jo 4:19, Nova Versão Internacional).

PENSE “Oro para que, com as gloriosas riquezas, Ele os fortaleça no íntimo do seu ser com poder, por meio do Seu Espírito, para que Cristo habite no coração de vocês mediante a fé; […] alicerçados em amor” (Ef 3:16,17, Nova Versão Internacional).

DESAFIO “E todos nós, que com a face descoberta contemplamos a glória do Senhor, segundo a Sua imagem estamos sendo transformados com glória cada vez maior, a qual vem do Senhor, que é o Espírito” (2Co 3:18, Nova Versão Internacional).

Sexta, 26/01/2018

ESTUDO ADICIONAL

O atributo básico do cidadão do Céu é o amor. “O amor precisa ser o móvel de ação. O amor é o princípio básico do governo de Deus no Céu e na Terra, e deve ser o fundamento do caráter cristão” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 197).

No jardim do Éden, a árvore do conhecimento do bem e do mal constituiu-se a prova para o amor do homem. Não é compulsão o que Deus impõe, mas anseia por submissão espontânea. Na obediência espontânea está a resposta de amor do homem. O homem não passou pela prova. Pela desobediência separou-se do Pai. Contudo, o amor do Pai permaneceu inalterado. E a prova para o homem sob o domínio do pecado, continua a mesma. Nos limites de Canaã, Moisés lembra ao povo: “Recordar-te-ás de todo o caminho, pelo qual o Senhor teu Deus te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias ou não os seus mandamentos” (Dt 8:2, Almeida Revista e Atualizada).

Para te provar e saber o que está no teu coração. Deus busca o amor. E o amor é revelado pela obediência à Sua vontade, expressa em Seus mandamentos. Mais adiante o grande líder volta ao tema: “[…] porquanto o Senhor vosso Deus vos prova, para saber se amais o Senhor vosso Deus de todo o vosso coração, e toda a vossa alma” (Dt 14:3, Almeida Revista e Atualizada). Amor, o princípio básico do governo de Deus, é a prova permanente para o homem no mundo em revolta contra o Criador.

Mas o amor enfrenta a forte oposição do egoísmo implantado no caráter do homem pelo inimigo. Com o egoísmo assentado no trono do coração desenvolve-se dura batalha no caráter do homem que ouve o convite do amor.

Paulo descreve em lances vivos a intensa luta entre as duas forças opositoras: “Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e, sim, o que detesto” (Rm 7:15, Almeida Revista e Atualizada).

PENSE “É o amor do dinheiro que a Palavra de Deus denuncia como sendo a raiz de todos os males. O dinheiro, em si, é o dom de Deus aos homens, para ser usado com fidelidade em seu serviço. Deus abençoou Abraão, e o tornou rico em gado, prata e ouro” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 139).

DESAFIO “Honre o Senhor com todos os seus recursos e com os primeiros frutos de todas as suas plantações” (Pv 3:9, Nova Versão Internacional).