Lição 05 – ESabatina – Mordomos após o Éden – 27/01 a 03/02 de 2018

Lição 05 MORDOMOS APÓS O ÉDEN

Pr. Albino Marks

“Visto que fomos aprovados por Deus, a ponto de nos confiar Ele o evangelho, assim falamos, não para que agrademos a homens, e sim a Deus, que prova o nosso coração” (1Ts 2:4).

Sábado, 27/01/2018

INTRODUÇÃO

Adão e Eva receberam das mãos de Deus a responsabilidade de administrar, em forma de mordomia, toda a criação de Deus com o propósito de sempre exaltar o Criador. Foram abençoados para exercer “domínio” (Gn 1:26, 28), sobre tudo o que Deus havia criado. Esta era a administração dos valores nas áreas física e material.

A segunda responsabilidade era a administração dos valores espirituais, preservando-os pela obediência e pelo ensino. Estes valores envolvem as orientações de Deus sobre a Sua pessoa como único Deus, com todos os atributos que O revelam como a Fonte de todo o bem. Também envolvem as Suas orientações para a conduta do ser humano criado, que pela obediência reconhece que não existe outro Deus além do Deus Criador (Gn 2:16, 17; Êx 20:2; Is 45:18).

“De acordo com o Seu eterno plano” (Ef 3:11, NVI), com a queda de Adão e o domínio do pecado, Deus ampliou a mordomia para uma terceira dimensão. O pastor Roberto Roncarolo, fundamentado em vários textos e analisando aspectos do termo mordomia, fez esta afirmação: “Ser mordomo no sentido em que aparece no Novo Testamento, significa que um homem vê em Jesus Cristo o plano redentor de Deus (oikonomia) para a salvação do mundo, e responde com alegria a esta visão dando-se a si mesmo e tudo o que possui para a realização deste plano divino” (Manuscrito).

No mundo envolvido pelo domínio do pecado, além da administração dos valores materiais e espirituais, Deus envolve o homem no Seu plano redentor, “que Ele realizou em Cristo Jesus” (Ef 3:11, NVI), e confia a responsabilidade de embaixadores a homens redimidos (2Co 5:19, 20).

Esta atuação divina abrange dois aspectos importantes: no homem e com o homem. No homem, envolve o aprimoramento do caráter e o desenvolvimento de habilidades. Com o homem, a atuação envolve a habilitação para o serviço em prol de outros. Este é o amplo conceito de mordomia. “Afeta toda esfera da atividade humana. Quer o reconheçamos quer não, somos despenseiros, supridos por Deus com talentos e facilidades e colocados no mundo para realizar uma obra indicada por Ele” (Lar Adventista, p. 367).

PENSE “Portanto, somos embaixadores de Cristo, como se Deus estivesse fazendo o apelo por nosso intermédio. Por amor de Cristo lhes suplicamos: Reconciliem-se com Deus” (2Co 5:20, Nova Versão Internacional).

DESAFIO “Ai de mim se não pregar o evangelho!” (1Co 9:16, Nova Versão Internacional).

Domingo, 28/01/2018

MORDOMOS NO ANTIGO TESTAMENTO

Em Sua Palavra Deus ensina as lições espirituais partindo de exemplos do cotidiano. Os profetas e escritores da Escritura trazem uma riqueza de metáforas tiradas dos acontecimentos comuns da vida para ensinar as importantes verdades espirituais.

A palavra e a função de mordomo aparece de maneira clara na experiência da vida de Abraão e Seu mordomo Eliéser, além de outros, ensinando que é uma posição de responsabilidade administrativa, mas não de proprietário.

Mordomo, no seu sentido simples indica uma posição de confiança de alguém a serviço de um senhor que o responsabiliza pela administração de seus bens. “Disse Abraão ao seu mais antigo servo da casa, que governava tudo o que possuía” (Gn 24:2, Almeida Revista e Atualizada).

Pode acontecer de o mordomo trair esta posição para com o seu senhor, valendo-se da oportunidade para benefícios pessoais. Durante o reinado de Ezequias, rei de Judá, o profeta Isaías foi responsabilizado por Deus para levar uma dura mensagem de condenação para Sebna, que fora nomeado mordomo e tesoureiro, e usou a posição para desviar recursos para enriquecimento próprio.
Deus chamou a Abraão para a responsabilidade de Seu mordomo e fez grandes promessas para ele. Tornar-se-ia o pai de posteridade numerosa, transformando-se em grande nação e de sua descendência viria o Redentor do mundo (PP, p. 119). Para executar o plano divino, Abraão precisava abandonar a sua terra. Deus colocou diante de Abraão a oportunidade da escolha. Ele poderia aceitar ou recusar a proposta. Tinha a liberdade e o direito de assim proceder. Abraão fez a escolha e aceitou a liderança de Deus, submetendo-Lhe a sua vontade. “Partiu, pois, Abraão, como lho ordenara o Senhor” (Gn 12:4). Escrevendo para os Hebreus, Paulo, comentando a decisão da entrega de Abraão, declara: “Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber aonde ia” (Hb 11:8, Almeida Revista e Atualizada).

PENSE “Mas ele disse: ‘Não me detenham, agora que o Senhor coroou de êxito a minha missão” (Gn 24:56, Nova Versão Internacional).

DESAFIO “Ora, além disso, o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel” (1Co 4:2, Almeida Revista e Atualizada).
Segunda, 29/01/2018

MORDOMOS NO NOVO TESTAMENTO

O Novo Testamento traz o termo grego, oikonomos, traduzido por mordomo, que expressa ideias mais amplas do que apenas a responsabilidade da administração de bens alheios.

Na aplicação espiritual analisado no contexto da missão evangélica confiada à Igreja o sentido se amplia. Assim, Paulo é enfático ao dizer que os que se entregam à missão evangélica devem ser reconhecidos “como ministros de Cristo, e despenseiros (oikonomos) dos mistérios de Deus” (1Co 4:1, ARA). Falando de sua própria experiência, declara que nenhuma glória lhe cabia por pregar o evangelho, pois, era a sua obrigação pela “responsabilidade de despenseiro (oikonomo) que me está confiada” (1Co 9:16-17, Almeida Revista e Atualizada).

Em sua carta a Tito, orientando-o na administração da Igreja, Paulo usa o mesmo termo (oikonomo), para designar os oficiais das igrejas em suas atividades espirituais (Tt 1:7). Pedro abrange a todos os crentes quando os concita a se tornarem “bons despenseiros (oikonomos) da multiforme graça de Deus”, cada um em sua atividade espiritual própria (1Pe 4:10 e 11, Almeida Revista e Atualizada).

Torna-se evidente que no sentido espiritual, mordomo, é aquele que aceita a missão de testemunhar da graça redentora, e promover o Reino de Deus mediante a entrega de si mesmo, habilidades, tempo e recursos materiais.

Portanto, mordomia cristã é o desenvolvimento da experiência espiritual, mediante a fé atuando pelo amor (Gl 5:6). É um programa de ensino permanente, da parte de Deus através do ministério e oficiais da Igreja, para conscientizar o homem dos grandes propósitos Seus. Primeiro: que todos esses recursos não pertencem ao homem, mas apenas lhe são confiados como oportunidades para aprimoramento do caráter habilitando-o para a restauração e reintegração ao plano original do Criador. Segundo: Administrá-los com o supremo objetivo para a promoção e glória do Reino de seu verdadeiro proprietário – Deus.

PENSE “Porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a Sua boa vontade” (Fp 2:13, Almeida Revista e Atualizada).

DESAFIO “O Senhor pede tornar-nos submissos à Sua vontade, subjugados por Seu Espírito, e santificados para Seu serviço” (Testemunhos para a Igreja, IV, p. 66).

Terça, 30/01/2018

MORDOMOS DOS MISTÉRIOS DE DEUS

No estudo de ontem enfatizamos que nas áreas espirituais as responsabilidades do mordomo são muito ampliadas. Paulo fez uma declaração que nos deve fazer refletir sobre a tremenda tarefa do mordomo de Deus: “como ministros de Cristo, e despenseiros (oikonomos) dos mistérios de Deus” (1Co 4:1, Almeida Revista e Atualizada).

O que Deus espera do mordomo não é sabedoria e conhecimento humanistas. Sim, precisa deles sem dúvida, mas não é o básico. Paulo, grande pastor e mordomo da Igreja do primeiro século, argumenta: “e que tenham a preciosa experiência de conhecerem a Cristo com real convicção e clara compreensão. Porque o plano secreto de Deus, agora finalmente revelado, é o próprio Cristo. NEle estão escondidos todos os tesouros poderosos e inexplorados da sabedoria e do conhecimento” (Cl 2:2, 3, A Bíblia Viva).

O conhecimento do qual o verdadeiro mordomo precisa estar revestido é o da Pessoa de Cristo, dos atributos do Seu caráter: amor, compaixão, misericórdia, santidade, pureza, justiça e perdão. O verdadeiro mordomo precisa desenvolver um conhecimento pessoal com Aquele que é o Mordomo Modelo, “com real convicção e clara compreensão”. O relacionamento precisa transformar-se em demorados colóquios de intimidade, para assimilar as virtudes de vida, as lições a transmitir, os métodos de conduzir e como compreender a natureza de sua responsabilidade como mordomo. Precisa compreender as verdades eternas do plano redentor como reveladas em Cristo Jesus.

O plano da salvação é o “mistério que, durante as épocas passadas, foi mantido oculto em Deus, […] (mas agora realizado) em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Ef 3:9, 11, Nova Versão Internacional).

É possível entender que Deus, eterno, imortal, invisível (1Tm 1:18), por amor, “tornou-se carne e viveu entre nós” (Jo 1:14), para assumir a nossa culpa de transgressores da lei, e morrer, sofrendo em Si a nossa condenação eterna, para oferecer graça, reconciliação e salvação? Esta manifestação de graça superabundante, surpreendeu de modo inquestionável a malignidade de Satanás, e inundou de admiração e glorificação as hostes angelicais e os mundos não caídos.

Anunciar este mistério do evangelho da graça é confiado a mordomos humanos. Que privilégio e que responsabilidade!

PENSE “Não há dúvida de que é grande o mistério da piedade: Deus foi manifestado em corpo, justificado no Espírito, visto pelos anjos, pregado entre as nações, crido no mundo, recebido na glória” (1Tm 3:16, Nova Versão Internacional).

DESAFIO “Portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus” (Cl 3:1, Nova Versão Internacional).
Quarta, 31/01/2018

MORDOMOS DA VERDADE ESPIRITUAL

Deus colocou perante a nação de Israel o Seu plano de salvação. Não somente para eles, mas para todos os pecadores. Os filhos de Israel foram escolhidos por Deus para atuar como mordomos deste plano das verdades espirituais para a salvação. Para que pudessem comunicar com poder o convite de Deus, deviam afastar-se de todo o pecado, tornando prática a observância da Sua lei. Então, declara de modo categórico que este processo é realizado por meio do Seu poder transformador: “Para que se reconheça que sou eu, o Senhor, que vos santifico” (Êx 31:13, Tradução Ecumênica da Bíblia).

Todo o processo para salvar pecadores é da inteira iniciativa e competência divina, fundamentado em seu eterno amor perdoador e na Sua eterna graça justificadora. “Pois eu sou o Senhor, que vos santifico” (Lv 22:16, Tradução Ecumênica da Bíblia). No entanto, todo aquele que aceita a dádiva de Deus, a salvação por meio de Cristo Jesus, é concitado para se tornar mordomo, embaixador da mensagem da verdade espiritual de reconciliação.

Paulo instruiu os crentes de que para o desempenho desta responsabilidade de mordomia de valores espirituais, necessitam lançar mão das ferramentas espirituais que Deus oferece; obter pleno conhecimento da verdade para discernir entre o certo e o errado, compreender o que significa a justiça de Deus que tem os seus conceitos muito mais elevados do que a poluída justiça humana, e assim proclamar as boas novas da salvação provida por Deus, o evangelho da paz que reconcilia pecadores rebeldes, por meio da morte perdoadora e justificadora de Cristo Jesus, com o Deus da justiça, do amor e da graça.

Necessita também do poderoso escudo da fé, centralizada no Autor da fé, Cristo Jesus, para destruir os conceitos do engano. Ter certeza da salvação, para, fundamentado na autorizada palavra de Deus, pelo poder do Espírito Santo desempenhar com ousadia a sua responsabilidade de mordomo das riquezas espirituais.

PENSE “Pois decidi nada saber entre vocês, a não ser Jesus Cristo, e este crucificado” (1Co 2:2, Nova Versão Internacional).

DESAFIO “Ele nos incumbiu da realização duma grande tarefa. Façamo-la com exatidão e determinação. Mostremos por nossa vida o que por nós fez a verdade” (Testemunhos Seletos, Vol. 3, p. 51).

Quinta, 1/02/2018

NOSSA RESPONSABILIDADE COMO MORDOMOS

Na experiência de Abraão, o exercício da mordomia alcançou o mais elevado estágio: de amigo. O relacionamento entre Abraão e Deus era de amigos. A obediência tornou-se espontânea, incondicional e perfeita porque estava fundamentada no amor desinteressado. Disse Jesus: “Vós sois meus amigos, se fazeis o que vos mando”. E: “ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” (Jo 15:14, 13, Almeida Revista e Atualizada).
Nesta relação de amigo, o desempenho das responsabilidades é executado no espírito de cooperador. Paulo confere esta posição ao mordomo em 1 Coríntios 3:9: “Porque de Deus somos cooperadores”. Alguém que se entrega para o serviço com todo o interesse e dedicação e pode ser usado pelo Senhor, sem reservas e restrições. Um cooperador não é alguém que trabalha para o Senhor, mas trabalha com o Senhor. Quando o homem compreende esta maneira de pensar, isto muda toda a sua maneira de agir. Não mais atua como servo, que está sob deveres, mas como alguém que se identifica com o Senhor da salvação e sabe que é cooperador neste plano.

Alguém que executa seus deveres, tanto espirituais como temporais, como submisso e devendo prestar contas a um único Senhor – Cristo Jesus, seu amigo. “Servos, obedecei em tudo ao vosso senhor segundo a carne, não servindo apenas sob vigilância, visando tão-somente agradar homens, mas em singeleza de coração, temendo ao Senhor. Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. Cristo, o Senhor, é que estais servindo” (Cl 3:22-24, Almeida Revista e Atualizada).

“O mordomo identifica-se com o patrão. Aceita as responsabilidades de um mordomo e deve agir em lugar do amo, fazendo o que este faria se estivesse presidindo. Os interesses do amo tornam-se seus. A posição do mordomo é uma posição de dignidade, porque o amo nele confia. Se, de qualquer modo, atuar egoisticamente, e reverter as vantagens obtidas pelo negociar com os bens de seu Senhor em seu próprio proveito, traiu a confiança nele depositada” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 246).

PENSE “E se os homens se tornarem condutos pelos quais possam as bênçãos dos Céus fluir para os outros, o Senhor conservará suprido tal canal” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 36).

DESAFIO “Pois todos nós devemos comparecer perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba de acordo com as obras praticadas por meio o corpo, quer sejam boas quer sejam más” (2Co 5:10, Nova Versão Internacional).

Sexta, 02/02/2018

ESTUDO ADICIONAL

Os escritores do Novo Testamento ampliam a ideia do mordomo, para o desempenho das suas responsabilidades no relacionamento com Deus, participando do plano Redentor. Este era o conceito atribuído por Deus, quando responsabilizou o homem, Adão e Eva e os seus descendentes, participando da administração de todas as Suas obras criadas, em um mundo sem pecado.

Pedro apresenta esta ideia da responsabilidade de participação no plano redentor de Deus, como envolvendo a todos aqueles que aceitam a Cristo Jesus como seu Salvador e Senhor, concitando-os a se tornarem “bons despenseiros (Oikonomos) da multiforme graça de Deus”, cada um em sua atividade espiritual própria (1Pe 4:10, 11, Almeida Revista e Atualizada).
Outro termo grego que estabelece profunda relação espiritual entre o homem e Deus é: doulos. Este vocábulo, literalmente designa o escravo, sem direitos e decisões próprias, mas inteiramente sujeito a seu senhor absoluto. O Evangelho, no entanto, altera este significado profundamente. Sob o domínio do pecado, o homem é escravo sob o poder absoluto do seu senhor, Satanás. Porém, a morte de Cristo, paga o preço de resgate do escravo e lhe confere o direito da escolha. O homem pode escolher seu senhor e tornar-se servo. Liberto, deixa de ser escravo do pecado e por escolha própria torna-se servo da justiça. Paulo retrata este quadro nas seguintes palavras: (Leia em Pense). Assim como o homem oferece os seus membros para a escravidão da impureza por compulsão, da mesma maneira, por escolha, oferece-os para servirem à justiça para a santificação.

Pedro assim o expõe: “Como livres que sois, não usando, todavia, a liberdade por pretexto da malícia, mas vivendo como servos (Doulos) de Deus” (1Pe 2:16, Almeida Revista e Atualizada). A verdadeira liberdade o homem só a encontra na submissão da sua vontade às determinações de Deus, a Quem se rende como servo. Esta experiência tem seu antítipo na do servo israelita, que no fim do sexto ano devia ser posto em liberdade. Se este servo decidisse permanecer com o seu senhor, ele o fazia para o resto da sua vida. O que o impelia a esta escolha? “Eu amo a meu senhor, […]” (Êx 21:5, ARA. A submissão era uma escolha espontânea, movida pelo amor genuíno envolvendo a total aceitação das determinações do senhor.

PENSE “Mas graças a Deus porque, outrora, escravos (Doulos) do pecado, contudo viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues; e, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos (Doulos) da justiça. Falo como homem, por causa da fraqueza da vossa carne. Assim como oferecestes os vossos membros para a escravidão (Doula) da impureza, e da maldade para a maldade, assim oferecei agora os vossos membros para servirem (Doula) a justiça para a santificação” (Rm 6:17-19, Almeida Revista e Atualizada).

DESAFIO “Por que me chamais, Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?” (Lc 6:46, Almeida Revista e Atualizada).