Lição 06 – ESabatina – Marcas de um mordomo – 03/02 a 10/02 de 2018

Lição 06 MARCAS DE UM MORDOMO

Pr. Albino Marks

“Assim, pois, importa que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus. Ora, além disso, o que se requer do despenseiro é que cada um deles seja encontrado fiel” (1Co 4:1, 2).

Sábado, 03/02/2018

INTRODUÇÃO

Para o desenvolvimento de uma correta experiência espiritual precisa ser compreendido que não é a conduta que dá origem aos princípios teológicos, mas é a teologia que determina a conduta. As grandes linhas da teologia determinando a conduta agradável a Deus, existem desde a eternidade. Assim, o princípio de o servo escolher o senhor e por amor render-lhe inteira submissão, não é um conceito néo-testamentário. Na experiência de Abraão este procedimento é ensinado com toda a pujança e beleza espirituais. “Abraão tinha crescido em meio de superstição e paganismo” (PP, p. 119). Quando o poder do pecado ameaçava escravizá-lo, o Senhor “comunicou Sua vontade a Abraão, e deu-lhe um conhecimento distinto das exigências de Sua lei, e da salvação que se realizaria por meio de Cristo” (Patriarcas e Profetas, p. 119).

Na parábola dos talentos, Jesus declara: “Pois será como um homem que, […] chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens. […] A cada um segundo a sua própria capacidade” (Mt 25:14, 15, Almeida Revista e Atualizada). Deus, como Senhor justo, depõe sobre seus mordomos responsabilidades em harmonia com a sua capacidade. Quando se defrontar com o seu Senhor, inquirindo: “presta conta da tua administração” (Lc 16:2), o mordomo poderá estar seguro que somente lhe será exigida a contabilidade dos deveres a ele atinentes.

Cada mordomo, recebe uma responsabilidade individual que deve cumprir com fidelidade. A responsabilidade individual é atribuída segundo a competência do mordomo. “Ora, além disso, o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel” (1Co 4:2, Almeida Revista e Atualizada).

Quando Cristo é aceito, torna-se o Senhor e passa a reger a conduta. Paulo declara: “Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gl 2:20, Almeida Revista e Atualizada. É a vontade de Cristo que dirige.

As bases da mordomia cristã assentam-se sobre a verdade indestrutível de que Deus é o proprietário absoluto de tudo e que o homem é mordomo das riquezas de Deus, devendo administrá-las segundo as Suas orientações.

PENSE “Aquele, porém, que se glória, glorie-se no Senhor. Porque não é aprovado quem a si mesmo se louva, e, sim, aquele a quem o Senhor louva” (2Co 10:17, 18, Almeida Revista e Atualizada).

DESAFIO “Mas aquele que se une ao Senhor é um em espírito com Ele” (1Co 6:17, Nova Versão Internacional).

Domingo, 04/02/2018

FIDELIDADE

Deus colocou perante Abraão a oportunidade da escolha. Ele poderia aceitar ou recusar a proposta. Tinha a liberdade e o direito de assim proceder. Abraão fez a escolha e aceitou a liderança de Deus, submetendo-Lhe a sua vontade. O escritor do livro de Hebreus, provavelmente Paulo, comentando a decisão da entrega de Abraão, declara: “Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber aonde ia” (Hb 11:8, Almeida Revista e Atualizada).

A decisão de Abraão foi semelhante à de Paulo, séculos mais tarde: “Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gl 2:20). Abraão autorizou a Deus para tomar todas as decisões de sua vida, seguro de que estas eram as mais corretas e felizes. Colocou-se espontaneamente na posição de “servo da justiça”, e Deus pôde usá-lo para a consecução de Seus propósitos.

Abraão rendeu sua vida e vontade a Deus. Como “não haveria por parte de Abraão qualquer traição à verdade por intuitos egoísticos” (Patriarcas e Profetas, p. 137), desenvolveu com Deus uma profunda experiência de intimidade e fidelidade. Esta submissão incondicional às determinações divinas foi-lhe “imputado para justiça; e foi chamado amigo de Deus” (Tg 2:21-23, Almeida Revista e Atualizada).

O mesmo tratamento Jesus conferiu a Seus discípulos após três anos e meio de comunhão. “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer” (Jo 15:15, Almeida Revista e Atualizada). Cristo rompe a relação de Senhor – servo, transformando-a em relação de amigos que se envolvem em uma sociedade com interesses e objetivos que fundem suas vidas em perfeita união, totalmente fiéis em sua dedicação ao grande objetivo redentor.

Este aspecto do trato divino com o homem, amigos, revela a grandeza do caráter de Deus, e a amplitude de seu amor “que excede todo entendimento” (Ef. 3:19, Almeida Revista e Atualizada).

PENSE “Disse o Senhor: Ocultarei a Abraão o que estou para fazer? […] Porque eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do Senhor, e pratiquem a justiça e o juízo; para que o Senhor faça vir sobre Abraão o que tem falado a seu respeito” (Gn 18:17 e 19, Almeida Revista e Atualizada).

DESAFIO “Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (Jo 15:5, Almeida Revista e Atualizada)
Segunda, 05/02/2018

LEALDADE

Todo o sistema ritual instituído por Deus para o povo de Israel era educativo. Importantes lições espirituais eram ministradas para o povo, instruindo-o no correto relacionamento para com Ele. Os privilégios e deveres da experiência espiritual eram transmitidos pela prática de ritos típicos. Cada rito tipificava aspectos específicos e sua repetição constituía-se um programa permanente de ensino.

A grande lição objetiva do conjunto do ritualismo era ensinar ao homem pecador o correto relacionamento de Deus para com o homem e do homem para com Deus. Ensinar ao homem a soberana e suprema autoridade divina, o senso de dependência do homem e o problema do pecado, bem como a sua solução.

O mesmo conceito Jesus transmitiu em Seus ensinos: “Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro” (Mt 6:24, Nova Versão Internacional).

As lições espirituais ensinadas pelo ritualismo têm sentido, valor e aplicações profundamente significativas para o crente atual. O pastor M. L. Andreasen, comentando a oferta do holocausto e a de manjares, declarou: “Como a oferta queimada significava consagração e dedicação, assim a oferta de manjares representava submissão e dependência. As ofertas queimadas importavam em inteira entrega da vida; as de manjares eram um reconhecimento de soberania e mordomia; de dependência de um superior. Era um ato de homenagem a Deus, e um penhor de lealdade” (O Ritual do Santuário, p. 73).

A grande lição ensinada pelo sacrifício de manjares é que tudo pertence a Deus que, como tal é a fonte de toda a bênção. Como reconhecimento e gratidão, e espírito de lealdade, o homem devolvia parte ao Senhor. “As ofertas queimadas diziam: Tudo quanto eu sou pertence ao Senhor. As ofertas de manjares diziam: Tudo quanto possuo é do Senhor” (Ritual do Santuário, p. 78).

Para a dedicação dos meios ter sentido e valor, é preciso antes a dedicação da própria vida. A generosidade, liberalidade e lealdade dos macedônios estavam fundadas no princípio da entrega pessoal: “Deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor” (2Co 8: 5, Almeida Revista e Atualizada).

PENSE “E você, meu filho Salomão, reconheça o Deus de seu pai, e sirva-O de fodo o coração e espontaneamente, pois o Senhor sonda todos os corações e conhece a motivação dos pensamentos. Se você O buscar, O encontrará, mas, se você O abandonar, Ele o rejeitará para sempre” (1Cr 28:9, Nova Versão Internacional).

DESAFIO “Nunca adore nenhum outro deus, porque o Senhor, cujo nome é Zeloso, é de fato Deus zeloso” (Êx 34:14, Nova Versão Internacional).

Terça, 06/02/2018
CONCIÊNCIA LIMPA

No sermão profético, Jesus declarou: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt, 24:12, Almeida Revista e Atualizada). Considerando, o termo grego: “anomían”, a declaração de Jesus pode ser traduzida: “Por se multiplicar a oposição à lei, o amor esfriará”. Por que isto acontece? João, o apóstolo do amor, argumenta de modo esclarecedor: “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele”. (1Jo 2:15, Almeida Revista e Atualizada).

A lei é o balizador da consciência. Se a consciência é submissa à vontade de Cristo Jesus, que por meio do Seu sangue purifica o transgressor de suas culpas e pecados, sofrendo em Seu corpo a sentença de condenação da lei, e devolvendo-lhe a oportunidade, de pela fé, escolher o caminho da vida, tendo assim, a consciência purificada “pela obediência à verdade” e sendo regenerado, “não de uma semente perecível, mas imperecível, por meio da palavra de Deus, viva e permanente” (1Pe 1:22, 23, Nova Versão Internacional).

Deste modo, pelo poder de Deus, atuando por meio de Sua palavra, “viva e eficaz” (Hb 4:12), o pecador recebe uma consciência limpa e o poder para viver em harmonia com a vontade de Deus.

Pelo contrário, aquele que vive em “oposição à lei”, seguindo “ensinamentos de homens hipócritas e mentirosos, que têm a consciência cauterizada” (1Tm 4:2, Nova Versão Internacional), pela rebeldia contra Cristo e Sua palavra, também tem a sua consciência cauterizada, não compreendendo a vontade de Deus, o seu Senhor.

A única solução para obter uma consciência limpa e boa, em harmonia com a vontade de Deus, se encontra no “sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu de forma imaculada a Deus, purificará a nossa consciência de atos que levam à morte, para que sirvamos ao Deus vivo” (Hb 9:14, Nova Versão Internacional).

PENSE “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, (consciência), para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:1, 2, Almeida Revista e Atualizada).

DESAFIO “Ora, o intuito da presente admoestação visa ao amor que procede de coração puro, e de consciência boa, e de fé sem hipocrisia” (1Tm 1:5, Almeida Revista e Atualizada).

Quarta, 07/02/2018

OBEDIÊNCIA

Deus, em Seu relacionamento com as Suas criaturas, tem ordens e promessas, fundamentadas em Sua Palavra, que requerem obediência e fé: “Quando aprendermos o poder de Sua palavra, não seguiremos as sugestões de Satanás para obter alimento ou salvar a vida. Nossa única preocupação será: Qual o mandamento de Deus? Qual Sua promessa? Sabendo isso, obedeceremos ao primeiro, e confiaremos na segunda” (Desejado de Todas as Nações, p. 85, 86).

Certamente este parágrafo é uma das mais belas definições do viver da obediência pela fé. Creem muitos que viver ou trabalhar pela fé, é saltar para o escuro na certeza de que Deus se encarregará do resto. No entanto, no pináculo do templo, Cristo condicionou a fé às orientações de Deus em Sua Palavra. Para Cristo, só era válido: “Está escrito”. Não agiu influenciado por um raio de inspiração do momento ante um desafio provocador, mas regeu a Sua conduta e tomou a decisão fundamentado no que já estava escrito. Isto é, a fé genuína se fundamenta nas orientações, nos mandamentos e promessas de Deus.

Paulo expressou este modo de agir, na sua experiência em relação à missão que lhe foi confiada por Deus, na pregação das boas novas do evangelho: “Por Ele nós recebemos a graça de ser apóstolo, a fim de conduzir à obediência da fé, para glória de Seu nome, todos os povos pagãos” (Rm 1:5, Tradução Ecumênica da Bíblia).

É importante observar que Paulo, o bandeirante da justiça pela fé, relaciona a graça de Deus e a justiça pela fé com a “obediência da fé”.

Todos aqueles que pela fé aceitam a responsabilidade de mordomos das verdades espirituais, que oferecem salvação para os condenados vencidos pelo pecado, são desafiados a testemunhar, por sua conduta, de que a graça operou profunda transformação em seu caráter e vida, tornando-os obedientes, pela fé, à todas as determinações de Deus em Sua Palavra.

Para que a fé determine a obediência, é preciso que tenha parâmetros para colocá-los diante do pecador arrependido, contrito e submisso. “Porque nisto consiste o amor a Deus: em obedecer aos Seus mandamentos. E os Seus mandamentos não são pesados” (1Jo 5:3, Nova Versão Internacional).

PENSE “Consequentemente, a fé vem por se ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida mediante a palavra de Cristo” (Rm 10:17, Nova Versão Internacional).

DESAFIO “Sabemos que O conhecemos se obedecemos aos Seus mandamentos” (1Jo 2:3, Nova Versão Internacional).

Quinta, 08/02/2018

DÍGNO DE CONFIANÇA

O mordomo para receber a aprovação de seu senhor necessita demonstrar que é confiável sob todas as circunstâncias, quer em situações de grande importância ou nas questões que aparentemente são insignificantes.

Jesus fez a forte declaração sobre a avaliação da confiança: “Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito, e quem é desonesto no pouco, também é desonesto no muito” (Lc 16:10, Nova Versão Internacional).

“O mordomo identifica-se com o patrão. Aceita as responsabilidades de um mordomo e deve agir em lugar do amo, fazendo o que este faria se estivesse presidindo. Os interesses do amo tornam-se seus. A posição do mordomo é uma posição de dignidade, porque o amo nele confia. Se, de qualquer modo, atuar egoisticamente, e reverter as vantagens obtidas pelo negociar com os bens de seu Senhor em seu próprio proveito, traiu a confiança nele depositada. O uso egoísta da riqueza prova infidelidade para com Deus e torna o mordomo inapto para gerir bens celestiais” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 113).

José, que foi vendido como escravo quando adolescente, mostrou-se de confiança em todos os detalhes, de modo que Potifar, o seu senhor, “deixou a seu cuidado a sua casa e lhe confiou tudo o que possuía” (Gn 39:4, Nova Versão Internacional).

No entanto, antes de granjear a confiança de seu senhor humano, revelou de maneira grandiosa a sua fidelidade no que respeita às orientações de Deus para Seus filhos: “Como poderia eu, então, cometer algo tão perverso e pecar contra Deus?” (Gn 39:9, Nova Versão Internacional).

Foi esta conduta que inspirava plena confiança em todos os que entravam em contato com José, que lhe valeu a administração do mais poderoso império de seus dias, e, muito mais do que isso, tornou-se um tipo de Cristo e Sua missão redentora: “pois foi para salvar vidas que Deus me enviou adiante de vocês” (Gn 45:5, Nova Versão Internacional).

PENSE “Ora, Daniel se destacou tanto entre os supervisores e os sátrapas por suas grandes qualidades, que o rei planejava colocá-lo a frente do governo de todo o império” (Dn 6:3, Nova Versão Internacional).

DESAFIO “Ele é a Rocha, as Suas obras são perfeitas, e todos os Seus caminhos são justos. É Deus fiel, que não comete erros; justo e reto Ele é” (Dt 32:4, Nova Versão Internacional).

Sexta, 09/02/2018

ESTUDO ADICIONAL

Uma questão muito importante do relacionamento de Deus com o homem é que ele não se fundamenta no coletivismo, mas no individualismo. A massificação irresponsabiliza o indivíduo, destrói o senso do dever e solapa o relacionamento de intimidade com Deus. É uma das mais astutas ciladas de Satanás para desviar o homem dos estatutos de Deus e romper a única sociedade com êxito seguro: Deus – homem.

“Sempre tem sido o desígnio de Satanás afastar a mente do povo, de Jesus para o homem, e destruir a responsabilidade individual. Satanás fracassou em seu desígnio quando tentou o Filho de Deus; porém, foi mais bem-sucedido quando veio ao homem decaído. O cristianismo se corrompeu” (Primeiros Escritos, p. 213).

Na parábola dos talentos, o relacionamento individual de Deus para com o homem é apresentado com cristalina evidência: “A um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro, um, a cada um segundo a sua própria capacidade; e, então, partiu” (Mt 25:15, Almeida Revista e Atualizada). A cada um é atribuída responsabilidade em harmonia com sua capacidade e suas limitações. A decisão de aceitar e executar, ou rejeitar a direção do Senhor, é totalmente individual. A sentença, aprovando ou condenando o indivíduo é ilibada, resultado perfeito da conduta pessoal. “Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos; e isto para dar a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto das suas ações” (Jr 17:10). “Assim, pois, cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus” (Rm 14:12, Almeida Revista e Atualizada).

“Paulo estava convencido de que se fossem levados a compreender o estupendo sacrifício feito pela majestade do Céu, todo egoísmo seria banido de suas vidas” (Atos dos Apóstolos, p. 333).

Permitindo que a graça divina desenvolva a sua obra nele, o homem, cada um no despenho de sua responsabilidade, está sendo preparado para viver na presença de um Deus Santo, que ama porque é Santo, e concede as Suas bênçãos porque ama. E, Seu intento é tornar o homem semelhante a Ele.

PENSE “Por sua força, habilidade, tempo, talentos, oportunidades e recursos, tem que prestar contas a Deus. É esse um trabalho individual; Deus nos dá, para que nos possamos tornar como Ele: generosos, nobres, caridosos, ao dar uns aos outros” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 22).

DESAFIO “Então disse Jesus ‘Quando vocês levantarem o Filho do homem, saberão que Eu Sou, e que nada faço de Mim mesmo, mas falo exatamente o que o Pai Me ensinou’” (Jo 8:28, Nova Versão Internacional).