Lição 08 – ESabatina – O impacto na fidelidade dos dízimos – 17/02 a 24/02 de 2018

Lição 08 O IMPACTO DA FIDELIDADE NOS DÍZIMOS

Pr. Albino Marks

“Não sabeis vós que os que prestam serviços sagrados do próprio templo se alimentam? E quem serve ao altar do altar tira o seu sustento? Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho” (1Co 9:13, 14).

Sábado, 17/02/2018

INTRODUÇÃO

Qual a maior razão que Deus apresenta para estabelecer a lei do dízimo?

Paulo declara sobre a sua responsabilidade em relação à missão evangélica: “como ministros de Cristo, e despenseiros (Oikonomos) dos mistérios de Deus” (1Co 4:1, Almeida Revista e Atualizada). Pedro abrange a todos os crentes quando os concita a se tornarem “bons despenseiros (Oikonomos) da multiforme graça de Deus” (1Pe 4:10 e 11, ARA).

A provisão redentora foi feita por Deus na dádiva de Cristo em favor do homem. Mas, como Deus não salva homens para a inatividade, é preciso compreender que a provisão somente exerce efeito quando o homem aceita o programa divino de conduta em relação a Seu plano redentor: “bons despenseiros dos mistérios e da multiforme graça de Deus”.

Esta obra não é realizada pelo homem adotando critérios e diretrizes pessoais, mas por Deus, atuando no caráter e na conduta do homem. “Porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a Sua boa vontade” (Fp 2:13, Almeida Revista e Atualizada). O modo divino de atuar implica na implantação e desenvolvimento da justiça de Cristo no caráter do homem. “A justiça de Cristo […] é um princípio de vida que transforma o caráter e rege a conduta” (Desejado de Todas as Nações, p. 413).

Princípio é diretriz, é critério. É o modo de Deus conduzir e preparar o homem para a eternidade. Molda-o segundo a Sua vontade, para torná-lo semelhante a Ele, por meio de princípios por Ele estabelecidos.
A atuação divina abrange dois aspectos importantes: no homem e com o homem. No homem, a atuação envolve o aprimoramento do caráter e o desenvolvimento de habilidades. Com o homem, a atuação envolve a habilitação para o serviço em prol de outros.

O dízimo traz em si conceitos de responsabilidade, dependência, confiança, honestidade, fidelidade, gratidão, fé, amor, entrega. A nossa participação com o dízimo na promoção do Reino de Cristo, declara onde e no que está centralizado o nosso coração: “Pois onde estiver o seu tesouro, aí estará também o seu coração” (Mt 6:21, Nova Versão Internacional).

PENSE Este é o amplo conceito de mordomia. “Afeta toda esfera da atividade humana. Quer o reconheçamos quer não, somos despenseiros, supridos por Deus com talentos e facilidades e colocados no mundo para realizar uma obra indicada por Ele” (Lar Adventista, p. 367).

DESAFIO “Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho! Se o faço de livre vontade, tenho galardão; mas, se constrangido, é, então, a responsabilidade de despenseiro (Oikonomo) que me está confiada” (1Co 9:16, 17, Almeida Revista e Atualizada).

Domingo, 18/02/2018

JUNTOS SUSTENTAMOS A MISSÃO

Paulo, falando da posição do mordomo, declara em 1 Coríntios 3:9: “Porque de Deus somos cooperadores” (Almeida Revista e Atualizada). Alguém que se entrega para o serviço com todo o interesse e dedicação e pode ser usado pelo Senhor, sem reservas e restrições. Um cooperador não é alguém que trabalha para o Senhor, mas trabalha com o Senhor. Quando o homem compreende esta maneira de pensar, isto muda toda a sua maneira de agir.

“Se os cristãos agissem de comum acordo, avançando como um só homem, sob a direção de um único Poder, para a realização de um só escopo, eles abalariam o mundo” (Serviço Cristão, p. 75).

“Abalariam o mundo”. Que desafio! Que promessa! Mas quando e como? Quando a Igreja toda se erguer como um só homem, com o mesmo propósito e animado pelo mesmo Poder. O Céu está aguardando o grande momento em que poderá operar no mundo através da Igreja. “Pois assim diz o Senhor dos Exércitos: Ainda uma vez, dentro em pouco, farei abalar o céu, a terra, o mar e a terra seca; farei abalar todas as nações, e as coisas preciosas de todas as nações, virão, e encherei de glória esta casa, diz o Senhor dos Exércitos” (Ag 2:6, 7, Almeida Revista e Atualizada).

“Farei abalar as nações, e encherei de glória esta casa”. O Senhor ainda operará de maneira maravilhosa e abalará o mundo com o último convite do Evangelho Eterno.

Se como membros da Igreja, todos compreendêssemos a grandeza do privilégio que Deus concede para o ser humano que aceita a Sua liderança, participar do Seu plano Redentor, com os recursos recebidos, na devolução fiel e agradecida do dízimo e na participação feliz com generosas ofertas voluntárias, o mundo seria abalado com a poderosa mensagem do evangelho.

“Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na Minha casa; e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se Eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida” (Ml 3:10, Almeida Revista e Atualizada).

O que Deus pede de Sua Igreja é que se renda inteiramente à Sua vontade e clame pela unção com o Seu poder. “Santificai-vos, porque […] o Senhor fará maravilhas no meio de vós” (Js 3:5, Almeida Revista e Atualizada).

PENSE “Deus usará os meios e recursos pelos quais se verá que Ele está tomando as rédeas em Suas próprias mãos. Os obreiros ficarão surpreendidos em ver os simples meios que Ele usará para concluir e aperfeiçoar Sua obra de justiça” (Evangelismo, p. 118).

DESAFIO “Estes são os que andaram revolucionando o mundo inteiro. Agora estão também aqui” (At 1:6, A Bíblia de Jerusalém).

Segunda, 19/02/2018

AS BÊNÇÃOS DE DEUS
O homem recebe o apelo do convite do Espírito Santo para render-se a Cristo, separando-O como o Senhor de sua vida. Pedro declara que esta escolha é por amor: “em vossos corações” (1Pe 3:15).

Somente quando o homem faz a sua escolha, tornando Cristo o Senhor de sua vida, é que Deus o torna instrumento para convidar outros pecadores para a mesma experiência: “estando sempre prontos a dar razão da vossa esperança, a todo aquele que vo-la pede” (1Pe 3:15, A Bíblia de Jerusalém).

Jesus referiu-se a esta experiência com estas palavras: “Se me amais, observareis meus mandamentos” (Jo 14:15, A Bíblia de Jerusalém).

Amor, é a poderosa força motivadora em nosso relacionamento com Deus. Qualquer outra motivação não alcança o objetivo que o nosso Senhor quer desenvolver em nós: tornar-nos semelhantes a Ele.

É o amor de Deus pelo homem e o verdadeiro amor do homem para Deus, que traz em sua esteira todas as bênçãos: a fé na liderança e proteção de Deus, a alegria da salvação, a esperança da eternidade, bênçãos materiais e físicas para a transitória passagem por este mundo de pecado, a grande felicidade de partilhar com o semelhante aquilo que recebe, e uma que é colocada em destaque na experiência do escravo israelita: “eu amo o meu senhor, a minha mulher e os meus filhos, não quero sair livre” (Êx 21:5, Nova Versão Internacional).

Com certeza, a estabilidade da família depende da estabilidade do relacionamento com Deus. Sem dúvida a maior bênção que Deus concede àqueles que são fiéis e generosos no administrar os Seus recursos, é a estabilidade e a felicidade do lar, da família. É no relacionamento amoroso demonstrado com os familiares que aprendemos a amar a Deus.

Esta bênção do amor, é o fundamento da unidade e estabilidade da Igreja: “Para que todos sejam um, Pai, como Tu estás em Mim e Eu em Ti. Que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que Tu Me enviaste” (Jo 17:21, Nova Versão Internacional).

PENSE “Quem não ama não descobriu a Deus, porque Deus é amor. […] Se alguém disser: ‘amo a Deus’, e odeia seu irmão, é um mentiroso. Com efeito, quem não ama seu irmão a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (1Jo 4:8 e 20, Tradução Ecumênica da Bíblia).

DESAFIO “Lembrando as palavras do próprio Senhor Jesus, que disse: ‘Há maior felicidade em dar do que em receber’” (At 20:35, Nova Versão Internacional).

Terça, 20/02/2018

O PROPÓSITO DO DÍZIMO

Quem é o autor da lei do dízimo? Por que instituiu a lei? Para benefício próprio ou do homem? Quais os grandes propósitos que se encontram na base do ato de dizimar? Obtenção de recursos ou reconquista de um relacionamento de intimidade? O ato de dizimar assenta-se sobre ordens e promessas de um lado; obediência e confiança do outro: “Trazei todos os dízimos, […] e provai-Me nisto, […] derramar sobre vós bênção sem medida” (Ml 3:10, Almeida Revista e Atualizada).

A prática do ato de dizimar foi instituída por Deus com dois propósitos fundamentais: transformar o caráter do homem à semelhança do Seu caráter e promover a conquista de pecadores para o Seu Reino.

Para realizar esta obra, Ele anseia implantar no homem o princípio básico do Céu: “O amor é o princípio básico do governo de Deus no Céu e na Terra, e deve ser o fundamento do caráter cristão” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 197).

Mas o amor enfrenta a forte oposição do egoísmo implantado no caráter do homem pelo inimigo. Com o egoísmo assentado no trono do coração desenvolve-se dura batalha no caráter do homem que ouve o convite do amor.

Dizimar é saldar compromissos com Deus? É um ato comercial ou o desenvolvimento da experiência espiritual? É apenas uma devolução de direitos ou uma prova de amor? “O Senhor colocou nossos primeiros pais no Jardim do Éden. […] Disse Deus: ‘Dela não comerás’. Aí estava a prova de sua gratidão e lealdade a Deus”.

“Assim nos tem o Senhor comunicado as mais ricas bênçãos celestiais, ao nos dar Jesus. […] e, por essa razão, diz: De todas as vossas posses reservo a décima parte para Mim, além das dádivas e ofertas, que devem ser trazidas à casa do meu tesouro” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 65).

Tal como o Senhor reservou a árvore do conhecimento do bem e do mal como Sua propriedade exclusiva e dela fez a prova de gratidão e lealdade para o homem, com o mesmo propósito reservou para Si o Dízimo Santo e Ofertas Voluntárias. Faz do ato de dizimar e ofertar uma prova que revela ao homem o que domina seu coração: amor ou egoísmo.

PENSE “Vi que no arranjo da benevolência sistemática, o coração seria testado e provado. É um teste vivo e constante. Leva a pessoa a compreender o seu próprio coração, a ver se predomina o amor à verdade ou ao mundo. Aqui está um teste para o egoísmo natural e a cobiça. Eles porão suas posses em números muito baixos” (Testemunhos para a Igreja, vol. I, p. 121).

DESAFIO “E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres, e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará” (1Co 13:3, Almeida Revista e Atualizada).

Quarta, 21/02/2018

A CASA DO TESOURO

A orientação de Deus para promover a proclamação do Seu Reino, é muito definida: “Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa” (Ml 3:10, Almeida Revista e Atualizada).

Como identificar “a casa do Tesouro?” “Então, ordenou Ezequias que se preparassem depósitos na casa do Senhor. […] recolheram fielmente as ofertas, os dízimos” (2Cr 31: 11, 12, Almeida Revista e Atualizada).

“Fossem extirpados os mil canais de egoísmo que agora existem, e os meios dirigidos para o canal certo, e grandes rendas fluiriam para a tesouraria” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 288).

Um detalhe é importante e merece destaque: a lei básica que orienta o ato de dar e impulsiona para a dádiva, é a generosidade. Dar para o Senhor, não é um ato exercido sob a pressão de apelos para projetos, mas é a resposta espontânea às bênçãos de Deus, encaminhando a dádiva para a tesouraria, a cada bênção recebida. A dádiva não é feita para pressionar a Deus para conceder a bênção, mas é a resposta generosa e espontânea pela bênção recebida. Isto é dar sem mancha de egoísmo.

Quanto maior o número de projetos, maior o estímulo para desenvolver o egoísmo. Se o apelo correto for colocado perante o homem: responder com amor às manifestações do amor de Deus, “grandes rendas fluiriam para a tesouraria”.

A Igreja forma um todo harmônico e perfeito. Existe perfeita unidade na diversidade. Cada ramo contribui com sua parte para o êxito do todo. Para manter a harmonia da unidade, o membro precisa aprender a dedicar recursos para o todo e não para uma ou outra parte.

“À medida que a obra de Deus se amplia, pedidos de auxílio aparecerão mais e mais frequentemente. Para que esses pedidos possam ser atendidos, devem os cristãos acatar a ordem: ‘Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na Minha casa’ (Ml 3:10). Se os professos cristãos levassem fielmente a Deus os seus dízimos e ofertas, o divino tesouro estaria repleto” (Atos dos Apóstolos, p. 338).

Deus tem uma igreja e ela é um corpo, uma perfeita unidade. O membro deve dar recursos para a Igreja. Primeiro, para desenvolver a sua própria experiência espiritual. Segundo, para desenvolver e ampliar o reino da graça no mundo. O membro dedica recursos, trazendo-os para “a casa do Tesouro”, e a liderança administra os recursos para promover o crescimento harmônico do corpo.

PENSE “Pois nenhum necessitado havia entre eles, porquanto os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam os valores correspondentes, e depositavam aos pés dos apóstolos; então se distribuía a qualquer um à medida que alguém tinha necessidade” (At 4:34, 35, Almeida Revista e Atualizada).

DESAFIO “Intrometer-se de alguma maneira com as especificações do Criador sobre quando e como o dia (de sábado) deveria ser observado é o mesmo que negar que Deus sabe o que é melhor para as criaturas de suas mãos” (SDABC, vol 5, p. 588).

Quinta, 22/02/2018

DÍZIMO E SALVAÇÃO PELA FÉ

A salvação é uma dádiva de Deus, oferecida por meio da morte substituta de Jesus, que o pecador aceita pela fé. Por que Deus pede que devolvamos o dízimo e consagramos para Ele ofertas voluntárias? Por que orienta que obedeçamos à lei? Por que insiste que observemos o sábado como dia sagrado? Por que instrui para não usar carnes de animais declarados imundos? Por que adverte contra práticas imorais?

Se somos salvos unicamente pela fé na graça, por que dar atenção a todos estes outros detalhes?

Orientando os filhos de Israel sobre os animais que podiam ou não usar como alimento, Deus deu a razão: “Fareis, pois, distinção entre os animais limpos e imundos […] as quais coisas apartei de vós, para tê-las por imundas” (Lv 20:25, Almeida Revista e Atualizada).

A “Tradução Ecumênica da Bíblia”, assim traduz a razão: “os que Eu distingui, para que os tenhais como impuros”. A “Nova Tradução na Linguagem de Hoje”, apresenta a razão com estas palavras: “Sou Eu quem decidi se um animal, ou ave, ou um animal que se arrasta pelo chão é impuro ou não”.

A razão está nas ordens e nas promessas de Deus. Por meio do profeta Isaías, Deus faz uma declaração de surpreendente desconcerto: “Que perversão é a vossa! Tratar o oleiro como a argila! Com efeito, ousará a obra dizer àquele que a fez: ‘Ele não me fez’, e um vaso a respeito do oleiro que o moldou: ‘Ele nada entende do ofício’” (Is 29:16, A Bíblia de Jerusalém).

O problema está em questionar as ordens de Deus. Por que devolver o dízimo e dar ofertas? Porque obedecer à lei e observar o sábado? Por que não usar todos os tipos de alimentos? Por que manter uma conduta moral correta?

A salvação da escravidão do pecado é uma dádiva da graça de Deus. Viver a experiência da salvação é aceitar e praticar as orientações que Deus determina. A fé, aceita a salvação oferecida pela graça de Deus por meio de Cristo Jesus. A obediência, é viver pela fé, a alegria da salvação obtida pela graça. “Para chamar dentre todas as nações um povo para a obediência que vem pela fé” (Rm 1:5, Nova Versão Internacional).

PENSE “Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2:8, 9, Nova Versão Internacional).

DESAFIO “Assim como o corpo sem espírito está morto, também a fé sem obras está morta” (Tg 2:26, Nova Versão Internacional).

Sexta, 23/02/2018

ESTUDO ADICIONAL

“Deus planejou o sistema de beneficência, a fim de que o homem se pudesse tornar como seu Criador: de índole benevolente e abnegada, e ser finalmente coparticipante de Cristo, da eterna, gloriosa recompensa” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 15).

Com o propósito de desenvolver o espírito de liberalidade nas lideranças, e obviamente nas congregações como corpos espirituais, conduzindo-as a demonstrar interesse e apoio à obra global, a seguinte orientação é profundamente significativa e importante: “Se todos aqueles a quem Deus deu prosperidade com as riquezas terrestres executassem o Seu plano, dando fielmente um décimo de todos os seus lucros, e se não retivessem suas ofertas pelo pecado e suas ofertas de gratidão, o tesouro constantemente se reabasteceria. A simplicidade do plano de beneficência sistemática não lhe atenua os méritos, mas sim exalta a sabedoria de Deus em sua disposição.

“Todas as coisas que trazem o sinete do divino, unem a simplicidade à utilidade. Se fosse universalmente adotada a beneficência sistemática, de acordo com o plano divino, e fosse o sistema do dízimo cumprido tão fielmente pelos abastados como pelos pobres, não haveria necessidade de repetidos e urgentes pedidos de meios, em nossas grandes reuniões religiosas” (Testemunhos para a Igreja. v. 3, p. 408, 409).

O programa divino é simples e funcional para alcançar dois grandes objetivos: Primeiro: Desenvolvimento espiritual dos membros no aprimoramento do caráter em semelhança ao Modelo divino. “Alguns nunca fizeram um sacrifício pela causa de Deus e estão inconscientes para o que Deus deles requer. […] Este sacrifício individual não é exigido por que a causa de Deus está necessitando de recursos. Mas todo coração precisa ser testado, todo caráter desenvolvido. É movido por este princípio que o povo de Deus deve agir. O princípio vivo precisa ser mostrado na vida” (Testemunhos para a Igreja, v. I, p. 222).

Não são as necessidades da obra que devem apelar e mover o homem a dar, mas sim, o desenvolvimento espiritual pessoal.

Segundo: Com os recursos corretamente apresentados a Deus, alcançando seu objetivo no homem, investi-los na promoção do Evangelho para atingir outras vidas.

Quando a seiva do tronco permear cada ramo, o espírito será o mesmo em todos. Então se cumprirá o vaticínio: “Se os cristãos agissem de comum acordo, avançando como um só homem, sob a direção de um único Poder, para a realização de um só escopo, eles abalariam o mundo” (Serviço Cristão, p. 75).

PENSE “Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira; assim nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira, vós os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (Jo 15:4, 5, Almeida Revista e Atualizada).

DESAFIO “A minha honra e a minha glória não darei a outrem” (Is 42:8).