Lição 07 – ESabatina – Honestidade para com Deus – 10/02 a 17/02 de 2018

Lição 07 HONESTIDADE PARA COM DEUS

Pr. Albino Marks

A semente “que caiu na boa terra são os que, tendo ouvido de bom e reto coração, retém a palavra; estes frutificam com perseverança” (Lc 8:15).

Sábado, 10/02/2018

INTRODUÇÃO

Uma definição bastante simples, mas ao mesmo tempo clara e abarcante declara que: “Honestidade é a palavra que indica a qualidade de ser verdadeiro: não mentir, não fraudar, não enganar”.

Em verdade este conceito envelheceu, tornou-se obsoleto. O que é mentira, roubo, engano, para um, é totalmente correto para outro, desde que consiga vantagens pessoais para aumentar os seus tesouros, ou beneficiar a sua reputação, mesmo que se revele como espertalhão.

Na maneira de Deus colocar esta questão em Sua Palavra, a honestidade e a verdade são conceitos gêmeos. A honestidade se firma em conceitos verdadeiros e a verdade se revela por meio de atos de honestidade.

A respeito de Daniel, registra o relato bíblico: “Não puderam achar nele falta alguma, pois ele era fiel; não era desonesto nem negligente” (Dn 6:4, Nova Versão Internacional).

Daniel era fiel, verdadeiro, revelando-o em todos os seus atos e palavras. Os seus desafetos não podiam acusá-lo de algum ato ou palavra desonesto, “a menos que seja algo relacionado com a lei do Deus dele” (Dn 6:5, Nova Versão Internacional).

Este é o grau de honestidade que todos os filhos de Deus precisam alcançar. Quem é honesto com Deus, certamente manifestará esta honestidade com todos os seus semelhantes por meio de seus atos e palavras.

“Quando lidamos injustamente com os nossos semelhantes ou com nosso Deus, desprezamos-Lhe a autoridade e ignoramos o fato que Cristo nos comprou com a Sua própria vida. O mundo está roubando a Deus por atacado. Quanto mais Ele concede riquezas, tanto mais completamente reclamam os homens que elas são suas, para serem usadas como lhes aprouver. Mas seguirão os professos seguidores de Cristo os costumes do mundo? Perderemos a paz de espírito, a comunhão com Deus e com os nossos irmãos porque deixamos de dedicar a Sua causa a parte que Ele reivindica como Sua?”

“Irmãos e irmãs, se o Senhor vos tem abençoado com bens, não os considereis vossos. Julgai-os vossos para que os useis para Deus, e sede fiéis e honestos ao dar os dízimos e ofertas” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 78).

PENSE “Um espírito mesquinho e egoísta impede os homens de darem a Deus o que Lhe pertence. O Senhor fez um concerto especial com o homem, de que se eles separassem regularmente a parte destinada ao avanço do reino de Cristo, Ele os abençoaria abundantemente, de tal modo que não haveria mais lugar para receber-Lhe as dádivas” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 77).

DESAFIO “Honre o Senhor com todos os seus recursos e com os primeiros frutos de todas as suas plantações; os seus celeiros ficarão plenamente cheios, e os seus barris transbordarão de vinho” (Pv 3:9, 10, Nova Versão Internacional).

Domingo, 11/02/2018

UMA QUESTÃO DE HONESTIDADE

Analisadas sob o conceito da honestidade, as orientações divinas relativamente à conduta do homem em toda a sua experiência espiritual, são definidas e claras. E o responsável em transmitir as instruções de Deus é o líder entre o Seu povo. “Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens procurar a instrução, por que ele é o mensageiro do Senhor dos Exércitos” (Ml 2:7, Almeida Revista e Atualizada).

Malaquias relata o seguinte diálogo de Deus arrazoando com Seu povo, repreendendo-o por desvios de Suas orientações em aspectos aparentemente insignificantes, tornando-se desonestos: “Desde os dias de vossos pais vos desviastes dos Meus estatutos, e não os guardastes; tornai-vos para Mim, e Eu Me tornarei para vos outros, diz o Senhor dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar? Roubará o homem a Deus? Todavia vos Me roubais, e dizeis: Em que Te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a Mim Me roubais, vós, a nação toda” (Ml 3:7-9, Almeida Revista e Atualizada).

O desvio dos princípios divinos tornou-os infiéis, desonestos, e separou-os de Deus. Como os líderes se omitiram no ensino destes princípios explícitos, tornaram-se duplamente infiéis e culpados, junto com todo o povo. Infiéis por não ensinar e não praticar. “Me roubais, a nação toda”.

A maneira de Deus definir e circunscrever o problema é clara e direta: “Me roubais nos dízimos e nas ofertas”, e evidencia que o desvio dos estatutos está diretamente relacionado com os atos de devolver e de dar. Deus tem leis, princípios que regem e orientam de modo definido estes atos.

“Aquele que dá ao homem a capacidade de adquirir riqueza, deu, juntamente com este dom uma obrigação. De tudo que adquirimos Ele exige determinada porção. O dízimo é do Senhor. […] ‘Trazei todos os dízimos à casa do tesouro’ (Ml 3:10), é a ordem de Deus. Não se apela para a gratidão ou generosidade. É uma questão de simples honestidade. O dízimo é do Senhor; e Ele nos ordena que Lhe devolvamos aquilo que é Seu” (Educação, p. 138, 139).

PENSE “Se a honestidade é um princípio essencial nos negócios da vida, não deveríamos reconhecer nossa obrigação para com Deus, obrigação esta que se acha na base de todas as outras?” (Educação, p. 139).

DESAFIO “Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito, e quem é desonesto no pouco, também é desonesto no muito” (Lc 16:10, Nova Versão Internacional).

Segunda, 12/02/2018

VIDA DE FÉ

Um aspecto profundamente significativo no relacionamento entre Deus e o homem é encontrado na vida de Abraão. Avalie-se a experiência de Abraão quando Deus lhe pediu o filho como sacrifício. Neste pedido, Deus não deu a Abraão a liberdade de escolha. Se houvesse dito a Abraão que entre toda a sua riqueza e o filho, deveria definir sua dádiva, fora de qualquer dúvida, teria dado tudo, poupando o filho. Se o pedido condicionasse a resposta à entrega de si mesmo ou o filho, seguramente pouparia o filho, dando-se a si mesmo para o sacrifício.

Deus pediu o filho. Por que Deus não respeitou o princípio do livre arbítrio, neste caso, com Abraão? A resposta está em Gênesis 22:1 e 12: “pôs Deus Abraão à prova” e “agora sei que temes a Deus, porquanto não me negaste o filho, o teu único filho”. A tradução parafraseada “A Bíblia Viva” transmite esta mensagem nestes termos: “Deus pôs à prova a fé e a obediência de Abraão” e “Bem sei que Deus está acima de tudo em sua vida. Pois você não Me negou nem mesmo o seu amado filho, o seu único filho”.

Quando Deus pediu o filho, não mais estava concedendo a Abraão uma oportunidade para escolha, mas provando a decisão já tomada de render a sua vontade ao inteiro controle divino. Deus pôde dizer: “Sei que Me temes. Estou seguro que confias plenamente em Minha liderança”. Em verdade, Abraão estava dando a si mesmo em Isaque, como Deus Se deu em Cristo. A escolha de Abraão fora feita muito tempo antes. Ele já rendera a sua vontade à vontade de Deus e O fizera o Senhor de sua vida. Isto aconteceu em Ur da Caldéia e mais definidamente em Harã quando Deus se apresentou a Abraão para fazer um concerto com Ele (Gn 12:1-3).

Quando, pela fé, tornamos Cristo o Senhor de nossa vida e Autor de nossa fé, não alimentamos dúvidas sobre o nosso dever de devolver o dízimo à casa do tesouro e consagrar à Sua causa para salvar pecadores, uma oferta generosa de todas as nossas rendas. Pela fé compreendemos e executamos as ordens do Senhor.

PENSE “Pela fé, Abraão, quando posto à prova, ofereceu Isaque; estava mesmo para sacrificar o seu unigênito aquele que acolheu alegremente as promessas, a quem se havia dito: Em Isaque será chamada a tua descendência; porque considerou que Deus era poderoso até para ressuscitá-lo dentre os mortos, de onde também, figuradamente, o recobrou” (Hb 11:17-19, Almeida Revista e Atualizada).

DESAFIO “Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador de nossa fé” (Hb12:1, 2, Nova Versão Internacional).

Terça, 13/02/2018

UMA DECLARAÇÃO DE FÉ

Para Abraão Deus fez uma promessa e o colocou perante um compromisso de fé: “Eu te abençoarei, […] portanto, se tu uma bênção” (Gn 12:2).

As bênçãos de Deus não se limitam ao material, ao monetário; Ele concede vida, saúde, família, companheirismo, conhecimento, lazer, etc, […]. Estas bênçãos Ele pede que partilhemos com os outros. Nós as partilhamos quando falamos para outros sobre o plano de vida de Deus, transmitindo o conhecimento de Sua graça e Seu amor; demonstrando companheirismo e dispondo de tempo para lazer sadio com nossos semelhantes.

O compromisso de fé é revelado com maior pujança e beleza quando nos envolvemos com alegria, participando com os recursos das bênçãos materiais, que Deus nos concede, na promoção do Seu Reino (2Co 9:7).

Assim como a obediência aos Mandamentos de Deus é uma declaração de fé na salvação provida pela graça de Deus, assim, a devolução do dízimo é uma declaração de fé da nossa dependência de Deus. O dízimo não compra as bênçãos de Deus ou a salvação, mas é uma resposta de fé, fidelidade e amor pelas bênçãos recebidas. Deus é quem dá as bênçãos, o homem responde com gratidão segundo as bênçãos recebidas (Dt 16:10).

Não é o homem quem dá, para obrigar a Deus responder com dádiva em dobro. É Deus quem dá, para provar a fé e a fidelidade do homem em sua resposta em relação às bênçãos recebidas.

Jacó, depois de receber a visão da parte de Deus de que estaria com ele e o protegeria em todos os seus caminhos, fez uma promessa fundamentada nas provisões de Deus: “de tudo o que me deres certamente Te darei o dízimo” (Gn 28:22, Nova Versão Internacional).
Jacó não condicionou as bênçãos de Deus a tudo o que ele daria para Deus em dízimos, mas condicionou as suas dádivas em dízimos, a todas as bênçãos que Deus lhe daria. A fé de Jacó não estava centralizada naquilo que ele poderia realizar, mas naquilo que Deus realizaria em seu favor.

PENSE “Ai de vocês, fariseus, porque dão o dízimo da hortelã, da arruda e de toda a sorte de hortaliças, mas desprezam a justiça e o amor de Deus! Vocês deviam praticar estas coisas, sem deixar de fazer aquelas” (Lc 11:42, Nova Versão Internacional).

DESAFIO “Dever é dever, e deve ser realizado por amor a Ele” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 90).

Quarta, 14/02/2018

DÍZIMO HONESTO: SANTO AO SENHOR

Deus fez uma declaração conclusiva a respeito de Seu povo e dEle mesmo: “Vocês serão santos para Mim, porque Eu, o Senhor, sou santo, e os separei dentre os povos para serem Meus” (Lv 20:26, Nova Versão Internacional).

Compreendemos a grandeza, amplitude e profundeza desta declaração? É provável que as nossas limitações humanas o impeçam de compreendê-la.

Deus nos prova em relação a esta compreensão, na fidelidade com que devolvemos o dízimo. Ele declara que o dízimo também é santo: “Todo dízimo […] pertence ao Senhor; é coisa santa para o Senhor” (Lv 27:30, Tradução Ecumênica da Bíblia).

Por que Deus é tão convincente em requerer o dízimo e além disso, ofertas voluntárias de tudo o que nos concede? Para que nunca nos esqueçamos de nossa dependência dEle e que nos tornemos semelhantes a Ele em nosso caráter, com espírito generoso e pródigo em espalhar bênçãos para o próximo: “Tenham o cuidado de não se esquecer do Senhor, o seu Deus, […] e digam, pois, em seu coração: ‘a minha capacidade e a força das minhas mãos ajuntaram, para mim toda esta riqueza’, […] e por meio de você todos os povos da terra serão abençoados” (Dt 8:11, 17 e Gn 121:3, Nova Versão Internacional).

Tudo pertence a Deus. Nós Lhe pertencemos. Fomos por Ele criados, e em consequência do pecado, comprados, não por ouro ou prata, valores materiais, mas pelo preço de sangue, o precioso sangue de Jesus. E muitas vezes ainda somos ingratos com Aquele que nos adquiriu com o valor do Seu sangue, livrando-nos da morte eterna.

Ele pede que sejamos fiéis em devolver a décima parte de tudo o que nos dá, e que sejamos generosos em dar voluntariamente, ofertas relacionadas com as bênçãos que nos concede.

Somos um povo santo; adoramos um Deus santo, em lugar santo, em um dia santo; portanto, devemos com espírito de gratidão, devolver-Lhe o dízimo santo, porque é dEle, não nos pertence. Devemos também, liberalmente trazer-Lhe oferendas santas. As ofertas são santas, porque são o resultado das bênçãos de Deus, que é santo.

PENSE “Este homem, porém, que não pertencia à linhagem de Levi, recebeu o dízimo de Abraão e abençoou aquele que tinha as promessas. Sem dúvida alguma, o inferior é abençoado pelo superior” (Hb 7:6, 7, Nova Versão Internacional).

DESAFIO “E esta pedra que hoje coloquei como coluna servirá de santuário de Deus, e de tudo o que me deres certamente Te darei o dízimo” (Gn 28:22, Nova Versão Internacional).

Quinta, 15/02/2018.

REAVIVAMENTO, REFORMA E DÍZIMO

É do mais profundo interesse de Deus que o homem compreenda o correto relacionamento com Ele. Anela que todos os seus filhos desenvolvam com Ele uma experiência de intimidade. Pois, é o Seu intento demonstrar para o mundo e o Universo o que a verdade pode operar no caráter do homem. Portanto, o repto divino precisa atingir com poder cada membro da Igreja nesta hora decisiva da história.

“Deus pede um reavivamento espiritual, e uma reforma espiritual. […] Precisa haver um reavivamento e uma reforma, sob a ministração do Espírito Santo. […] Reforma significa uma reorganização, uma mudança de ideias e teorias, hábitos e práticas. […] Reavivamento e Reforma devem efetuar a obra que lhes é designada, e no realizá-la precisam fundir-se” (Mensagens Escolhidas, v. I, p. 128).

O desejo de Deus é o desencadeamento de um processo de reforma e reavivamento com profundas raízes espirituais, conduzindo a uma reorganização, no membro e no corpo da igreja, mediante a mudança de ideias e teorias, hábitos e práticas. Em outras palavras: mudança na maneira de pensar para mudar a maneira de agir.

“Sempre que o povo de Deus estiver crescendo em graça, obterá constantemente compreensão mais clara de Sua Palavra. Há de distinguir mais luz e beleza em suas sagradas verdades. Isto se tem verificado na história da Igreja em todos os séculos, e assim continuará até o fim” (Obreiros Evangélicos, p. 297).

“Vi que o Israel de Deus deve erguer-se, e renovar suas forças em Deus mediante a renovação e observância de seu concerto com Ele. A cobiça, o egoísmo, o amor ao dinheiro e o amor ao mundo, permeiam todas as fileiras dos observadores do sábado. Estes males estão destruindo o espírito de sacrifício entre o povo de Deus. E os que tem no coração essa cobiça, dela não se apercebem. Ela se apoderou deles imperceptivelmente, e a menos que seja desarraigada, sua destruição será tão certa quanto a de Acã. Muitos têm tirado o sacrifício de sobre o altar de Deus. Amam o mundo, amam-lhe o lucro e o aumento, e caso não haja neles inteira mudança, perecerão com o mundo. Deus lhes tem confiado meios; estes não lhes pertencem, mas o Senhor os fez mordomos Seus” (Testemunhos Seletos, v. I, p. 39).

PENSE “Tem havido negligência nas Igrejas quanto a manter o plano da benevolência sistemática, e o resultado tem sido uma tesouraria empobrecida e uma Igreja apóstata” (Testemunhos para a Igreja, v. V, p. 309).

DESAFIO “‘Desde o tempo dos seus antepassados vocês se desviaram dos Meus decretos e não lhes obedeceram. Voltem para Mim e Eu voltarei para vocês’, diz o Senhor dos Exércitos. […] Nos dízimos e nas ofertas” (Ml 3:7, 8, Nova Versão Internacional).

Sexta, 16/021/2018.

ESTUDO ADICIONAL

Do texto citado no estudo de ontem, de Testemunhos Seletos, v. I, p. 39, destacamos e enfatizamos algumas ideias: 1. Quebra do concerto com Deus, não obedecendo Suas ordens e não confiando em Suas promessas. 2. Desenvolvimento do espírito de cobiça, egoísmo, amor ao dinheiro e amor ao mundo. 3. Perda do espírito de sacrifício. Imperceptivelmente essa condição está permeando todos os membros da Igreja. Deus pede a mudança deste quadro. O que deve ser feito?

“Alguns deixam de educar o povo a cumprir com todo o seu dever. Pregam a parte de nossa fé que não cria oposição ou desagrada aos ouvintes, mas não declaram toda a verdade. O povo aprecia-lhes a pregação, mas há falta de espiritualidade porque os reclamos do Senhor não são atendidos. Seu povo não Lhe dá em dízimos e ofertas o que Lhe pertence. Esse roubo a Deus, praticado tanto pelos ricos como pelos pobres, traz trevas às Igrejas; e o ministro que com eles trabalha, e não lhes mostra a vontade de Deus claramente revelada, é condenado com o povo, por negligenciar o seu dever” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 87).

“É uma parte da obra do ministro ensinar os que aceitam a verdade mediante seus esforços, a trazerem os dízimos ao tesouro, como testemunho de que reconhecem sua dependência de Deus. Aquele que negligencia dar instruções a esse respeito deixa por fazer uma parte importantíssima de sua obra” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 105).

O povo deve ser educado, ensinado e instruído relativamente a este assunto. Cada membro deve ter a mente esclarecida para tomar decisões inteligentes, consistentes e responsáveis no cumprimento do seu dever, devolvendo os dízimos e dando ofertas que pertencem ao Senhor. Neste trabalho, além do ministro, anciões e oficiais devem envolver-se.

“É o dever dos anciões e oficiais da Igreja instruir o povo nessa importante questão, e pôr as coisas em ordem. Sigam os anciões e oficiais da Igreja a orientação da Palavra Sagrada, e insistam com os membros sobre a necessidade de ser fiéis em pagar os votos, dízimos e ofertas” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 105, 106).

PENSE “Meu povo foi destruído por falta de conhecimento. ‘Uma vez que vocês rejeitaram o conhecimento, Eu também os rejeito como Meus sacerdotes; uma vez que ignoraram a Lei do seu Deus, Eu também ignorarei seus filhos” (Os 4:6, Nova Versão Internacional).

DESAFIO “Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca todos esperam a instrução da Lei, porque ele é o mensageiro do Senhor dos Exércitos” (Ml 2:7, Nova Versão Internacional).