Lição 11 -ESabatina – Vivendo pelo Espírito – 09 a 16 de setembro de 2017

Lição 11 VIVENDO PELO ESPÍRITO

Pr. Albino Marks
“Por isso digo: Vivam pelo Espírito, e de modo algum satisfarão os desejos da carne” (Gl 5:16, NVI).
Sábado, 09/09/17
INTRODUÇÃO
“Digo, porém: Andai no Espírito, e jamais satisfareis à concupiscência da carne” (Gl 5:16, Almeida Revista e Atualizada).
Espírito e carne. Paulo deixa de lado o problema central da sua argumentação para atacar os problemas que se geraram em consequência do mesmo. As discussões devem ter-se tornado tão acaloradas que a razão deixou de ser controlada pelo Espírito Santo e passou ao domínio do mal, ou da carne. Paulo demonstra que as duas coisas são antagônicas. Em outras palavras Paulo está introduzindo aqui o mesmo argumento que ele desdobra no capítulo 7 em sua Epístola dirigida aos Romanos: a guerra espiritual que existe entre a lei de Deus e a lei do pecado e da carne. Se os gálatas seguissem a direção da carne eles se autodestruiriam. Portanto, apela para que deem outra vez lugar ao Espírito Santo para que Este possa colocar ordem em sua maneira de pensar e arrazoar. Se dessem ouvidos à voz do Espírito, saberiam qual a direção a tomar em toda a questão. “Pois a lei do Espírito, que dá vida em Jesus Cristo”, liberta “da lei do pecado e da morte” (Rm 8:2, Tradução Ecumênica da Bíblia).
Terminando seu apelo para que os gálatas rendessem a sua vontade à liderança do Espírito, Paulo declara: “Mas, se vocês são guiados pelo Espírito, não estão debaixo da Lei” (Gl 5:18, Nova Versão Internacional).
Temos aqui outro argumento que facilmente pode ser mal compreendido e mal interpretado. Nos versos seguintes Paulo faz uma ampla descrição das obras da carne, que são contrárias ao Espírito Santo, Para os Romanos, Paulo declara que as determinações da lei de Deus são opostas às obras da lei do pecado e da carne (Rm 7:18-23). Ainda acrescenta que estas duas leis estabelecem um estado de guerra na mente do homem, o mesmo que acontece entre o Espírito e a carne (Gl 5:17). Logo, as obras da carne que são contrárias ao Espírito Santo são também contrárias à lei moral. Logo, o Espírito Santo e a lei moral devem estar em harmonia. Entende-se, portanto, que não é à lei moral a que não mais estariam sujeitos.
Como toda a situação de conflito foi criada em torno da circuncisão e da lei cerimonial (Gl 2:11-13, At 15:1, 5), a única alternativa correta é que depois da cruz, guiados pelo Espírito Santo, não mais estavam sujeitos à lei das cerimônias. Estas tipificavam a vinda de Cristo como o único Substituto capaz de solucionar o problema do pecado (Rm 8:3, 4).
PENSE “Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer” (Gl 5:17, Almeida Revista e Atualizada).
DESAFIO “Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” (Rm 8:14, Nova Versão Internacional).
Domingo, 10/09/17
ANDAR NO ESPÍRITO
A vida cristã em harmonia com a vontade de Deus, é definida pela liberdade da escolha. Paulo evidencia isto de maneira muito clara ao colocar perante os crentes duas opções: “Digo, porém: Andai no Espírito, e jamais satisfareis à concupiscência da carne. Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer. Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais sob a lei” (Gl 5:17-18, Almeida Revista e Atualizada).
Somente existem dois caminhos: andar guiado pelo Espírito, ou satisfazer a concupiscência da carne. Jesus usou a metáfora do caminho, muito comum no Antigo Testamento, e especialmente nos Salmos, que, “amplo é o caminho que leva à perdição, […] e apertado o caminho que leva à vida” (Mt 7:13, 14, Nova Versão Internacional).
Quando decidimos escolher submeter a nossa vontade ao controle do Espírito Santo, Ele nos guia, orientando o nosso andar no caminho da vida. Andando no caminho conduzido pelo Espírito, o caminho da concupiscência da carne, da perdição, é decididamente desprezado.
Moisés colocou esta opção perante os filhos de Israel, quando estavam para entrar na terra da promessa: “Sigam somente o Senhor. […] Cumpram os Seus mandamentos e obedeçam-Lhe, sirvam-nO e apeguem-se […] ao caminho que o Senhor, o seu Deus, lhes ordenou que seguissem”, rejeitando a palavra do falso profeta ou sonhador (Dt 13:4, 5, Nova Versão Internacional).
A metáfora para ilustrar a escolha entre estes dois caminhos, aparece com muita frequência nas orientações da Palavra, e certamente, Paulo valeu-se destra figura para fundamentar os seus ensinos.
No Salmo 1, o salmista usa a metáfora com conteúdo muito semelhante ao ensino de Jesus: “Pois o Senhor aprova o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios leva à destruição” (Sl 1:6, Nova Versão Internacional).
O ensino é muito claro que o caminho da vida está fundamentado na obediência da lei e dos ensinos da Palavra, orientado pela graça: “Como são felizes os que andam em caminhos irrepreensíveis, que vivem conforme a lei do Senhor! […] Desvia-me dos caminhos enganosos; por Tua graça, ensina-me a Tua lei” (Sl 119:1, 29, Nova Versão Internacional).
Observe-se que os três verbos usados por Paulo, aparecem nestes dois versos: Andar, viver, guiados pelo Espírito”. O salmista declara: “andam em caminhos, vivem conforme, desvia-me dos caminhos”, ou, guia-me para não ser engando.
PENSE “Mais me regozijo com o caminho dos Teus testemunhos do que com todas as riquezas” (Sl 119:14, Almeida Revista e Atualizada).
DESAFIO “A Tua Palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho” (Sl 119:105, Nova Versão Internacional).
Segunda, 11/09/17
O CONFLITO DO CRISTÃO
Paulo levanta a pergunta: Acaso foi a lei moral, que é uma coisa boa, espiritual e santa que me matou. Absolutamente não. Mas o pecado contra o qual a lei moral adverte que é sobremaneira maligno e mortal, este causou a morte. A lei moral é o instrumento espiritual que determina a conduta no sentido de agradar a Deus, mas Paulo reconhece que a natureza humana é carnal, vendida à escravidão do pecado. Nesta situação, vivendo sob o domínio do pecado e com o conhecimento da lei moral, acusando o seu pecado, Paulo passa a descrever a luta espiritual que se trava em sua mente. No espírito ele quer praticar o bem, mas a carne o seduz a praticar o mal que detesta.
O seu arrazoado, descrevendo de modo dramático esta guerra espiritual culmina com o argumento da única solução: “Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros. Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado” (Rm 7: 22-25, Almeida Revista e Atualizada).
Paulo declara francamente que em sua inteligência ratifica a lei de Deus como a norma para a sua conduta, mas em seus membros descobre outra lei que o faz prisioneiro da lei do pecado. A lei de Deus determina um modo de conduta que é combatido pela lei do pecado que determina outro modo de conduta.
Intelectualmente Paulo se comprazia na lei de Deus e o declara de maneira enfática: “com a mente, sou escravo da lei de Deus”, mas o poder do maligno o dominava de tal modo que a prática contradizia a sua teoria: no espírito anelava viver os princípios da lei moral, mas o maligno o fez prisioneiro do pecado com tal poder, que na carne, o fazia praticar o pecado. Como praticava o pecado, estava separado e em desarmonia com Deus. A lei moral acusava o seu pecado e o declarava condenado à morte. Como escapar desta sentença fatal? Só uma alternativa: a graça de Deus por meio de Cristo Jesus.
PENSE “Sabemos que a Lei é espiritual; eu, contudo, não sou, pois fui vendido como escravo ao pecado” (Rm 7:14, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Ora, se faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim” (Rm 7:20, Nova Versão Internacional).
Terça, 12/09/17
AS OBRAS DA CARNE
“Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissenções, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam” (Gl 5:19-21, Almeida Revista e Atualizada).
Estas declarações merecem uma análise cuidadosa. Depois de argumentar extensamente sobre a justificação por graça, e declarar que ninguém é justificado por obras da lei, Paulo desfila uma longa relação de práticas, que não é definitiva, porque em outras cartas, acrescenta outras práticas e afirma de modo categórico que, “os que tais coisas praticam”, não terão parte no reino de Deus.
Isto significa que é preciso fugir de uma série de práticas, porque elas podem nos conduzir à perdição. Portanto, para obter a salvação, há apenas um caminho: Pela fé na graça em Cristo Jesus. Mas para a perdição existem muitas situações. Estas são chamadas obras da carne. Uma análise um pouco mais profunda leva-nos à conclusão de que as obras da carne não são nada mais nem nada menos do que aquelas condenadas pela lei moral e evidenciadas como pecado quando praticadas.
Quando saiu das mãos do Criador o homem recebeu o direito da escolha. Deus concedeu ao homem o direito da escolha e correu com Adão e Eva o risco da escolha errada. Satanás, quando enganou a Eva e induziu Adão ao pecado, tirou do homem o direito da escolha. O homem tornou-se escravo do pecado, as obras da carne, e o único fim era a morte. Jesus, quando entregou a Sua vida como preço de resgate, devolveu ao homem o direito da escolha. O salário do pecado é a morte; o dom da graça é a vida. Entenda-se que esta dádiva foi feita na eternidade antes da criação do homem. Isto significa que, quando o primeiro sacrifício típico foi feito, junto aos portais do Éden, tipificando o sacrifício de Deus em favor do pecador, o direito da escolha foi devolvido para Adão e Eva e a sua descendência.
Quando o homem caiu em pecado, porque fez a escolha errada, Deus abriu as comportas do rio da graça, e foi ao encontro do homem oferecendo a graça, o perdão e a justificação em superabundância.
PENSE “Mas onde abundou o pecado, transbordou a graça” (Rm 5:20, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Deus tornou pecado por nós aquele que não tinha pecado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus” ( 2Co 5:21, Nova Versão Internacional).
Quarta, 13/09/17
O FRUTO DO ESPÍRITO
Paulo apresenta o fruto do Espírito em contraste com as obras da carne. Estas são produzidas pelo homem como resultado natural em consequência do pecado que domina a natureza humana. Já o fruto do Espírito é produzido pela atuação do Espírito Santo no caráter do ser humano. Quando o Espírito Santo recebe autoridade para controlar a vida, Ele produz o fruto que é constituído por qualidades morais que são atributos do caráter de Deus.
Estes dois resultados são opostos um ao outro. É impossível conviverem no caráter do ser humano. Ou é produzido o fruto natural da carne pelo homem escravo do pecado, ou o fruto implantado pelo Espírito Santo desenvolve-se e sazona.
O amor, produzido pelo Espírito, opõem-se à prostituição, imoralidade e lascívia. A presença do amor implantado pelo Espírito elimina estas depravações morais da carne, dando para o homem um novo e elevado sentido em relação à sua conduta moral.
A alegria da salvação é o antídoto para a idolatria e feitiçaria. A alegria da salvação destrói a inclinação natural para qualquer falso sistema de culto e adoração.
A paz elimina as inimizades. Aconselha o apóstolo Paulo: “Se for possível, no que depender de vós, vivei em paz com todos os homens” (Rm 12:18, Tradução Ecumênica da Bíblia).
A longanimidade é o remédio divino para acabar com as porfias, as disputas, os debates que nunca levam a resultados positivos. A longanimidade desenvolve no caráter do homem o espírito de tolerância e compreensão para com os outros.
A benignidade desfaz as iras e discórdias. O homem que recebe a dádiva da benignidade, em lugar da ira desenvolve a amabilidade; em lugar de discórdia, trabalha para desenvolver a harmonia para com todos.
A bondade destrói o espírito de dissenções e facções. Quando a bondade domina o coração e a mente, não há lugar para partidarismos que geram conflitos e malquerências.
A fidelidade opõe-se à inveja. Como dar lugar para a inveja, se age com lealdade e fidelidade para com todos?
A mansidão elimina o ciúme. A pessoa controlada pela mansidão desenvolve outra característica positiva que expulsa o ciúme: a confiança.
O domínio próprio conduz à abstinência de tudo o que é mau e prejudicial para nosso bem-estar, livrando-nos das bebedices e glutonarias. Concede também o poder da temperança em tudo o que é bom e saudável para que desfrutemos um viver feliz.
PENSE “Mas o fruto do Espírito é: Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei” (Gl 5:22, 23, Almeida Revista e Atualizada).
DESAFIO “Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em Mim e Eu nele, esse dará muito fruto; pois sem Mim vocês não podem fazer coisa alguma” (Jo 15:5, Nova Versão Internacional).
Quinta, 14/09/17
O CAMINHO PARA A VITÓRIA
A Tradução Ecumênica da Bíblia traduz Gálatas 5:25, com estas palavras: “Se vivemos pelo Espírito, andemos também sob o impulso do Espirito”. A aceitação da graça coloca o pecador perdoado e justificado sob o domínio do Espírito Santo. A partir desta submissão, toda a experiência cristã precisa permanecer sob a atuação do Espírito. A entrega e submissão de hoje não é garantia para a mesma experiência amanhã. Andar no Espírito significa uma renovação diária da rendição e aceitação da liderança do Espírito. Como a experiência cristã é uma luta sem tréguas entre a nova e a velha natureza, a vigilância precisa ser permanente.
Paulo mesmo descreve o violento drama desta luta: “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo” (Rm 7:18, Almeida Revista e Atualizada). Por natureza todos somos inclinados a praticar as obras da carne em oposição às obras do fruto do Espírito. Como a salvação não pode ser operada por nós mesmos, necessitamos permanentemente a liderança do Espírito Santo, guiando no caminho a seguir, para efetuar o trabalho que é da Sua inteira competência.
É muito importante o argumento de Paulo: “pois o querer o bem está em mim, porém, não, o efetuá-lo”. Todo ser humano, até mesmo o mais depravado pecador, lá no íntimo sente o desejo de praticar o bem, mas por si mesmo não consegue gerar forças para esta prática. Está correto, pois, isto seria salvação pelas boas obras que praticamos e conferindo-nos o direito de reclamar a justa recompensa. A diária vivência cristã, produzindo e praticando as qualidades do fruto do Espírito é resultado somente obtido quando vivemos liderados pelo Espírito.
Aceitar a Jesus pela fé implica em mudança de vida. Cristo é a oferta de Deus para expiar os pecados do pecador. Assim como Cristo foi crucificado em favor do pecador, morrendo por causa dos seus pecados, o pecador deve entregar a sua vida para simbolicamente ser crucificado com Cristo e morrer para o pecado. As paixões e concupiscências excluem do reino. Se o pecador aceita Cristo, mas continua alimentando práticas pecaminosas da carne, não experimentou a morte com Cristo para o pecado. Quando crucifica as paixões e concupiscências, passa a produzir o fruto do Espírito que é a evidência da nova vida.
PENSE “Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (Gl 5:25, Almeida Revista e Atualizada0).
DESAFIO “Não se surpreenda pelo fato de Eu ter dito: é necessário que vocês nasçam de novo” (Jo 3:7, Nova Versão Internacional).
Sexta, 15/09/17
ESTUDO ADICIONAL
Quando a liderança do Espírito Santo conduz a experiência cristã dos filhos de Deus, Ele faz a vida frutificar com as diferentes virtudes que se desenvolvem no caráter, tornando-o semelhante ao de Cristo.
Amor. Em conformidade com a declaração em Primeiro João 4:8, Deus não é uma Pessoa que tem amor, mas Ele é amor. Assim como Deus é eterno, o Seu amor também é eterno. É este amor que traz a característica de permanência, que Deus quer comunicar a Seus filhos: “porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (Rm 5:5, Almeida Revista e Atualizada).
Alegria. A salvação em Cristo Jesus é um ato sempre presente para o pecador arrependido e perdoado. Não é uma promessa para o amanhã, mas a certeza para hoje, agora. Portanto, a experiência cristã precisa transmitir a alegria deste fato real.
Paz. A proposta divina para restabelecer a harmonia e a paz é a cruz do Calvário: “Ele fez a paz por meio da morte do seu Filho na cruz” (Cl 1:20, Bíblia na Linguagem de Hoje).
Longanimidade. A longanimidade de Deus é a tolerância para com os erros cometidos e o perdão antecipado. “Acontecerá então que antes de me invocarem, eu já lhes terei respondido; enquanto ainda estiverem falando, eu já os terei atendido” (Is 65:24, Bíblia de Jerusslém).
Benignidade. Quando a benignidade está presente no caráter e conduta do filho de Deus, o diabo não encontra oportunidades para criar conflitos entre os semelhantes e entre os membros da família.
Bondade. Aquele que recebe esta graça do Espírito tornar-se-á semelhante a Jesus, transformando-se em caudal de bênção transbordando em atos de bondade para com seus semelhantes.
Fidelidade. Em todas as situações a fidelidade terá um centro polarizador para o qual todos são atraídos, que é Cristo Jesus. É o Espírito Santo que atrai e conduz os homens para este centro, onde todos encontram inspiração para desenvolver fé confiante em seu semelhante.
Mansidão. A mansidão é o poder espiritual que desenvolve um espírito de compreensão e tolerância para com as atitudes de rudeza e agressividade dos outros. É o santo lenitivo que suporta os outros no amor.
Domínio próprio. O autocontrole e a entrega de si mesmo estão relacionados com todos estes aspectos e não é uma decisão fácil de cumprir neste mundo sedutor em que vivemos. Somente pela graça de Jesus e pelo poder do Espírito Santo atuando por nós e em nós.
PENSE “Se vivemos pelo Espírito, andemos também pelo Espírito” (Gl 5:25, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Por isso digo: Vivam pelo Espírito, e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne” (Gl 5:16, Nova Versão Internacional).