Lição 06 – ESabatina – Adão e Jesus – 04 a 11/11 dse 2017

Lição 06 ADÃO E JESUS

Pr. Albino Marks

“Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes, e gloriamo-nos na esperança da glória de Deus” (Rm 5:1, 2).
Sábado, 04/11/17
INTRODUÇÃO
A suprema verdade é que desde a queda de Adão, Deus sempre buscou restaurar com o homem o relacionamento de companheirismo e confiança, perdido em consequência do pecado, mediante a justificação pela fé e a salvação pela graça. Afirmar que depois da cruz, Deus mudou a Sua maneira de lidar com o pecado e o pecador, seria atribuir a Deus um caráter com dois pesos e duas medidas. Deus declara categoricamente: “Porque Eu, o Senhor, não mudo” (Ml 3:6, ARA). A única coisa que foi alterada no processo divino de oferecer perdão, justificação, reconciliação e salvação, é que antes da cruz a graça era ensinada por símbolos e ritos. Depois da cruz, a graça foi revelada como é: Uma Pessoa que ama o pecador com tamanho amor, que assumiu a culpa do pecador e morreu em seu lugar. Esta Pessoa é o Prometido, a esperança de salvação.
Antes da cruz, o pecador que compreendia o verdadeiro ensino e significado dos símbolos e ritos, olhava com fé para o futuro e exclamava: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra” (Jó 19:25, Almeida Revista e Atualizada). Depois da cruz, o pecador que compreende a glória de Cristo, olha com fé para o passado, para o Calvário e exclama: “Porque sei em Quem tenho crido e estou certo que Ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia” (2Tm 1:12, Almeida Revista e Atualizada).
A fé é a mesma, a esperança é a mesma, a confiança é a mesma, a certeza é a mesma, porque tudo está centralizado na mesma Pessoa – Cristo Jesus, a graça de Deus em favor do pecador. Não importa se o olhar de fé avançou quatro mil anos ou dois mil anos para o futuro, ou se voltou sessenta anos ou dois mil anos para o passado. Todos os olhares se encontram e centralizam a sua fé e esperança nAquele que se ofereceu a Si mesmo para, por Sua morte Substituta, conceder perdão, justificação e reconciliar o homem com o seu Deus. A justificação e a salvação sempre foram, e sempre são pela fé e pela grça.
Esta verdade fundamental Paulo está buscando tornar clara para os seus filhos espirituais.
PENSE “Pela fé Abel ofereceu a Deus um sacrifício superior ao de Caim. Pela fé ele foi reconhecido como justo, quando Deus aprovou as suas ofertas” (Hb 11:4, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5:1, Nova Versão Internacional).
Domingo, 05/11/17
JUSTIFICADO PELA FÉ
Para ensinar a Adão o processo de atuação da graça para justificar o transgressor da lei moral, Deus usou um método simples, mas dramático. Ele muitas vezes comunica Seus ensinos por meio de cenas dramáticas para incutir e gravar as lições na mente de Seus filhos. Com Adão e Eva, na presença de Deus, o primeiro cordeiro foi morto. Sem dúvida uma cena chocante para nossos primeiros pais. Sangue derramado e o dócil animal morrendo. Tipificava o “seu Descendente”, que viria como Redentor e sofreria o castigo da sentença de morte que passou a pesar sobre a raça humana, representada em Adão, em consequência do pecado. O Descendente é Cristo, o Cordeiro de Deus.
Para o pai da raça humana, o plano da salvação foi revelado como um dom da graça de Deus. Adão seria justificado por graça pela fé no Redentor vindouro. A lei moral não teria nenhuma participação no ato de justificação. Já havia desempenhado a sua parte: acusar e evidenciar o pecado de Adão. No processo de justificação o agente atuante seria outro: A graça de Deus por meio de Cristo Jesus. O método era típico, usando como substituto, um animal inocente em lugar do transgressor culpado. O ensinamento sobre a atuação da graça partia do conhecido para o desconhecido; do terreno para o celestial; do mortal para o eterno; do símbolo, um animal substituto, para a Realidade, Jesus, o Cordeiro de Deus, o Substituto.
Todavia, no decurso do tempo o inimigo de Deus induziu o homem a práticas pervertidas em relação aos símbolos que ensinavam a graça e a justificação: “O sistema sacrifical, entregue a Adão, foi também pervertido por seus descendentes. Superstição, idolatria, crueldade e licenciosidade, corrompiam o serviço simples e significativo que Deus instituíra” (Patriarcas e Profetas, p. 364).
Fundamentado no processo de justificação pela fé na graça, por meio do substituto, Paulo desenvolve a sua argumentação, para demonstrar para os judaizantes que os tipos encontraram a realidade na morte substituta de Cristo, e, portanto, agora somos justificados pela fé, não intermediada por animais substitutos, mas diretamente no único Substituto capaz de solucionar o problema do pecado e justificar o pecador contrito e penitente, Cristo Jesus.
É nEle, que nos gloriamos, Autor e fundamento de nossa perseverança, esperança e certeza de aprovação para a salvação eterna.
PENSE “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gn 3:15, Almeida Revista e Atualizada).
DESAFIO “No dia seguinte, viu João a Jesus que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29, Almeida Revista e Atualizada).
Segunda, 06/11/17
ENQUANTO AINDA PECADORES
Cumprindo a Sua promessa, “Deus enviou Seu Filho”, na plenitude do tempo, na hora marcada em Seu cronograma, para estabelecer definitivamente o plano de justificação pela fé e da salvação pela graça. Tudo o que foi ensinado por meio do cordeiro substituto desde a queda de Adão e os símbolos e ritos adicionais da lei cerimonial, foi plenamente realizado por Cristo em Sua vida, morte e ressurreição.
No início do Seu ministério Jesus declarou: “Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir”. Depois de Sua ressurreição o confirmou para Seus discípulos: “Foi isto que Eu lhes falei enquanto ainda estava com vocês: Era necessário que se cumprisse tudo o que a Meu respeito está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos” (Mt 5:17 e Lc 24:44, Nova Versão Internacional).
Os profetas, e especialmente Daniel, anunciavam a manifestação de Jesus como o Messias prometido, o “Príncipe do Céu”, o Deus eterno; a cadeia genealógica humana de Jesus, O anunciava como o “Descendente da mulher”, o “Deus-homem”; os serviços do santuário O anunciavam como o “Cordeiro de Deus”, o Substituto que tira o pecado do mundo.
É com esta visão das predições proféticas e de todos os serviços típicos do santuário que Paulo apresenta a Jesus como o Substituto perfeito que “morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores” (Rm 5:8, NVI). A iniciativa do plano de justificação e salvação é inteiramente realizado por Deus, por meio do sangue de Jesus.
Como o sangue de Jesus é o preço de resgate e reconciliação, oferecido quando éramos inimigos de Deus, somos com Ele reconciliados e, portanto, salvos de Sua ira. Compreendendo que a ira de Deus é dirigida contra o pecado e não contra o pecador contrito e arrependido.
Salvos da condenação de Deus, por meio da morte de Cristo, somos justificados e salvos para a vida eterna, por meio de Sua vida, como o nosso grande Sumo sacerdote que compreende perfeitamente todas as nossas fraquezas e sempre intercede por nós.
Portanto, temos um supremo motivo para gloriar-nos em Deus, porque por meio de Cristo Jesus somos com Ele reconciliados.
PENSE “E Ele morreu por todos para que aqueles que vivem já não vivam para si mesmos, mas para Aquele que por eles morreu e ressuscitou” (2Co 5:15, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou Consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação” (2Co 5:18, Nova Versão Internacional).
Terça, 07/11/17
MORTE POR MEIO DO PECADO
Ao final da semana de criação na Terra, Deus fez de Adão o administrador de todas as Suas obras e ele recebeu a Terra como seu domínio: “Tenha ele domínio sobre […] toda a terra” (Gn 1: 26, Almeida Revista e Atualizada).
Quando Adão pecou, seu pecado foi como raça. Ele era o representante legal perante o trono de Deus, e, portanto, o pecado de Adão atingiu a todos os seus descendentes e toda a criação em relação à nossa Terra, porque em Adão todos pecaram. “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens porque todos pecaram” (Rm 5:12, Almeida Revista e Atualizada).
Deus dera orientações a Adão em relação a administração do seu domínio: “O Senhor Deus colocou o homem no jardim do Éden para cuidar dele e cultivá-lo. E o Senhor Deus ordenou ao homem: ‘Coma livremente de qualquer árvore do jardim, mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente você morrerá” (Gn 2:15-17, Nova Versão Internacional).
A Escritura não diz mais nada sobre esta declaração de Deus, mas ela se apresenta como um contrato, uma aliança entre Deus e Adão. O homem recebeu de Deus a responsabilidade de domínio, com três cláusulas bem claras e definidas: Desfrute de todas as coisas do jardim, com plena liberdade; não faça uso do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal; no dia em que dela comer, você está condenado à morte.
Quando Adão pecou, desobedecendo a ordem de Deus, quebrando a aliança estabelecida, ele rejeitou a Deus como único Senhor. Praticou a idolatria, profanou o nome de Deus, rejeitou a Soberania do único Deus, Criador, Mantenedor e Senhor do Universo, desonrou o Pai, trouxe a morte sobre si e seus descendentes, adulterou as ordens de Deus, roubou a Deus de Sua glória, lançou falso testemunho contra Deus, e foi dominado pela cobiça.
Portanto, na desobediência da ordem de Deus, Adão, em verdade cometeu o ato de transgressão de toda a lei moral, ainda que não estivesse expressa na forma escrita, como a conhecemos. Esta transgressão, atingiu, não somente a Adão, mas a toda a sua descendência, colocando-a sob a condenação à morte.
PENSE “Porque sabemos que toda a própria criação, a um só tempo, geme e suspira angústias até agora” (Rm 8:22, Almeida Revista e Atualizada).
DESAFIO “Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6:23, Nova Versão Internacional).
Quarta, 08/11/17
DE ADÃO A MOISÉS
“Porque até o regime da lei havia pecado no mundo, mas o pecado não é levado em conta quando não há lei” (Rm 5:13, ARA).
Uma questão que precisa ser muito bem compreendida é que com a queda e a promessa de restauração, (Gn 3:15), os princípios da lei moral foram transmitidos por ensino oral de pais para filhos, como responsabilidade para manter o relacionamento de amor e obediência a Deus: “Adão ensinou a seus descendentes a lei de Deus, e esta foi transmitida de pai a filho através de gerações sucessivas…” (Patriarcas e Profetas, p. 363).
Assim, pela Escritura entendemos que Caim tinha claro conhecimento da lei moral e dos resultados da sua transgressão: “Então lhe disse o Senhor: Por que andas irado e por que descaiu o teu semblante? Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo” (Gn 4:6, 7, Almeida Revista e Atualizada).
Deus falou com Caim como quem sabe muito bem o que vai fazer e conhece claramente os resultados tanto para um como para outro lado. Na advertência sobre a possibilidade de praticar o pecado, está implícita a existência da lei moral. Porque não existe pecado na ausência de lei.
Os antediluvianos possuíam o mesmo conhecimento: (Leia em Pense)
Em face da realidade do pecado desde Adão, como explicar Paulo? “Pois antes de ser dada a Lei, o pecado já estava no mundo. Mas o pecado não é levado em conta quando não há lei” (Rm 5:13, NVI). Ou, conforme Romanos 4:15: “Mas onde não há lei, também não há transgressão” (ARA)
A morte que entrou no mundo em consequência do pecado de Adão, atingiu toda a sua descendência, porque em Adão, todos se tornam pecadores, ainda que não tenham cometido o pecado à semelhança de Adão.
Adão foi criado à imagem e semelhança de Deus, santo, sem pecado, com o propósito de glorificar a Deus (Is 43:7). Portanto, o pecado de Adão foi um ato de rebelião contra o propósito de Deus, e por praticar este ato foi “destituído da glória de Deus” (Rm 3:23, NVI).
O nosso pecado é cometido, já destituídos da glória de Deus e nascidos com o vírus letal do pecado: “Sei que sou pecador desde que nasci, sim, desde que me concebeu minha mãe” (Sl 51:5, Nova Versão Internacional.
No entanto, a morte Substituta de Jesus é o convite restaurador de Deus para aceitarmos o Seu propósito de glorificá-lO.
PENSE “Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na terra, e era continuamente mau todo desígnio do seu coração. […] Viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque todo ser vivente havia corrompido o seu caminho na terra” (Gn 6:5-12, Almeida Revista e Atualizada).
DESAFIO “A lei foi preservada por Noé e sua família, e Noé ensinou a seus descendentes os Dez Mandamentos” (Patriarcas e Profetas, p. 363).
Quinta, 09/11/17
JESUS, O SEGUNDO ADÃO
“Consequentemente, assim como uma só transgressão resultou na condenação de todos os homens, assim também um só ato de justiça resultou na justificação que traz vida a todos os homens” (Rm 5:18, Nova Versão Internacional).
No pecado de Adão, toda a raça foi condenada à morte. Por que? Porque quando Adão pecou, ele foi destituído da glória de Deus, vida eterna comunicada, e herdou de Satanás a tragédia da morte em sua carne. E em vez de legar vida eterna comunicada por Deus, por meio da geração de filhos, passou a legar a condenação à morte.
No entanto, Jesus por um só ato de justiça, sofrendo em Seu corpo, “as justas exigências da lei” (Rm 8:4), a condenação à morte do pecador, oferece a dádiva da justificação pela fé na graça, a vida eterna para todos os homens.
Adão é um tipo de Jesus por antítese: Assim como por uma transgressão de Adão todos os homens são condenados à morte, do mesmo modo por um ato de justiça de Jesus, todos os homens recebem a oferta de perdão, justificação e vida eterna.
“A Lei foi introduzida para que a transgressão fosse ressaltada. Mas onde aumentou o pecado, transbordou a graça” (Rm 5:20, Nova Versão Internacional).
Adão cometeu a transgressão da ordem de Deus: não coma. Que lei acusou a transgressão? A lei moral, escrita em seu coração.
Que lei Deus introduziu para que fosse ressaltada a transgressão da lei moral? Deus introduziu primeiro, com Adão, o ato legal do cordeiro substituto, e no Sinai, a lei ritual do santuário, para expiar a culpa do transgressor e oferecer perdão e justificação pela fé, no substituto, tipificando a graça do Redentor prometido, o segundo Adão. Era muito sangue derramado, mas era a método de Deus para avultar a malignidade da transgressão do primeiro Adão, magnificar a superabundância da graça do segundo Adão e proclamar a imutabilidade e eternidade da lei moral, transgredida.
Deus assim o fez, para demonstrar que tal como o pecado do primeiro Adão estabeleceu o reino da morte, o poderoso ato da justiça do segundo Adão, Cristo Jesus, restabeleceu o glorioso Reino da graça no mundo caído, para conceder vida eterna a todo aquele que nEle crer.
PENSE “Pois Deus amou tanto o mundo, que entregou o Seu Filho único, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha vida eterna” (Jo 3:16, A Bíblia de Jerusalém).
DESAFIO “Deus tornou pecado por nós Aquele que não tinha pecado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus” (2Co 5:21, Nova Versão Internacional).
Sexta, 10/11/17
ESTUDO ADICIONAL
Como pai da raça e como o representante legal de Deus no Conselho do Céu, do planeta Terra, Adão, em consequência do seu pecado, tornou-se a causa de morte para toda a sua descendência, porque todos foram envolvidos pelo poder destruidor de sua transgressão da lei. A natureza pecaminosa de Adão é transmitida a todas as gerações, e assim, todos nascem pecadores e são condenados à morte.
Por antítese, Adão prefigura Cristo, porque por Sua morte substituta em lugar do transgressor culpado, Cristo tornou-se a causa de vida eterna para todos aqueles que nEle creem.
Pela desobediência e transgressão da lei, Adão corrompeu a perfeição do seu caráter recebido de Deus e criou uma barreira de separação entre ele e seu Criador e Benfeitor (Is 59:2).
Para desfazer a barreira de separação e restaurar no homem o caráter corrompido pelo pecado, existe apenas um caminho: a morte substituta do segundo Adão, em um sacrifício perfeito e completo, sem uma única mancha de culpa.
No julgamento injusto e mentiroso (Is 53:8), Jesus foi reconhecido sem culpa, declarado inocente, mas condenado. Ele não poderia ser condenado e morrer como culpado, porque então, não seria o sacrifício perfeito e não poderia pagar o preço do resgate pelo pecador. Ele entregou a Sua vida como o Filho de Deus, porque nenhum outro nome é dado entre os anjos e os homens que pudesse tornar real a salvação.
Ele morreu como o Filho do Homem cumprindo “as justas exigências da Lei”, para nos oferecer graça, perdão, justificação, reconciliação e salvação. “Cristo satisfez as exigências da lei em Sua natureza humana. (…) Cristo se tornou nosso sacrifício e fiador. Ele se tornou pecado por nós, para que nós pudéssemos, através dEle, receber a justiça de Deus. Pela fé em Seu nome, Ele imputa em nós Sua justiça, e ela se torna um princípio vivo em nossa vida” (O Senhor Justiça Nossa, p. 86 e 88).
O ato da justa sentença da lei moral executado em Jesus, que veio ao mundo “à semelhança do homem pecador” é reconhecido por Deus como “plenamente satisfeito em nós”, que somos o transgressor culpado.
PENSE “Deus o fez, enviando seu próprio Filho, à semelhança do homem pecador, como oferta pelo pecado. E assim condenou o pecado na carne, a fim de que as justas exigências da Lei (moral) fossem plenamente satisfeitas em nós” (Rm 8:3, 4, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Deus tornou pecado por nós Aquele que não tinha pecado, para que nEle nos tornássemos justiça de Deus” (2Co 5:21, Nova Versão Internacional).