Lição 07 – ESabatina – Vencendo o pecado – 11 a 18/11 de 2017

Lição 07 VENCENDO O PECADO

Pr. Albino Marks

“O pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça” (Rm 6:14).
Sábado, 11/11/17
INTRODUÇÃO
Para os filhos de Israel em caminho para a Canaã terrestre, Deus fez o apelo: “Vocês serão santos para Mim, porque eu, o Senhor, sou santo, e os separei dentre os povos para serem Meus” (Lv 20:26, Nova Versão Internacional).
Escrevendo para os Hebreus, Paulo exorta os filhos de Deus de que a santificação é indispensável no caminho da salvação e a busca da eternidade: “Segui a […] santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12:14, Almeida Revista e Atualizada).
A justificação é a dádiva de Deus para o pecador necessitado de perdão, por meio da fé na morte substituta de Jesus. É um ato, uma declaração que em um momento absolve o pecador culpado da condenação implacável por causa do pecado – a morte. A santificação é o processo de adaptação no caminho da salvação pela graça. “Como são felizes os que andam em caminhos irrepreensíveis, que vivem conforme a lei do Senhor! […] Desvia-me dos caminhos enganosos; por Tua graça, ensina-me a Tua lei” (Sl 119:1, 29, Nova Versão Internacional).
“É imputada a justiça pela qual somos justificados; aquela pela qual somos santificados, é comunicada. A primeira é nosso título para o céu; a segunda, nossa adaptação para ele” (Mensagens aos Jovens, p. 32).
A justificação é o ato da graça de Deus creditando para o pecador arrependido, a justiça substituta de Cristo, pela fé. A santificação é o processo da graça de Deus, comunicando ao pecador justificado os atributos do Seu caráter, ensinando-o a andar no caminho da obediência de Sua lei, por amor e pela fé.
No processo de santificação mudanças profundas precisam ocorrer em nossa conduta, demonstrando que o poder do Espírito Santo verdadeiramente recebeu autorização para tornar eficaz o ato da justificação. “Não é genuíno nenhum arrependimento que não opere a reforma” (Desejado de Todas as Nações, p. 413).
Para os israelitas Deus declarou como esta obra de transformação é realizada: “Certamente, guardareis os meus sábados; […] para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica” (Êx 31:13, Almeida Revista e Atualizada.
É por meio da obediência por amor e pela fé que Deus comunica santidade em Seus filhos justificados.
“Coisa alguma senão a santidade te preparará para o céu. Unicamente a piedade sincera, experimental, pode dar-te um caráter puro, elevado, e habilitar-te a entrar à presença de Deus, que habita na luz inacessível” (Testemunhos Seletos, vol. 1, p. 245.
PENSE “A justiça de Cristo […] é um princípio de vida que transforma o caráter e rege a conduta. Santidade é integridade para com Deus; é a inteira entrega da alma e da vida para habitação dos princípios do Céu” (Desejado de Todas as Nações, p. 413).
DESAFIO “Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra” (Cl 3:1, 2, Almeida Revista e Atualizada).
Domingo, 12/11/17
ONDE O PECADO ABUNDOU
O pecado obliterou a imagem e semelhança com Deus, rompeu o relacionamento da intimidade direta, face a face, mas não separou o homem do manancial da graça. O plano de Deus para que o homem viva feliz não sofreu alteração. Mesmo em face do pecado, o plano de Deus para o homem mediante a Sua graça continua o mesmo: desfrutar vida abundante e alegria transbordante. Tudo depende da atitude do homem de aceitar ou rejeitar o plano divino da graça.
Com a queda, o rio da graça transbordou em suas margens: “Mas onde avultou o pecado, a graça superabundou” (Rm 5:20, A Bíblia de Jerusalém).
A graça, que é o dom eterno de Deus para as Suas criaturas, foi a primeira certeza reafirmada a Adão, assim que foi vencido pelo inimigo. Para que pudesse apanhar a grandeza e certeza da promessa, o primeiro cordeiro inocente, que nada tinha a haver com o pecado de Adão, foi sacrificado como substituto em lugar do verdadeiro culpado. No cordeiro morto, Adão teve a certeza de que a graça que era o dom de Deus para a sua vida sem pecado, superabundou quando foi envolvido pelo pecado.
Em verdade, a graça nunca esteve ausente no relacionamento entre Deus e o homem. A vida de Adão no jardim do Éden era uma dádiva da graça de Deus. Adão não possuía vida eterna inerente, mas dependente da graça de Deus.
Paulo pergunta: “Continuaremos pecando para que a graça aumente?” (Rm 6:1, NVI). Continuaremos transgredindo a lei moral para avultar a abundância da graça?
Para Paulo esta possibilidade é infundada: “De maneira nenhuma!” Quando aceitamos a graça revelada na morte substituta de Cristo, morrendo por causa dos nossos pecados, sofrendo em Seu corpo a justiça da imutável lei de Deus, nós, simbolicamente também morremos, não pelo pecado, mas para o pecado, quando somos sepultados nas águas batismais.
No entanto, como a nova natureza, que é fruto do nascimento da água e do Espírito (Jo 3:5), se opõe à natureza pecaminosa da carne, tem começo uma guerra espiritual entre a vontade espiritual e as paixões da carne. Mas, quem foi justificado pela morte substituta de Cristo, pela graça, recebe a justiça de Cristo para vencer a natureza pecaminosa da carne.
PENSE “Portanto, fomos sepultados com Ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova” (Rm 6:4, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Ora, se morremos com Cristo, cremos que também com Ele viveremos” (Rm 6:8, Nova Verdão Internacional).
Segunda, 13/11/17
QUANDO O PECADO REINA
“Portanto, que o pecado não impere mais em vosso corpo mortal, sujeitando-vos às suas paixões” (Rm 6:12, A Bíblia de Jerusalém).
Paulo compara o pecado a um senhor tirano que domina as suas vítimas com poder implacável, sujeitando-as a todos os tipos de paixões aviltantes, tendo a sua vontade subjugada em estado de escravidão.
No entanto, em Cristo Jesus, o escravo do pecado encontra o seu poderoso libertador. Para libertar os condenados às consequências mortais do pecado, Cristo morreu como o substituto inocente, justo e sem pecado, para satisfazer as justas exigências da lei (Rm 8:4), e oferecer graça superabundante para o culpado pecador.
Aceitando a graça de Deus em Cristo Jesus, é obtida a libertação do pecado. O pecado já não mais tem domínio sobre o pecador liberto, fazendo-o obedecer à voz do inimigo e praticar os desejos das paixões. Deixa de ser um instrumento de iniquidade, alguém em revolta contra Deus e em desarmonia com a Sua lei moral. Antes, oferece-se a Deus como quem ressurgiu da morte do pecado para a vida para Deus e como instrumento de Sua justiça. Esta experiência tem lugar quando a graça é aceita, Jesus, com Seu poder para libertar do pecado porque Ele já venceu o autor do pecado.
Todavia, aceitar a Jesus pela fé implica em mudança de vida. Cristo é a oferta de Deus para expiar os pecados do pecador. Assim como Cristo foi crucificado em favor do pecador, morrendo por causa dos seus pecados, o pecador deve entregar a sua vida para simbolicamente ser crucificado com Cristo e morrer para o pecado (Rm 6:6, 7).
Quando as paixões e concupiscências imperam em nossos corpos mortais, elas excluem do Reino de Cristo. Se um pecador declara que aceita a Cristo, mas continua alimentando práticas pecaminosas da carne, não experimentou a morte com Cristo para o pecado. Quando crucifica as paixões e concupiscências, passa a produzir o fruto do Espírito que é a evidência da nova vida.
Paulo faz um apelo decisivo: “Portanto, que o pecado não impere mais em vosso corpo mortal”.
PENSE “Que diremos então? Continuaremos pecando para que a graça aumente: De maneira nenhuma! Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele?” (Rm 6:1, 2, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Da mesma forma, considerem-se mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus” (Rm 6:11, Nova Versão Internacional).
Terça, 14/11/17
NÃO DEBAIXO DA LEI, MAS DA GRAÇA
“Porque todos nós temos recebido da Sua plenitude e graça sobre graça. Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo” (Jo 1:16, 17, Almeida Revista e Atualizada).
Os tipos, para ensinar o plano da salvação, foram transmitidos por intermédio de Moisés. Anunciavam, ensinavam e orientavam por meio dos ritos e símbolos sobre tudo o que seria encontrado em realidade viva e superabundância no Antítipo, Cristo, porque Ele é o centro do plano da salvação e o fundamento para ensinar o plano da salvação é o santuário. “O teu caminho, ó Deus, está no santuário” (Sl 77:13, Almeida Revista e Corrigida).
Até a cruz, os ritos e símbolos eram o instrumento de Deus para ensinar o plano da salvação, tipificando a graça no sacrifício substituto e pela fé na promessa do Substituto real, mas quando a realidade veio – Cristo Jesus – o esboço típico ainda que não perdendo o seu valor, perdeu em brilho e grandeza. O Antítipo real, Cristo, superou as expectativas em graça sobre graça, proclamando a verdade salvadora.
Para os Romanos Paulo declarou: “Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça” (Rm 6:14, Almeida Revista e Atualizada).
Está aqui um argumento de Paulo que, como declara Pedro, facilmente pode ser mal interpretado e torcido. Os judeus ou israelitas, solucionavam o problema dos seus pecados contra a lei moral, por meio do sacrifício substituto, isto é, estavam debaixo da lei das cerimônias que os orientava de como obter graça, perdão, justificação e reconciliação (Lv 4). Com a vinda de Cristo e Seu sacrifício perfeito e completo, a lei das cerimônias cedeu seu lugar para a realidade de Cristo. Não mais estavam debaixo da lei de cerimônias, mas sob a graça real – Cristo.
Como Paulo, em primeiro plano estava procurando esclarecer os crentes de seus dias sobre a mudança do ensino da graça pelos tipos, para a realidade da morte substituta de Cristo, a promessa feita por Deus por causa da queda de Adão, declara: Quem aceita a graça de Cristo, não mais está sujeito às práticas da lei ritual, pois Cristo é a realidade de seus tipos. Jesus é o poder que liberta o pecador do domínio do pecado e o transporta para a segurança do Reino da graça.
PENSE “Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente” (Tt 2:11, 12, Almeida Revista e Atualizada).
DESAFIO “Porque, por meio de um único sacrifício, ele aperfeiçoou para sempre os que estão sendo sanificados” (Hb 10:14, Nova Versão Internacional).
Quarta, 15/11/17
PECADO OU OBEDIÊNCIA
Seguindo a sua argumentação, Paulo continua dizendo: “E daí? Havemos de pecar porque não estamos debaixo da lei, e sim da graça? De modo nenhum! Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça? Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues” (Rm 6:15-17, Almeida Revista e Atualizada).
A pergunta de Paulo pode ser formulada: Por que os tipos para expiar os pecados deixaram de existir e, como aceitamos a Cristo, a graça real, havemos de pecar, transgredindo a lei moral? Absolutamente não!
Se voltarmos a pecar, tornamo-nos outra vez escravos do pecado e ele conduz à morte. Mas, quando aceitamos a graça em Jesus, passamos a obedecer de coração, espontaneamente, a doutrina de Cristo, que conduz à vida. Na doutrina de Cristo, um de seus fundamentos é a lei moral porque é ela que acusa o pecado. Sem a lei moral, não existe pecado.
Aceitando a graça de Deus em Cristo Jesus, é obtida a libertação do pecado. O pecado já não mais tem domínio sobre o pecador liberto, fazendo-o obedecer à voz do inimigo e praticar os desejos das paixões. Deixa de ser um instrumento de iniquidade, alguém em revolta contra Deus e em desarmonia com a Sua lei moral. Antes, oferece-se a Deus como quem ressurgiu da morte do pecado para a vida para Deus e como instrumento de Sua justiça. Esta experiência tem lugar quando a graça é aceita, Jesus, com seu poder para libertar do pecado porque Ele já venceu o autor do pecado.
O pecador perdoado e justificado passa a viver a experiência que Paulo relatou a Tito, e que ele devia comunicar às igrejas: (Leia em Pense)
A graça ensina ao pecador como vencer e abandonar a impiedade e como viver em justiça e santidade. Ensina e inculca a feliz esperança da volta de Jesus e move-o para buscar os que estão na iniquidade, os que estão vivendo no pecado, em rebelião contra Deus e em desobediência à Sua lei moral, para também purificá-los de todo pecado e transformá-los em árvores de bênção, produzindo com ardor frutos de “boas obras”. A graça de Deus que é a fonte de salvação e que ensina como abandonar a impiedade e a viver em justiça e piedade, é uma Pessoa, a pessoa de Cristo.
PENSE “Pois tornou-se manifesta a graça de Deus, fonte de salvação para todos os homens. Ela nos ensina a renunciar à impiedade e aos desejos mundanos, para vivermos no tempo presente com moderação, justiça e piedade à espera da bem-aventurada esperança e da manifestação da glória de nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo. Ele se entregou a si mesmo por nós, a fim de nos resgatar de toda a iniquidade e purificar um povo que lhe pertença, e esteja repleto de ardor pelas boas obras. Assim é que deves falar, exortar e repreender com plena autoridade. Que ninguém o menospreze” (Tt 2:11-15, Tradução Ecumênica da Bíblia).
DESAFIO “Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas” (2Co 5:17, Nova Versão Internacional).
Quinta, 16/11/17
LIVRES DO PECADO
Paulo contrasta a liberdade obtida pela graça em Cristo, com a escravidão do pecado. Por natureza, em consequência do pecado de Adão, o homem traz em si o vírus do pecado. O pecado coloca o homem sob o domínio de Satanás, que é um senhor tirano e cruel. Paulo qualifica esta situação como a mais aviltante e pérfida escravidão: “Porque, quando éreis escravos do pecado, […] que resultados colhestes? Somente as coisas de que, agora, vos envergonhais; porque o fim delas é morte” (Rm 6:20, 21, Almeida Revista e Atualizada).
Em outra carta esclarece os seus conversos de que eram pessoas que estavam “sem Cristo, […] estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo” (Ef 2:12, Almeida Revista e Atualizada). Que esperança pode oferecer o diabo? Que futuro para os seus escravos, senão a morte? Assim viviam os crentes antes de ouvir a pregação libertadora de promessas e esperanças gloriosas, proclamadas por Paulo.
Ele os conclama a não abandonar esta preciosa liberdade. Em seus argumentos, conduz os crentes para a verdadeira liberdade em Cristo, que os torna “escravos de Deus”, por escolha espontânea e submissão amorosa, e que produz o fruto da santidade em sua conduta e no fim, a vida eterna (Rm 6:22).
Em argumentos subsequentes e também em outras cartas exorta os crentes para discernir e seguir as instruções do Espírito Santo. É pelo Espírito Santo que receberão clara compreensão do que são as obras da carne e obras do Espírito. As obras da carne devem ser vencidas e abandonadas e as do Espírito devem ser desenvolvidas.
Culmina a sua argumentação deste tópico com a declaração que é uma síntese de tudo o que falou, em um veredito convincente e inquestionável: “Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor” (Rm 6:23, Nova Versão Internacional).
PENSE “Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão” (Gl 5:1, Almeida Revista e Atualizada).
DESAFIO “Vocês foram libertados do pecado e tornaram-se escravos da justiça” (Rm 6:18, Nova Versão Internacional).
Sexta, 17/11/17
ESTUDO ADICIONAL
Considerando a declaração inspirada do salmista, rei Davi, temos um importante argumento para considerar: “Então, eu disse: eis aqui estou, no rolo do livro está escrito a meu respeito; agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu; dentro do meu coração, está a Tua lei” (Sl 40:7, 8, Almeida Revista e Atualizada). Paulo, escrevendo aos Hebreus, no capítulo 10, aplica esta profecia a Jesus, como Aquele que viria como o sacrifício real para vencer o autor do pecado e remover os pecados. Depois de dizer: “Entretanto, nesses sacrifícios faz-se recordação de pecados todos os anos, porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados”, introduz a profecia supra e continua: “Remove o primeiro para estabelecer o segundo. Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas” (Hb 10:3, 4, 9 e 10, Almeida Revista e Atualizada.
É fácil compreender que a argumentação gira em torno da transição do regime das cerimônias e símbolos – sangue de touros e bodes – para o sacrifício real de Jesus. “Remove o primeiro”, as cerimônias e símbolos, “para estabelecer o segundo”, o sacrifício do corpo de Jesus. Significa que Jesus nasceu e viveu sob a lei cerimonial e morreu para fazê-la cessar como obrigação prática espiritual, mas Sua morte é a garantia de nossa vitória sobre o pecado.
Façamos uma contraposição de dois argumentos: “para resgatar os que estavam sob a lei”, e “dentro em meu coração está a Tua lei”. Estar sob, é estar debaixo de: uma lei, um fardo, uma situação… Ter dentro do coração uma lei, é estar ligado a alguém por amor. Ao fazer a vontade deste alguém, é feita por amor e não como uma obrigação legal pesada e enfadonha.
Jesus é o Autor da lei moral e quando veio em forma humana a este mundo, Ele trouxe esta lei em Seu coração. Em verdade não podia ser diferente porque a lei moral é a expressão do caráter de Deus, e Ele é Deus. Como Deus-homem viveu o relacionamento de perfeito amor para com o Deus-Pai. A lei moral escrita em eu coração unia-O com indestrutíveis laços de amor a Deus-Pai. Do mesmo modo, todos aqueles que pela fé aceitam a Sua graça, perdão e justificação, têm esta lei escrita no coração e na mente, pela ação do Espírito Santo, significando que a gratidão por tão grande salvação os conduz à obediência amorosa e espontânea.
PENSE “Embora houvesse tomado sobre Si a natureza humana, era sustido por uma força divina, e não Se apartou num só ponto da vontade do Pai…” Desejado de Todas as Nações, p. 735).
DESAFIO “Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Rm 8:37, Nova Versão Internacional).