Lição 09 – ESabatina – Ofertas de gratidão – 24/02 a 03/03 d 2018

Lição 09 OFERTAS DE GRATIDÃO

Pr. Albino Marks

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16).

Sábado, 24/02/2018

INTRODUÇÃO

Deus é o grande e generoso Doador. Chama homens a Seu serviço e confia-lhes a comissão de revelar o Seu generoso caráter para outros pecadores através da generosidade de seu caráter, dando. À medida que expandem a sua generosidade, Deus, em Seu amor, derrama bênçãos sobre o homem, esperando sempre que este responda de maneira correta. Como o homem deve dar? As orientações divinas são bem definidas de como o homem deve proceder: “Foi pelo próprio Senhor Jesus Cristo, que deu sua vida pela vida do mundo, que foi ideado o plano do dar sistemático” (Conselhos Sobre Mordomia, 65, 66).

“O próprio Deus deu origem aos planos para o avanço de Sua obra, e tem proporcionado a Seu povo um excesso de meios, a fim de que, quando Ele pedir auxílio, alegremente possam atender. Se forem fiéis em levar para o Seu tesouro os meios que lhes foram emprestados, Sua obra fará rápido progresso. Muitas almas serão ganhas para a verdade, e o dia da vinda de Cristo será apressado” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 45).

“É Deus quem abençoa os homens dando-lhes bens, e faz isto para que eles possam contribuir para o avançamento de Sua causa. Ele envia o sol e a chuva. Faz florescer a vegetação. Dá saúde e habilidade para se adquirirem meios. Todas as nossas bênçãos são recebidas de Sua mão generosa. Em retribuição Ele quer que homens e mulheres demonstrem sua gratidão, devolvendo-Lhe uma parte em dízimos e ofertas. […] Se o dinheiro entrasse para a tesouraria de acordo com este plano divinamente recomendado – a décima parte do que ganhamos e as ofertas liberais – haveria abundância para o avançamento do trabalho do Senhor” (Atos dos Apóstolos, p. 75).

Unido a Cristo, o homem partilha os mesmos ideais e interesses. Participando da videira verdadeira, como ramo, recebe sua seiva de poder para desenvolver-se e frutificar. Os frutos produzidos identificam-no perfeitamente com o tronco. São frutos que unicamente o amor e a generosidade divinos podem produzir.

PENSE “Ao ser exercido, o espírito de liberalidade cristã fortalecer-se-á e não necessitará ser estimulado de maneira doentia. Todos os que possuem esse espírito, o espírito de Cristo, com jovial alacridade farão com que suas dádivas corram para a tesouraria do Senhor” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 30).

DESAFIO “Não devemos, apenas, devolver fielmente a Deus os nossos dízimos, que Ele reclama como Seus, mas também devemos trazer à Sua tesouraria um tributo como oferta de gratidão. Com coração alegre levemos ao nosso Criador as primícias de toda a Sua liberalidade – as nossas mais acariciadas posses, nosso melhor e mais santo serviço” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 18).

Domingo, 25/02/2018

“ONDE ESTÁ O SEU TESOURO”

Qual o conceito fundamental que precisa reger o ato de dizimar e ofertar? Amor a Deus e a Sua causa: “Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração” (Mt 6:21, Nova Versão Internacional).

O conceito fundamental que precisa reger o ato de dizimar e ofertar é com quem e com o que relacionamos este ato e qual o seu objetivo básico. O ato pode ser relacionado com a igreja, com o pastor, com projetos, ou qualquer objetivo fundamentado em motivações humanas. A Bíblia ensina que o ato precisa relacionar-se com Deus e Sua causa. Jesus ensinou: Onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração”. Se o ato de dar ofertas estiver relacionado com objetivos de criação humana, adotaremos critérios de orientação humana e o praticaremos seguindo princípios humanos. Se o relacionarmos com Deus, seguiremos as Suas orientações fundamentadas em Seus princípios. Dependendo da orientação que seguimos, determinará a dedicação de nosso coração, nosso amor.

“Deus deseja que todos os Seus mordomos sejam exatos no seguir os planos divinos. Não têm que alterar os mesmos para praticar alguns atos de caridade, ou dar algum donativo ou oferta quando e como eles, os agentes humanos, acharem oportuno! É um lamentável método da parte dos homens, procurarem melhorar os planos de Deus, substituindo as reivindicações do Senhor pelo conjunto das suas ofertas. Deus requer de todos que ponham sua influência do lado de Seu próprio plano. Ele o tornou conhecido; e todos quantos quiserem cooperar com Ele, têm de levar avante este plano, em vez de ousar melhorá-lo” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 101, 102).

O plano de Deus para dizimar e ofertar tem decretos, leis que de maneira clara determinam como executá-lo: “Desde os tempos dos seus antepassados vocês se desviaram dos Meus decretos e não lhes obedeceram. Voltem para Mim e Eu voltarei para vocês‘, diz o Senhor dos Exércitos. Mas vocês perguntam: ‘Como voltaremos?’ Pode um homem roubar de Deus? Contudo vocês estão Me roubando. E ainda perguntam: ‘Como é que Te roubamos?’ Nos dízimos e nas ofertas” (Ml 3:7, 8, Nova Versão Internacional).

PENSE “Ainda que sua profissão de fé seja tão alta quanto o Céu, se vocês são egoístas e amantes do mundo, não têm parte no reino com os santificados e puros. ‘Onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração’ (Mt 6:21). Se o tesouro de vocês estiver no Céu, o coração também lá estará. E vocês falarão do Céu, da vida eterna, da coroa imortal. Se ajuntarem tesouros na Terra, vocês falarão das coisas terrenas, preocupando-se apenas com lucros e perdas” (Testemunhos para a Igreja, v. 2, p. 59).

DESAFIO “Que cada um dê segundo a decisão do seu coração, [pela cândida consideração do plano prescrito por Deus], sem tristeza nem coação, pois Deus ama aquele que dá com alegria” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 80. O texto citado de 2Co 9:7, segue a “Tradução Ecumênica da Bíblia”).

Segunda, 26/02/2018

MORDOMOS DA GRAÇA DE DEUS

Somente Cristo pode formar as motivações e a conduta corretas de todos os que se unem a Ele. E isto é verdade em relação à toda a conduta espiritual. A graça de Jesus é o dom de Deus para operar a nossa salvação e a justiça de Cristo é a provisão para operar a nossa santificação na maneira de pensar e agir. Declara o Salvador: “Permanecei em Mim, e Eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira; assim nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em Mim. Eu sou a videira, vós os ramos. Quem permanece em Mim, e Eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem Mim nada podeis fazer” (Jo 15:4, 5, Almeida Revista e Atualizada).

“Vós sois os ramos”, afirma o Salvador. “E sem Mim, nada podeis fazer”. Se a seiva dos ramos é a do tronco, eles terão o mesmo espírito.

A graça de Deus que transforma pecadores em santos é uma dádiva de Deus para ser partilhada: “Cada um exerça o dom que recebeu para servir os outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas” (1Pd 4:10, Nova Versão Internacional).

“Se amamos a Jesus, gostaremos de para Ele viver, de apresentar-Lhe nossa oferta de gratidão, de trabalhar para Ele. O próprio labor será fácil. Anelaremos sofrimento, labuta e sacrifício por sua causa. Simpatizaremos com o Seu anseio pela salvação dos homens. Sentiremos pelos homens a mesma terna paixão que Ele sentiu.

“Esta é a religião de Cristo. Qualquer coisa menos que isso é um engano. Nenhuma simples teoria da verdade ou profissão de discipulado salvará alma alguma. Não pertencemos a Cristo, se não somos inteiramente Seus. É por um coração dobre na vida cristã que os homens se tornam de propósitos fracos e desejos mutáveis. O esforço de servir tanto ao eu como a Cristo, faz do homem ouvinte de pedregais, e não resistirá quando lhe sobrevier a provação” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 197).

Permitindo que a graça divina desenvolva sua obra nele e com ele, comunicando a mensagem da graça para outros pecadores, o homem está sendo preparado para viver na presença de um Deus Santo, que ama porque é Santo, e dá porque ama. E Seu intento é tornar o homem semelhante a Ele.

PENSE “Por sua força, habilidade, tempo, talentos, oportunidades e recursos, tem que prestar contas a Deus. É esse um trabalho individual; Deus nos dá, para que nos possamos tornar como Ele: generosos, nobres, caridosos, ao dar uns aos outros” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 22).

DESAFIO “Não importa quão alta seja a profissão, aquele cujo coração não está cheio de amor a Deus e aos seus semelhantes, não é verdadeiro discípulo de Cristo” (Atos dos Apóstolos, p. 318, 319).

Terça, 27/02/2018

NOSSA MELHOR OFERTA

Moisés assim sintetiza as três grandes oportunidades para o povo de Israel expressar a sua honestidade e agradecida liberalidade: “Três vezes no ano, todo varão entre ti aparecerá perante o Senhor, teu Deus, no lugar que escolher, na Festa dos Pães Asmos, e na Festa das Semanas, e na Festa dos Tabernáculos: porém não aparecerá de mãos vazias perante o Senhor; cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a bênção que o Senhor, seu Deus, lhe houver concedido” (Dt 16:16, 17, Almeida Revista e Atualizada). As três grandes festas estavam definidamente relacionadas com o ato de dar; nestes encontros espirituais, como expressão de sua profunda gratidão pelas permanentes provisões de Deus em seu favor, o povo, com espontânea alacridade, trazia seus dízimos e ofertas voluntárias à casa do Senhor (Testemunhos Seletos, v. 2, p. 378)

Em nenhuma oportunidade a expressão: “não aparecerá de mãos vazias” está relacionada com o culto do dia de sábado. Neste dia a maior dádiva era a entrega de si mesmo ao inteiro controle de Deus. “Certamente, guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica” (Êx 31:13, Almeida Revista e Atualizada).

Neste dia, de modo especial, o Senhor anelava e ainda anela hoje, executar a Sua obra redentora e restauradora no íntimo da alma que a Ele se submete, para habilitá-la para o Céu. A oferta dedicada a Deus com sistemática regularidade cada sábado era e continua sendo, a entrega pessoal como “sacrifício vivo, santo e agradável a Deus” (Rm 12:1). Não há nada que o Senhor mais deseja, que a rendição da vontade do homem ao Seu controle. Esta é a única coisa sobre a qual Ele deu direito de propriedade e de decisão para o homem. Por isso Ele pede: “Dá-me filho meu o teu coração” (Pv 23:26). É a única coisa que o homem realmente pode dar ou negar a Deus. Ele jamais usará a compulsão para obter o controle da vontade do homem.

Hoje, não temos estas festas espirituais, mas cada sábado devemos reconsagrar a Deus a nossa vida, e segundo o sistema de nossas rendas materiais, devolver-Lhe o dízimo e dar nossas ofertas voluntarias.

PENSE “Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele Comigo” (Ap 3:20, Nova Versão Internacional).

DESAFIO “Dá-Me, filho Meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos Meus caminhos” (Pv 23:26, Almeida Revista e Atualizada).

Quarta, 28/02/2018

MOTIVOS DO CORAÇÃO

Citando o ensino de Paulo sobre a graça de dar, em II Coríntios 9:7, Ellen G. White o faz com uma interpolação, enfatizando a orientação de que Deus tem um plano por Ele estabelecido: “Que cada um dê segundo a decisão do seu coração, [pela cândida consideração do plano prescrito por Deus], sem tristeza nem coação, pois Deus ama aquele que dá com alegria” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 80, Tradução Ecumênica da Bíblia).

A declaração: “Que cada um dê segundo a decisão do seu coração”, ou: “Conforme determinou em seu coração”, (Nova Versão Internacional), significa que é uma decisão fundamentada no amor centralizado em Deus.

No verso 5, deste mesmo capítulo, Paulo expressa uma ideia profundamente significativa sobre o ato de doar movido pelo amor: “Assim, achei necessário recomendar que os irmãos os visitassem:antes e concluam os preparativos para a contribuição que vocês prometeram. Então ela estará pronta como oferta generosa, e não como algo dado, com avareza” (2Co 9:5, Nova Versão Internacional).

A oferta voluntária pode ser uma expressão de generosidade ou de avareza. Será de generosidade, quando segue o plano estabelecido por Deus, imitando a generosidade do Seu caráter. Será de avareza, quando segue decisões próprias. Neste caso, não é oferta voluntária, é esmola. Não agrada a Deus e Ele a qualifica como ato de infidelidade (Ml 3: 7-9).

Quando damos movidos por generosa espontaneidade, a lei que determina a entrega do dízimo e a doação de ofertas voluntárias, é seguida não como uma obrigação legal, mas como um instrumento orientador de nosso relacionamento de amor para com Deus.

Quando o doador compreende o correto relacionamento entre ele – mordomo, e, Deus – Senhor, encontra no ato de dizimar e ofertar o ponto culminante de sua experiência de intimidade com Deus. A entrega dos dízimos e ofertas torna-se parte da entrega de si mesmo.

“Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração” (Mt 6:21, Nova Versão Internacional).

“Assim ensinou Ele que o valor da oferta é estimado, não pela quantidade, mas pela proporção em que é dada e pelos motivos que animaram o doador” (Atos dos Apóstolos, p. 342).

PENSE “Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6:24, Nova Versão Internacional).

DESAFIO “E não somente fizeram o que esperávamos, mas entregaram-se a si mesmos ao Senhor” (2Co 8:5, Nova Versão Internacional).

Quinta, 01/03/2018

A EXPERIÊNCIA DE DOAR

“Esta questão de dar não foi deixada à mercê dos impulsos. Deus nos tem dado instruções definidas a esse respeito. Ele especificou dízimos e ofertas como a medida de nossa obrigação. E deseja que demos regular e sistematicamente” (Conselhos Sobre a Escola Sabatina, p. 129).

O que significa dar de modo sistemático e regular ou regular e sistematicamente?

Sistemático. Os dicionários definhem sistemático como: que observa um sistema, método, ordenado. Portanto, um plano sistemático está assentado sobre princípios que lhe conferem método e ordem. “Devem os cristãos agir guiados por princípios fixos, seguindo o exemplo de abnegação e de sacrifício próprio do Salvador” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 25).

Em relação a experiência de dar, Deus tem princípios que a ordenam e orientam e Ele espera que o homem os adote e pratique.

Regular. É definido como, dirigir em harmonia com as regras ou leis. Regularidade – é o cumprimento exato das leis e dos deveres. Portanto, a regularidade é a execução das leis do plano sistemático.

Quem determina o sistema e a regularidade do plano de dar, do homem para Deus? O Senhor ideou o plano e Ele determina a regularidade. Cada bênção requer a dádiva, ou seja, a dádiva depende da bênção. “Celebrem então a festa das semanas ao Senhor, o seu Deus, e tragam uma oferta voluntária conforme às bênçãos recebidas do Senhor, o seu Deus. […] Cada um de vocês trará uma dádiva conforme as bênçãos recebidas do Senhor, o seu Deus” (Dt 16:10, 17, Nova Versão internacional).

Para Deus o importante está no para Quem e por quê. A dádiva para uma pessoa expressa amor. E quando a dádiva é a resposta ao Supremo Doador, o senso de dependência e de generosidade destrói o espírito de egoísmo. É impossível desenvolver genuíno amor, dando de modo egoísta. Quando o homem aprende a responder ao amor de Deus, ele compreende que somente pode dar porque está ligado à fonte de todas as bênçãos. “Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira; assim nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira, vós os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (Jo 15:4, 5, Almeida Revista e Atualizada).

PENSE “Vinde com as vossas ofertas em proporção às bênçãos que Deus vos deu. Mostrai a vossa gratidão a Deus, o Doador de todos os vossos benefícios, trazendo uma oferta voluntária. Ninguém que está em condições de dar algo deverá vir de mãos vazias” (Testemunhos para a Igreja, v. 2, p. 576).

DESAFIO “‘Nisso é glorificado Meu Pai’, disse Jesus. ‘Que deis muito fruto’. Deus deseja manifestar por meio de vós a santidade, a beneficência, a compaixão de Seu próprio caráter. […] A vida de Cristo em vós produz os mesmos frutos que nEle. Vivendo em Cristo, aderindo a Ele, por Ele sustentados, e dele tirando a nutrição, dareis frutos segundo a Sua semelhança” (O Desejado de Todas as Nações, p. 652, edição, 1979).

Sexta, 02/03/2018.

ESTUDO ADICIONAL

Na experiência de doar, devolvendo o dízimo e dando ofertas voluntárias, é importante conhecer as orientações de Deus em Sua Palavra e no Espírito de Profecia.

Compreender o plano de Deus. O plano de Deus para dizimar e ofertar tem decretos, leis que determinam como executá-lo: “Deus deseja que todos os Seus mordomos sejam exatos no seguir os planos divinos. […] Ele o tornou conhecido; e todos quantos quiserem cooperar com Ele, têm de levar avante este plano, em vez de ousar melhorá-lo” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 101, 102).

No plano de Deus, a lei do dízimo é 10%. Que leis orientam a oferta voluntária?

Dar, avaliando a bênção de Deus. “Celebrem a festa das semanas ao Senhor, o seu Deus, e tragam uma oferta voluntária conforme as bênçãos recebidas do Senhor, o seu Deus” (Dt 16:10, Nova Versão Internacional). A oferta voluntária deve refletir a avaliação da bênção recebida.

Dar de acordo com a renda. “No primeiro dia da semana, cada um de vocês separe uma quantia, de acordo com a sua renda, reservando-a para que não seja preciso fazer coletas quando eu chegar” (1Co 16:32, Nova Versão Internacional).

Segundo a renda ou prosperidade. A administração da bênção gera rendas, prosperidade. A avaliação da prosperidade se refletirá na proporção da dádiva planejada.

Dar conforme as posses. “Agora, completem a obra, para que a forte disposição de realizá-la seja igualada pelo zelo em conclui-la, de acordo com os bens que vocês possuem” (2Co 8:11, Nova Versão Internacional). A bênção administrada gera a prosperidade, e a prosperidade proporciona as posses. O crescimento da bênção resultando em prosperidade e bens ou posses, traz o apelo para crescer na proporção da oferta.

Dar, por decisão pessoal, individual. “Cada um de vocês trará uma dádiva conforme as bênçãos recebidas do Senhor, o seu Deus” (Dt 16:17, Nova Versão Internacional).

“Cada um”. O trato de Deus com os homens não é de coletivismo, mas de individualismo. A massificação irresponsabiliza o indivíduo e destrói o senso do dever no relacionamento de intimidade com Deus. É uma das mais astutas ciladas de Satanás para desviar o homem dos estatutos de Deus e romper a única sociedade com êxito seguro: Deus com o homem.

Dar, com espírito de adoração. “Deem ao Senhor a glória devida ao seu nome, e entrem nos seus átrios trazendo ofertas” (Sl 96:8, Nova Versão Internacional).

PENSE “Essas ofertas eram variadas, de acordo com a avaliação que os doadores faziam das bênçãos que tinham o privilégio de desfrutar. Assim, o caráter das pessoas se desenvolvia naturalmente. Aqueles que tinham em alto valor às bênçãos concedidas por Deus, traziam ofertas conforme sua apreciação dessas bênçãos. Os que tinham suas faculdades morais entorpecidas e neutralizadas por egoísmo e idolátrico amor aos favores recebidos, em vez de inspirados por ardente amor pelo generoso Benfeitor, traziam ofertas mesquinhas” (Testemunhos para a Igreja, v. 2, p. 573, 574). “No sistema bíblico de dízimos e ofertas, as quantias pagas por várias pessoas certamente variarão muito, visto serem proporcionais às rendas” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 73).

As bênçãos de Deus não se limitam ao monetário; recebemos vida, saúde, família, companheirismo, conhecimento, lazer, etc…

DESAFIO “No sistema bíblico de dízimos e ofertas, as quantias pagas por várias pessoas certamente variarão muito, visto serem proporcionais às rendas” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 73).