Lição 13 – ESabatina – O caráter de Jó – 17 a 24/12 de 2016

Lição 13 O CARÁTER DE JÓ
Pr. Albino Marks
“Você pode ver que tanto a fé como as suas obras estavam atuando juntas, e a fé foi aperfeiçoada pelas obras” (Tg 2:22).
Sábado, 17/12/16
INTRODUÇÃO
A partir do momento em que Satanás enganou Adão, fazendo-o pecar, Deus sempre buscou restaurar com o homem o relacionamento de companheirismo e confiança, perdido em consequência do pecado. Para ensinar a Adão e aos seus descendentes nascidos sob o pecado, que a graça era motivo de vida e esperança de restauração, eles teriam um substituto típico, até receber a manifestação da graça real mediante Cristo Jesus. (Gn 3:15).
Esse processo de obter graça, perdão e justificação mediante o ato legal do substituto, tipificando o verdadeiro Substituto – Cristo – a graça, foi vivenciado pelos patriarcas ante e pós-diluvianos. Todos venceram o pecado pela fé na fonte de graça, o Redentor que havia de vir. Tinham plena certeza na provisão perdoadora e restauradora por meio dAquele a quem esperavam, e firme convicção de um fato ainda não acontecido, a morte substituta, vicária, do Redentor. “A fé é um modo de possuir desde agora o que se espera, um meio de conhecer realidades que não se veem. (…) De acordo com a fé, todos estes morreram sem ter alcançado a realização das promessas, mas tendo-as enxergado e saudado de longe, e reconhecendo-se estrangeiros e viandantes na terra” (Hb. 11:1 e 13, Tradução Ecumênica da Bíblia).
Jó, que conhecia e praticava o ato legal do cordeiro substituto, no holocausto (Jó 1:5), exclamou: “Porque eu sei que o meu Redentor vive, e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus. Vê-lO-ei por mim mesmo, os meus olhos O verão, e não outros; de saudade me desfalece o coração dentro de mim” (Jó 19:25-27, Almeida Revista e Atualizada).
“De saudade me desfalece o coração”. Que convicção de fé! Que anseios! Que certeza na graça Redentora! Todos eles entendiam os dois aspectos básicos da eterna aliança para salvar o pecador: a graça, oferecendo o perdão, a justificação e a reconciliação por meio do substituto, tipificado no ato legal com os patriarcas, e na lei cerimonial, com Israel; a lei moral, determinando a conduta de todos os que aceitam o plano da graça em harmonia com o Autor da graça e da lei. “Obediência à lei de Deus é santificação. Há muitos que têm ideias erradas a respeito dessa obra na vida, mas Jesus orou para que Seus discípulos fossem santificados pela verdade, e acrescentou: ‘A Tua Palavra é a verdade’ (Jo 17:17)” (Meditação Matinal, 2013, p. 291).
PENSE “Pois eu socorria o pobre que clamava por ajuda, e o órfão que não tinha quem o ajudasse” (Jó 29:12, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “A retidão era a minha roupa; a justiça era o meu manto e o meu turbante” (Jó 29:14, Nova Versão Internacional).
Domingo, 18/12/16
O HOMEM DE UZ
Analisando as virtudes do caráter de Jó, observamos que as referências são todas positivas, e o que é mais importante, são mencionadas e endossados por Deus na presença de Satanás: íntegro, justo, temente a Deus, irrepreensível e evitava praticar o mal.
Isto não significa, categoricamente, que Jó era um santo perfeito, apesar de a palavra hebraica, tam, permitir esta compreensão. No entanto, como ele compreendia a maneira correta de relacionar-se com Deus, pela prática habitual do ato legal substituto do cordeiro do holocausto para expiar os pecados, entende-se que vivia em plena harmonia com a vontade de Deus.
Durante o período dos patriarcas, para obter o perdão e ser declarado justo, o pecador recorria ao sacrifício de inocente animal. Na apresentação e sacrifício do cordeiro substituto, o pecador estava expressando o seu arrependimento e fazendo a confissão de seus pecados e consequentemente pedindo o perdão e a justificação. O animal que morria em favor do pecador, tipificava Cristo. O perdão era obtido não pela fé no animal, mas pela fé em Quem ele tipificava. Todo o processo fundamentava-se na graça tipificada, apontando para o verdadeiro e real sacrifício da graça – Jesus. O arrependimento e a confissão sinceros sempre eram aceitos por Deus em demonstrações que transmitiam esta certeza para o suplicante. Cumprido o ritual, sentia-se jubiloso, reconciliado com Deus, o Pai, de quem se separara pela transgressão da lei moral, que regia a conduta pela transmissão oral.
O texto de Jó 1:5, declara que esta prática era costumeira em favor de seus filhos, o que sugere com muita força de que que sua vida espiritual desde cedo foi edificada sobre os princípios do relacionamento correto com Deus. Ele mesmo lembra de sua experiência passada: “Quem me dera reviver as luas de outrora, os dias em que Deus velava por mim? (…) como eu era no meu fecundo outono, quando a amizade de Deus pousava sobre minha tenda, quando o Poderoso ainda estava comigo” (Jó 29:1-4, Tradução Ecumênica da Bíblia).
Certamente a grande virtude de Jó, que o manteve determinadamente inabalável em sua fé em meio a todo o cruel sofrimento físico e os perversos ataques à consciência, foi a inamovível certeza de que somente o Criador é Deus que merece lealdade, respeito e adoração (Jó 31:26-28), porque Ele é também o Redentor (Jó 19:25-27).
PENSE “De onde vem, então, a sabedoria? Onde habita o entendimento? (…) Disse (Deus) então ao homem: ‘No temor do Senhor está a sabedoria, e evitar o mal é ter entendimento’” (Jó 28:20 e 28, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Manterei minha retidão, e nunca a deixarei; enquanto eu viver, a minha consciência não me repreenderá” (Jó 27:6, Nova Versão Internacional).
Segunda, 19/12/16
PÉS LAVADOS EM LEITE
No diálogo de Deus com Satanás, este reconheceu que Deus cumpre as Suas promessas feitas para todos os que Lhe reconhecem a Soberania e com amor Lhe prestam serviço: “Vocês devem obedecer-lhes e cumpri-los, pois assim os outros povos verão a sabedoria e o discernimento de vocês” (Dt 4:6, Nova Versão Internacional), declarando que o abençoava em todas as suas atividades.
A bênção é a resposta natural de Deus para a fidelidade de Seus filhos: “Tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção” (Gn 12:2, Nova Versão Internacional).
Esta promessa feita para Abraão, Deus também a cumpriu em Jó, que certamente viveu depois, mas aprendeu da experiência do relacionamento de Abraão com Deus, para torná-la real em sua vida. Abraão recebeu esta promessa aos setenta e cinco anos. Jó devia estar entre os sessenta a setenta anos quando Deus desafiou a Satanás em relação à sua integridade.
Com esta idade, seu nome já era famoso, não apenas entre seus vizinhos, mas por toda a região das terras de Uz, pois os amigos que o visitaram em sua calamidade eram de cidades relativamente distantes. Também, reconhecidamente, era uma bênção para os semelhantes.
De sua abundante riqueza é feita referência no início do livro (Jó 1:2). Ele também refere ao tempo de sua prosperidade: “Quando eu lavava os pés em leite e da rocha me corriam ribeiros de azeite” (Jó 29:6, Almeida Revista e Atualizada), expressões que comunicam a ideia de que tudo ia bem em suas atividades comerciais.
Em seus relacionamentos era respeitado pelos jovens e reconhecido como influente pelos mais idosos. Em seus argumentos e julgamentos era ouvido com atenção pelo discernimento de seu raciocínio. (Jó 29:8-11). A sua importância era destacada pela presença na administração da cidade e no julgamento de ações jurídicas do conselho administrativo, pois “tomava assento na praça pública” (Jó 29:7).
Contudo, a sua importância como sucedido administrador, influente homem de negócios, sábio conselheiro e justo em seus julgamentos, era coroada por sua conduta generosa para com os menos favorecidos: pobres, órfãos, moribundos, viúvas, cegos, aleijados e necessitados eram objeto de seu amor desinteressado. Tornou-se conhecido como “pai dos necessitados” (Jó 29:12-16).
PENSE “Todos os que me ouviam falavam bem de mim, e quem me via me elogiava” (Jó 29:11, Nova Versão Internacional)
DESAFIO “A retidão era a minha roupa; a justiça era o meu manto e o meu turbante” (Jó 29:14, Nova Versão Internacional).
Terça, 20/12/16
CORAÇÃO E OLHOS
No capítulo 1 e 2, quando Deus desafiou a Satanás em relação ao caráter de Jó, foi Ele quem exaltou as virtudes da sua conduta irrepreensível. Questionado e severamente acusado pelos amigos de ocultar atos pecaminosos, Jó fez a sua defesa de consciência limpa, demonstrando que estava plenamente convicto de orientar todo o seu comportamento em harmonia com a vontade de Deus.
Assim, além das virtudes de Jó que Deus destacou para Satanás, ele mesmo lembrou para os seus amigos que sempre primou e manteve a sua pureza e conduta moral sem mácula: “Fiz acordo com os meus olhos de não olhar com cobiça para as moças” (Jó 31:1, Nova Versão Internacional). Também defendeu seu comportamento puro, não permitindo qualquer insinuação para o pecado do adultério (Jó 31:9).
Jó revelou que a prática de sua religião não se fundamentava apenas em princípios legais, mas no relacionamento de amor, “o meu coração” (Jó 31:9), com Aquele que escolhera como o Senhor de sua vida. Fundamentado nestes princípios de relacionamento, os seus servos e as suas servas sempre foram tratados com justiça (Jó 31:13 e 14). O princípio do amor para com Deus e os semelhantes marcou a sua conduta com os desafortunados, compartilhando com eles as suas bênçãos. (Jó 31:16-21). Em sua atuação no conselho da cidade sempre agia com imparcialidade, retidão e justiça, não importando a posição social dos julgados (Jó 31:21).
Destacou a prática de uma virtude que nunca foi de fácil execução: amar os inimigos, não se alegrar com a sua desgraça e nunca falar qualquer maldade contra eles (Jó 31:29 e 30).
Jó não fez esta sua defesa para exaltação própria, mas como passou em miniatura pela experiência de Jesus, que sozinho pisou no campo de batalha, não tendo ninguém que o apoiasse em Sua terrível luta contra Satanás, encontrou poder em Sua própria fortaleza espiritual para triunfar no grande conflito cósmico entre o bem e mal.
Assim também Jó, quando os poderes das trevas procuraram subjugá-lo, deu o testemunho inquestionável de sua conduta fundamentada no relacionamento indestrutível com o Todo-poderoso e pôde dizer com certeza de convicção: “Mas Ele sabe o meu caminho; se Ele me provasse, sairia eu como ouro” (Jó 23:10, Almeida Revista e Atualizada).
PENSE “Por sua paciente persistência reivindicou seu próprio caráter, e bem assim o dAquele de quem ele era representante” Educação, p. 156).
DESAFIO “Se me conduzi com falsidade, ou se meus pés se apressaram a enganar, Deus me pese em balança justa, e saberá que não tenho culpa” (Jó 31:5 e 6, Nova Versão Internacional).
Quarta, 21/12/16
UMA CASA NA ROCHA
Avaliando o estilo de vida de Jó em seu relacionamento com Deus, entendemos que conhecia o caráter de Deus, e pela fé e pelas obras representava este caráter pelos atos de sua vida.
Em relação à sua vida econômica financeira é declarado que “era o homem mais rico do oriente”. Também somos informados que era poderoso pela influência de sua personalidade (Jó 29:8-10). Porém, nada disto subiu à sua cabeça, julgando-se superior aos seus semelhantes. Pelo contrário, não colocava a sua confiança na riqueza como garantia de sua vida, ou como seu deus salvador. Em seus relacionamentos, todos eram tratados com dignidade e respeito (Jó 31:24-32).
Por tudo o que aconteceu com Jó na primeira parte de sua vida, aprendemos que era um próspero homem em seus negócios, que conhecia as lições de planejamento, organização, atividade e trabalho persistente, mas nem por isso era considerado como pessoa que se independeu de Deus. Era filho do Pai mais rico do Universo, e sempre correspondeu com sua lealdade a este Pai.
Certamente, Deus cumpriu na vida de Jó a sua promessa, feita mais tarde para Israel: “O Senhor determinará que a bênção esteja nos teus celeiros, e em tudo que puseres a tua mão: (…) O Senhor te abrirá o seu bom tesouro, o céu, para dar chuva a tua terra no seu tempo, e para abençoar toda obra das tuas mãos” (Dt 28:8 e 12, Almeida Revista e Atualizada).
Isto tornou-se tão evidente, que Satanás questionou a fidelidade e lealdade de Jó como apenas interesseira, como se este tipo de relacionamento pudesse funcionar com Deus (Jó 21:10).
O fundamento da vida espiritual de Jó estava alicerçado no caráter de Deus, e ele anelava ter caráter semelhante ao Pai: “Dai, e dar-se-vos-á” (Lc 6:38, ARA). Aqui está o maior segredo de prosperidade dos filhos de Deus. São filhos do dono do Universo, e podem desfrutar os abundantes recursos do Pai. O caráter do Pai deve ser retratado no caráter do filho. A generosidade do Pai é ilimitada, e espera por filhos que revelem o mesmo espírito. A generosidade precisa tornar-se o sinal de identidade entre Pai e filhos.
PENSE “Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também” (Lc 6:38, Almeida Revistas e Atualizada).
DESAFIO “Algumas pessoas gastam com generosidade e ficam cada vez mais ricas; outras são econômicas demais e acabam ficando cada vez mais pobres. Quem é generoso progride na vida; quem ajuda será ajudado” (Pv 11:24 e 25, Bíblia na Linguagem de Hoje)
Quinta, 22/12/16
A MULTIFORME SABEDORIA DE DEUS
Avaliemos com mais profundidade a declaração de Elifaz: “Que prazer você daria ao Todo-poderoso se você fosse justo? Que é que Ele ganharia se os seus caminhos fossem irrepreensíveis?” (Jó 22:3, Nova Versão Internacional).
Levantemos algumas questões sobre o sofrimento de Jó e sua relação para com Deus. De quem partiu o desafio para Satanás em relação à integridade de Jó? Que prazer ou que ganhos Deus teria com a conduta justa e irrepreensível de Jó diante do sofrimento imposto por Satanás? Isto faria alguma diferença para Deus? Que interesse Deus teria no desafio? Apenas ver Jó sofrendo todas as perdas materiais, a família, ser vítima de uma doença diabólica e ouvir as mais cruéis acusações de ser um pecador rebelde? Para o Deus que você conhece, faz sentido?
Cito dois textos para avaliar o seu significado: “Desde o princípio a grande controvérsia fora a respeito da lei de Deus. Satanás procurara provar que Deus era injusto, que Sua lei era defeituosa, e que o bem do universo exigia que ela fosse mudada. Atacando a lei, visava ele subverter a autoridade de seu Autor. Mostrar-se-ia no conflito se os estatutos divinos eram deficientes e passíveis de mudança, ou perfeitos e imutáveis” (Patriarcas e Profetas, p. 65).
O centro do conflito entre Lúcifer, Satanás, e Deus é o caráter de Deus e a Sua lei. Não se trata de uma questão simples, mas envolveu o caráter de Deus e o de Satanás.
“Ao princípio do grande conflito, os anjos não entendiam isso. Não será, porém, assim, ao findar o grande conflito. Então, havendo-se completado o plano da redenção, o caráter de Deus é revelado a todos os seres inteligentes. Os preceitos de sua lei são vistos como perfeitos e imutáveis. Então, o pecado terá patenteado sua natureza, Satanás o seu caráter. Então o extermínio do pecado reivindicará o amor de Deus, e estabelecerá a Sua honra perante um universo de seres que se deleitam em fazer a Sua vontade, e em cujo coração está a Sua lei” (Desejado de Todas as Nações, p. 570).
Por sua determinação, Jó reivindicou, perante o Universo, o caráter de Deus, o Seu amor e a Sua justiça, pelo deleite em fazer a Sua vontade na obediência à Sua lei, e condenou o caráter de Satanás e o pecado, justificando o seu extermínio.
É este ato que cada pecador executa quando aceita a Jesus e rejeita a Satanás.
PENSE “Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus” (Mt 5:16, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “A intenção dessa graça era que agora, mediante a igreja, a multiforme sabedoria de Deus se tornasse conhecida dos poderes e autoridades nas regiões celestiais” (Ef 3:10, Nova Versão Internacional).
Sexta, 23/12/16
ESTUDO ADICIONAL
É importante compreender que o plano da salvação, é o plano da Trindade. O fato de atribuir-se determinadas funções às pessoas da Trindade assenta-se nas informações que temos na Palavra. Jesus foi enviado como Mediador (1Tm 2:5), não no sentido de apaziguar duas partes conflitantes, o que não faz sentido considerando que uma parte é divina e a outra humana, mas no sentido de resgatar o escravo que caiu na armadilha mentirosa de Satanás. No entanto, a queda na armadilha, envolveu um ato de desobediência às orientações do amor do Pai. O ato de desobediência está acompanhado de consequências. Para livrar o homem das consequências de seu ato e da escravatura, Jesus veio como oferta de perdão e valor de resgate. Esta oferta de perdão e o valor do resgate é o ato de justificação, quando aceito por quem não tem méritos.
Paulo declara: “Alguns de vocês eram assim. Mas foram lavados do pecado, separados para pertencerem a Deus e aceitos por Ele por meio do Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito do nosso Deus” (1Co 6:11, Bíblia na Linguagem de Hoje). Observa-se no raciocínio que as três Pessoas da Trindade estão envolvidas no processo de restauração do homem caído e escravizado.
Quando o pecador aceita a Cristo como seu Salvador, três coisas importantes acontecem simultaneamente: Perdão incondicional com a consequente justificação por Cristo, e o controle do Espírito Santo sobre a conduta. É impossível uma acontecer independente das outras. A diferença está no fato de o perdão e a justificação serem conferidos em um momento para o pecador contrito e suplicante; o controle do Espírito Santo estende-se pelo período de vida do perdoado e justificado. O perdão e a justificação são um ato no momento da aceitação de Jesus. O controle do Espírito Santo é o processo da santificação através dos anos de cada vida que aceitou a Jesus. Isto é o processo da justiça pela fé. Isto é aceitação e submissão pela fé. O ato, é a aceitação do sangue de Jesus para perdão dos pecados confessados e a consequente justificação; o processo de santificação, é a submissão ao controle do Espírito Santo; é a rejeição do mundo e mundanismo; é a vida de obediência aos princípios de conduta do reino da graça; é a identidade com Cristo, tornando-nos como Ele pela atuação do Espírito Santo.
A rejeição do controle do Espírito Santo sobre a conduta significa a rejeição do perdão e justificação.
PENSE “Assim como Cristo amou a Igreja e deu a Sua vida por ela. Ele fez isso para dedicar a Sua Igreja a Deus, lavando-a com água e purificando-a com a Sua palavra. E fez isso para também poder apresentar a Si mesmo a Sua Igreja em toda a sua beleza, perfeita, sem rugas ou qualquer defeito” (Ef 5:25-27, Bíblia na Linguagem de Hoje).
DESAFIO “A Ele quis Deus dar a conhecer entre os gentios a gloriosa riqueza deste mistério, que é Cristo em vocês a esperança da glória” (Cl 1:27, Nova Versão Internacional).