Lição 09 – ESabatina – Apelo pastoral de Paulo – 19 a 26 dse agosto de 2017

Lição 09 APELO PASTORAL DE PAULO

Pr. Albino Marks

“Eu lhes suplico, irmãos, que se tornem como eu, pois eu me tornei como vocês. Em nada vocês me ofenderam” (Gl 4:12, NVI).
Sábado, 19/08/17
INTRODUÇÃO
Depois de apresentada a sua argumentação vigorosa, refutando o ensino judaizante e demonstrando o método divino de lidar com o pecador e o pecado através de todos os tempos desde a sua entrada no mundo, Paulo faz um apelo veemente: “Sede como eu”. Escrevendo aos coríntios, Paulo usa apelo idêntico: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1Co 11:1, Almeida Revista e Atualizada).
Paulo já apresentara a sua experiência e a troca que fizera: “Porque ouvistes qual foi o meu proceder outrora no judaísmo. […]; quanto ao judaísmo, avantajava-me a muitos da minha idade, sendo extremamente zeloso das tradições de meus pais” (Gl 1:13 e 14, Almeida Revista e Atualizada). “Sede como eu”. Se ele, que chegara a participar do Sinédrio, repudiara o ritualismo caduco para aceitar a excelência de Cristo, certamente tinha motivos e certeza quanto à sua decisão. Não pregara em seus profundos sermões constituir-se Cristo o verdadeiro Cordeiro pascal, oferecido uma vez pelos pecados da humanidade? Não expusera ele com inconfundível clareza o significado simbólico de todo o sistema ritual? Não esclarecera convenientemente que o ritualismo desempenhara seu papel ensinando a graça através dos símbolos, mas que agora, era “sombra dos bens vindouros?” (Cl 2:17, Hb 10:1).
Como tornariam a viver à sombra da cruz, quando dela já resplandeciam os raios de uma esperança milenar tornada realidade sobre o Calvário? Oh sim, a glória desfez as sombras; não mais estavam à sombra e sim, à glória da cruz. E apela de modo veemente: “sede como eu”. Abandonemos, pois, as sombras e vivamos à glória da cruz. “Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu para o mundo” (Gl 6:14, Almeida Revista e Atualizada).
PENSE “Irmãos, sigam unidos o meu exemplo e observem os que vivem de acordo com o padrão que lhes apresentamos” (Fp 3:17, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Quero conhecer Cristo, o poder da Sua ressurreição e a participação em Seus sofrimentos, tornando-me como Ele em Sua morte” (Fp 3:10, Nova Versão Internacional).
Domingo, 20/08/17
O CORAÇÃO DE PAULO
É fácil negligenciar a obra deixando de proclamar mensagens importantes, e também fazer as advertências necessárias simplesmente para tornar-se agradável a homens. Paulo, incontestavelmente conhecia a mensagem do profeta Jeremias: “Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente!” (Jr 48:10, Almeida Revista e Atualizada).
Fiel e destemido, era um pastor cônscio da grande responsabilidade pelas ovelhas sob o seu cuidado. O rebanho estava em perigo e ele não hesitou. Enviando a sua mensagem franca e clara, em virtude da impossibilidade de pessoalmente se fazer presente, reprova, não só os falsos mestres e seus ensinos, mas também, com o coração transbordando de cuidado, ternura e zelo, adverte os gálatas por sua inconstância.
“Cristo, o Pastor-chefe, confiou o cuidado de Seu rebanho a Seus ministros, como pastores ajudantes; e ordena-lhes que tenham o mesmo interesse que Ele manifestou, e sintam a responsabilidade sagrada do encargo que lhes cometeu. Mandou-lhes solenemente que sejam fiéis, que alimentem o rebanho, que fortaleçam as fracas, que reanimem as desfalecidas, e as defendam dos lobos devoradores.
“Mas ‘o mercenário, […] de quem não são as ovelhas’, não tem interesse verdadeiro no rebanho. Trabalha meramente por amor ao ganho, e apenas cuida de si. Preocupa-se com seu próprio proveito, em vez do interesse do seu cargo; e, em tempo de risco ou perigo, fugirá, e deixará o rebanho” (Patriarcas e Profetas, p. 191).
Sim, pode suceder de pastores fugirem aos pesados encargos de sua vocação, para se tornarem agradáveis para o rebanho. Paulo jamais admitira em sua longa experiência pastoral o suborno do agrado. Nunca foi relapso em sua obra. Ele era “servo de Cristo”.
Ele mesmo o declara em palavras claras e convincentes: “Jamais deixando de vos anunciar coisa alguma proveitosa e de vo-la ensinar publicamente e também de casa em casa, […] porque jamais deixei de vos anunciar todo o desígnio de Deus” (At 20:20 e 27, Almeida Revista e Atualizada).
PENSE “Meus filhos, novamente estou sofrendo dores de parto por sua causa, até que Cristo seja formado em vocês” (Gl 4:19, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “A igreja de Cristo foi comprada com o Seu sangue, e cada pastor deve compenetrar-se de que as ovelhas sob seu cuidado custaram um sacrifício infinito. Deve considerar a cada uma delas como tendo um valor inapreciável, e ser incansável em seus esforços por conservá-las em estado salutar e próspero. O pastor que estiver embebido do espírito de Cristo imitará Seu exemplo abnegado, trabalhando constantemente pelo bem estar de seu rebanho; e este prosperará sob seu cuidado” (Patriarcas e Profetas, p. 192).
Segunda, 21/08/17
O DESAFIO DA TRANSFORMAÇÃO
“Sede qual eu sou; […] Irmãos, assim vos suplico” (Gl 4:12, Almeida Revista e Atualizada).
A amarga experiência da perseguição à Igreja de Deus marcou profundamente o espírito de Paulo. A lembrança dos maus tratos, infligidos com fria crueldade a inocentes e indefesas criaturas, aguilhoava-o persistentemente. A mudança de posição era tão chocante, que se considerava indigno da alta investidura recebida. Para os inimigos da verdade, porém, esta espantosa transformação era um argumento irrefutável do poder transformador de Cristo, ao qual não podiam resistir e contradizer.
Lembra seu extremado zelo no judaísmo para demonstrar que a sinceridade no erro não tem valor algum. Se praticara as mais cruéis atrocidades, não o fizera por encontrar satisfação em seus instintos, mas no sincero desejo de preservar os princípios milenares da fé de seu povo. Todavia, labutava em erro. Tão logo a visão foi aberta, não titubeou no abandono das velhas práticas defendidas com tanto ardor, para adotar a linha correta com tal devoção e entusiasmo que surpreendeu os próprios apóstolos.
Apresentando sua experiência, desconcertante e inexplicável para o judaísmo, gloriosa e profundamente significativa para a igreja nascente, Paulo lança um desafio aos inconstantes gálatas. Desafio, apelando à razão, ao bom senso. Se ele, mestre em Israel, abandonara os ritos e cerimônias do judaísmo, estribado nos escritos de Moisés e dos profetas que o declaravam o método divino de ensinar a graça e a salvação, mas que perdera seu valor com Cristo morrendo sobre a cruz, esperava despertar os entorpecidos gálatas para a mesma gloriosa realidade. Em verdade a mudança de posição só teve lugar em relação às práticas da vivência espiritual, mas não em relação ao centro vital do plano redentor, bem como às doutrinas e princípios que o esclarecem para o pecador necessitado.
“Sede qual eu sou”. É o apelo comovente para despertar a consciência dos gálatas, que depois de experimentar a verdadeira alegria da salvação por meio de Cristo, estavam aceitando as práticas do ritualismo que anunciaram a vinda do Messias, mas com a Sua presença e morte substituta se tornaram inúteis. Façam como eu: rejeitem as cerimônias e se alegrem na excelência e superioridade de Cristo.
PENSE “E, na minha nação, quanto ao judaísmo, avantajava-me a muitos da minha idade, sendo extremamente zeloso das tradições de meus pais” (Gl 1: 14, Almeida Revista e Atualizada).
DESAFIO “Mas todas essas coisas, que eram para mim um lucro, considerei-as, por amor de Cristo, um prejuízo. Antes considero todas as coisas como um prejuízo ante o valor bem superior do conhecimento de Cristo Jesus, Senhor meu. Por amor dEle renunciei a todas as coisas e reputo-as como lixo, a fim de ganhar a Cristo, e de ser encontrado unido a Ele, não com a minha justiça, que venha da lei, mas com a justiça que se recebe da fé em Cristo, a justiça que vem de Deus e se funda na fé” (Fp 3:7-9, Pontifício Instituto Bíblico de Roma).
Terça, 22/087/17
EU ME TORNEI COMO VOCÊS
Em seu apelo para demover os gálatas do caminho que estavam tomando, Paulo lembra-lhes de que para conduzi-los a Cristo, ele se tonou como se fosse como eles. Para os coríntios ele explica a sua maneira de agir: “Para com os fracos tornei-me fraco, para ganhar os fracos. Tornei-me tudo para com todos, para de alguma forma salvar alguns. Faço tudo isso por causa do evangelho” (1Co 9:22 e 23, Nova Verdão Internacional).
Paulo aprendeu contextualizar a mensagem do evangelho, para alcançar as mais variadas etnias e classes sociais, mas sem comprometer a sua autenticidade e unicidade. “Para os que estão sem lei, tornei-me como sem lei (embora não esteja livre da lei de Deus, e sim sob a lei de Cristo”) (1Co 9:21, Nova Versão Internacional).
O evangelho do plano da salvação provido por Deus é eteno e único. O que é eterno não sofre alteração em tempo algum. É o mesmo para todos os habitantes da Terra através de todos os tempos. O evangelho é um só.
Quando Adão caiu em pecado, Deus revelou o “evangelho eterno” (Ap 14:6), de justiça substituta, amor e graça para salvar, no primeiro cordeiro morto, o evangelho em figuras.
Para os Gálatas, Paulo fala do evangelho em figuras que para eles pregou: “Quem vos fascinou, a vós ante cujos olhos foi desenhada a imagem de Jesus Cristo crucificado” (Gl 3:1, Bíblia de Jerusalém). Todo o ritualismo era uma figura, uma tela, um grande quadro apresentando Jesus crucificado, a graça de Deus em favor do pecador. Para os gálatas, Paulo já apresentara este magnífico quadro, explicando que Jesus é a sua realidade, o evangelho, nele prefigurado, e pergunta em tom estupefato: o que aconteceu com vocês que já viram o retrato de Jesus desenhado nos símbolos e O aceitaram como o único Salvador? Como e por que querem voltar para rituais sem valor?
Paulo colocava em prática todos os métodos para evangelizar, anunciando a salvação por meio de Cristo Jesus, para alcançar o maior número de pecadores.
A autenticidade, a unicidade e a unidade do evangelho são eternas. Os métodos de apresentá-lo, podem variar.
PENSE “No sábado saímos da cidade e fomos para a beira do rio, onde esperávamos encontrar um lugar de oração. Sentamo-nos e começamos a conversar com as mulheres que haviam se reunido ali” (At 16:13, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Pois, andando pela cidade, observei cuidadosamente seus objetos de culto e encontrei até um altar com esta inscrição: AO DEUS DESCONHECIDO. Ora, o que vocês adoram, apesar de não conhecerem, eu lhes anuncio” (At 17>23, Nova Versão Internacional).
Quarta, 23/08/17
NAQUELE TEMPO E AGORA
“E vós sabeis que vos preguei o evangelho a primeira vez por causa de uma enfermidade física. E, posto que a minha enfermidade na carne vos foi uma tentação, contudo, não me revelastes desprezo nem desgosto; antes, me recebestes como anjo de Deus, como o próprio Cristo Jesus” (Gl 4:13 e 14, Almeida Revista e Atualizada).
Continuando o seu apelo, Paulo fez uma pergunta intrigante: Onde ficou a vossa alegria pela salvação em Cristo? Traz-lhes à lembrança o fato importante de que ele lhes pregou o evangelho por causa de uma enfermidade. Não somos informados qual era o problema real do apóstolo, mas declara de que eles estavam dispostos a arrancar os próprios olhos para oferecê-los ao pregador amado. Como que dizendo: Como tudo isto realmente pôde acontecer?
Por que Deus permite que dificuldades físicas perturbem servos Seus que estão envolvidos em propagar a mensagem da salvação? Existem muitas circunstâncias nas quais Deus atua em favor de Seus filhos e cura-os de suas enfermidades ou livra-os de perigos por razões que são de sua própria e inteira competência. Deus livrou Paulo do veneno mortal de uma víbora e tinha razões para isto. Mas o mesmo Paulo orou três vezes pedindo a Deus para o curar de uma enfermidade, e o Senhor lhe respondeu: “A minha graça te basta, porque o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Co 12:9).
Durante oitenta e sete anos Deus sustentou com seu poder uma mulher enferma, sem nunca curá-la, o que em nada diminuiu a grandeza do seu ministério como mensageira para a igreja remanescente, Ellen G. White.
O importante é que pequenas tribulações não destruam a nossa fé no poder atuante de Deus. Para cada situação Ele tem um propósito para a nossa curta existência. O que importa é que em qualquer circunstância glorifiquemos o nome de Deus, e no tempo oportuno Ele nos recompensará.
PENSE “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que O amam, dos que foram chamados de acordo com o Seu propósito” (Rm 8:28, Nova versão Internacional).
DESAFIO “Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus, e não de nós” (2Co 4:7, Nova Versão Internacional).
Quinta, 24/08/17
FALANDO A VERDADE
Paulo, no seu estilo franco, mas sincero, faz uma pergunta poderosa e intrigante: “Tornei-me, porventura, vosso inimigo, por vos dizer a verdade? (Gl 4:16, Almeida Revista e Atualizada).
Ele expôs-lhes o evangelho segundo o poder de Cristo, apresentando-O como o Substituto, que tomou o seu lugar para sofrer a condenação da lei moral, e oferecer perdão, graça e justificação. Esta bênção é obtida porque Cristo foi crucificado, mas ressuscitou e Se assentou à destra de Deus. “Pois decidi nada saber entre vocês, a não ser Jesus Cristo, e este crucificado” (1Coi 2:2, Nova Versão Internacional).
“Os que vos obsequiam não o fazem sinceramente, mas querem afastar-vos de mim, para que o vosso zelo seja em favor deles (Gl 4:17, Almeida Revista e Atualizada).
Adverte-os contra a hipocrisia daqueles que lhes pregavam a circuncisão e outros ritos já sem valor. Ele pregou-lhes a verdade, demonstrando que Cristo é a verdade. Será que este fato provocou uma reação de inimizade contra ele? Apela para uma experiência espiritual centralizada em Cristo e não na presença pessoal do apóstolo. “É bom ser sempre zeloso pelo bem e não apenas quando estou presente convosco” (Gl 4:18, Almeida Revista e Atualizada).
“Meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós; pudera eu estar presente, agora, convosco e falar-vos em outro tom de voz; porque me vejo perplexo a vosso respeito” (Gl 4:19 e20, Almeida Revista e Atualizada).
Em seu apelo mostra o quanto os ama. Usa a ilustração da mãe ao dar à luz um filho. No entanto, ele está passando por esta experiência pela segunda vez com os gálatas. A primeira, quando os trouxe para Cristo, arrancando-os do paganismo. A segunda, que aparenta ser uma dor mais aguda, lutando para demovê-los da aceitação do ritualismo vazio e inoperante. O intenso amor da mãe pelo filho é o que Paulo tem por eles, agora que estão em perigo na jornada espiritual. Como deseja que Cristo se torne real para eles, que realmente seja internalizado como a esperança da glória!
PENSE “Este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram as trevas, e não a luz, porque as suas obras eram más” (Jo 3:19, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Pois há muitos insubordinados, que não passam de faladores e enganadores, especialmente os do grupo da circuncisão. É necessário que sejam silenciados, pois estão arruinando famílias inteiras, ensinando coisas que não devem, e tudo por ganância” (Tt 1:10 e 11, Nova Versão Internacional).
Sexta, 25/08/17
ESTUDO ADICIONAL
Para dar correta interpretação ao texto paulino, é preciso conhecer o assunto central da Epístola. Dar a devida importância ao centro da argumentação do Apóstolo é de importância fundamental. Não é difícil descobrir o assunto visando o correspondente problema. O tema aparece com clareza nos capítulos 2:3, 4:9-11, 5:1-6, 6:13 e 15, tratar a carta da transição do regime cerimonial, que ensinava a salvação pela graça, por meio de símbolos, apontando para o centro da graça – Cristo, para o regime da realidade da graça, manifesta no sacrifício do centro da graça – Cristo. Mais particularmente, a carta analisa o problema da imposição do rito da circuncisão aos gentios conversos. Este problema, atente-se, era geral nas igrejas apostólicas. Observem as constantes advertências do Apóstolo em seus escritos. (Rm 2:25-29, 1Co 7:18 e 19, Ef 2:11, Cl. 3:11, Fp 3:2 e 3, Tt 1:10 e 11). A Tito, Paulo recomenda: “Especialmente os da circuncisão. É preciso fazê-los calar” (ARA), provando ser uma questão muito debatida, por trazer compreensão errada em relação à graça redentora em Cristo.
Outra questão importante é o objetivo da carta visando combater e sanar um problema específico surgido entre os crentes da Galácia. Esse ponto é básico, fundamental, para a perfeita compreensão da Epístola, sem impedir a aplicação de seus ensinamentos gerais a todas as épocas. Muitas vezes complica-se a compreensão de um texto bíblico por desconsiderar as circunstâncias que lhe deram origem e visando um objetivo definido. Na carta aos Gálatas, esta negligência traz consequências danosas.
A carta para os Gálatas, assim como os outros escritos de Paulo, não têm como primeiro objetivo, os cristãos gentios do século vinte um depois de Cristo. Foram escritos para os cristãos judeus e gentios do primeiro século depois da década de 50, e a carta aos Gálatas especificamente, tem como objetivo principal combater os ensinos dos judaizantes.
Desconsiderando este importante aspecto de interpretação, com facilidade são usados argumentos que não encontram apoio sustentável naquilo que foi escrito a uma distância de dois milênios no passado.
Quando analisados dentro desse contexto, compreende-se que Paulo, em seus escritos, não alimentava qualquer dúvida em relação à vigência da lei moral. Também não possuía problemas em relacionar a graça, a fé, a justiça e a lei moral como um todo harmônico, expressando o caráter, o governo e o plano de salvação de Deus.
PENSE “Mas nem mesmo Tito, que estava comigo, foi obrigado a circuncidar-se, apesar de ser grego” (Gl 2:3, Nova Versão Interacional).
DESAFIO “Cuidado com os ‘cães’, cuidado com esses que praticam o mal, cuidado com a falsa circuncisão” (Fp 3:2, Nova Versão Internacional).