Lição 13 – ESabatina – Vida cristã – 23/12 a 30/12 de 2017

Lição 13 VIDA CRISTÃ
Pr Albino Marks
“Tu, porém, por que julgas teu irmão? E tu, por que desprezas o teu irmão? Pois todos compareceremos perante o tribunal de Deus” (Rm 14:10).
Sábado, 23/12/17
INTRODUÇÃO.
Encerrando o estudo sobre a carta dirigida aos Romanos, é interessante colocar em destaque alguns pontos: o objetivo da carta visa prevenir, combater e sanar um problema específico surgido entre os crentes da Galácia e que ameaçava a igreja de Roma. É importante ter em mente que Paulo exerceu o seu ministério no período de transição depois da morte do sacrifício substituto de Jesus. Todo o sistema ritual do santuário apontava para este grande momento, quando os tipos cederiam o seu lugar para a realidade de Cristo. Todo o ensino por meio dos tipos e cerimônias sobre a justificação pela fé e a salvação pela graça, passou a centralizar-se na Pessoa da promessa, Jesus.
Esta mudança radical foi o problema crucial para os judaizantes que aceitavam a mensagem de Paulo, e muito pior para aqueles que a rejeitavam. Aqueles, insistiam para manter determinadas cerimônias que foram canceladas e removidas pela morte de Cristo (Cl 2:14). Estes, se opunham tenazmente ao que qualificavam como devastadora heresia.
Este ponto é básico, fundamental, para a perfeita compreensão da Epístola, sem impedir a aplicação de seus ensinamentos gerais a todas as épocas. Muitas vezes complica-se a compreensão de um texto bíblico por desconsiderar as circunstâncias que lhe deram origem e visando um objetivo definido. Nas cartas aos Romanos e aos Gálatas, esta negligência gera complicações de compreensão que podem ser evitadas.
Quando escritas, as cartas foram dirigidas a determinadas igrejas visando problemas específicos como alvo: 1. Esclarecer sobre o que Jesus fez em favor do pecador quando morreu sobre a cruz. 2. Desfazer as dúvidas em relação às cerimônias simbólicas depois da morte de Jesus. 3. Demonstrar que as cerimônias desempenharam o seu papel até a vinda “do Descendente da mulher”, Cristo o Redentor. 4. A justificação pela fé e a salvação pela graça são dádivas da justiça e do amor de Deus, que se tornam reais para o pecador que as aceita pela fé, na morte substituta de Jesus, sem apresentar ou reclamar méritos para recebê-las.
A religião verdadeira não é um sentimentalismo apaixonante, repentino, momentâneo, fundamentado em grandes momentos emocionais. É sim, o desenvolvimento progressivo das faculdades espirituais e intelectuais, alargando e aclarando a visão à medida que avança, pelo estudo, nos grandes planos de Deus. As emoções têm o seu lugar no relacionamento com Deus, mas sempre devem permanecer sob o domínio da razão.
PENSE. “Mas não Se limitou a dar-lhes os preceitos do Decálogo. […] Ordenou-se a Moisés escrever, conforme Deus lhe mandasse, juízos e leis que davam minuciosas instruções quanto ao que era requerido” (Patriarcas e Profetas, p. 364).
DESAFIO. “Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo” (Gl 6:14, Almeida Revista e Atualizada).
Domingo, 24/12/17
FRACO NA FÉ.
“Aquele que come de tudo não deve desprezar o que não come” (Rm 14:3, Nova Versão Internacional).
Essa declaração de Paulo é muito usada para justificar o consumo de carnes biblicamente declaradas imundas. O Concílio de Jerusalém, que deliberou sobre pontos controvertidos que surgiram na Igreja apostólica, não considerou a questão de carnes limpas e imundas. Isto era ponto pacífico entre a liderança e membros.
Pedro, que havia recebido a visão do lençol com todo o tipo de animais e recebeu ordem para comer, não o fez, porque as suas convicções sobre o assunto eram definidas. Perante o Concílio, declarou que Deus que conhece os corações, demonstrou por meio da visão, que esta não abolia o ensino do Velho Testamento sobre carnes puras e impuras, mas que o evangelho da salvação é para todos os povos, e que Ele não faz acepção de pessoas. Se pela fé aceitam a dádiva substituta da morte de Jesus, são justificadas pela fé e salvas pela graça.
O problema que surgiu na Igreja apostólica era sobre o uso ou não das carnes oferecidas aos ídolos antes de serem colocadas à venda nos açougues. O Concílio recomendou que os membros deviam abster-se desse tipo de carnes. No entanto, alguns membros que tinham convicções que o ídolo é coisa morta, não davam importância a este detalhe e usavam as carnes sem problemas.
Paulo encontrou nesta questão um bom argumento para orientar os membros no sentido do respeito mútuo. No entanto, colocou maior responsabilidade sobre aqueles que se julgam fortes em questões espirituais. Estes devem aceitar e respeitar as convicções dos mais fracos. É este um princípio aplicável em todas as questões, mesmo que muitas delas não sejam fundamentais em relação à salvação.
No relacionamento interpessoal, a questão mais importante é o respeito mútuo. O julgamento oferece sérios perigos de juízos equivocados que conduzem para conflitos sem sentido
PENSE. “Nós que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos” (Rm 15:1, Nova Versão Internacional).
DESAFIO. “Quem é você para julgar o servo alheio?” (Rm 14:4, Nova Versão Internacional).
Segunda, 25/12/17
DIANTE DO TRIBUNAL DE DEUS.
A natureza pecaminosa humana é muito inclinada em julgar os atos dos outros. De alguma forma procura-se tirar vantagens do julgamento, no sentido de parecer melhores que os outros. É esquecido o fato de que da maneira como julgamos os outros, eles nos julgam. Logo, o melhor modo de agir é não formar julgamentos. Todos nós temos as nossas lutas e problemas.
Paulo introduz o argumento do profeta Isaías de que no dia determinado todos deverão comparecer perante o tribunal de Deus e dar contas de seus próprios atos perante o Juiz do Universo (Is 45:23).
É importante observar que o julgamento de Deus é individualizado: “Diante de Mim todo joelho se dobrará; […] toda língua jurará” (Nova Versão Internacional). Deus trata com cada ser humano com justiça e imparcialidade tal que não admitem dúvidas ou questionamentos. E ouvi o altar responder: ‘Sim, Senhor Deus Todo-poderoso, verdadeiros e justos são os Teus juízos” (Ap 16:7, Nova Versão Internacional).
O julgamento de Deus tem as características de verdade e justiça absolutas que convenceram o profeta Naum de que a angústia não se levantará segunda vez (Na 1:9).
Agindo sob o poder de Seus atributos de onipotência, onisciência e onipresença, Deus, que conhece as mais íntimas intenções do coração humano, somente Ele pode julgar com imparcialidade.
Em verdade, Deus determinou que todos os homens conheçam o plano da salvação e prevê também todas as escaramuças de Satanás para desviar a mente dos homens de Sua superabundante graça, do Seu incomensurável amor e da Sua infinita justiça. Desviando a sua atenção desse grande objetivo que confere sentido à curta passagem por este mundo, o homem volta-se para o semelhante procurando nas falhas dos outros compensar as suas.
Por esta razão não consegue perceber o grande objetivo de sua existência: o plano da salvação do homem por meio da morte substituta de Jesus e a restauração do planeta Terra ao tempo eterno com o glorioso acontecimento de Sua segunda vinda como Rei dos reis e Senhor dos senhores.
PENSE. “Portanto, deixemos de julgar uns aos outros. Em vez disso, façamos o propósito de não colocar pedra de tropeço ou obstáculo no caminho do irmão” (Rm 14:13, Nova Versão Internacional).
DESAFIO. “Somente no Senhor está a justiça e a força” (Is 45:24, Nova Versão Internacional).
Terça, 26/12/17
NENHUMA OFENSA.
Podemos considerar a experiência cristã em três áreas: Doutrinas, princípios e costumes. As três áreas são importantes e estão ligadas ao nosso desenvolvimento espiritual. Mas cada área tem as suas características.
As doutrinas são fundamentais para manter a unidade do corpo de Cristo, a Igreja. Se interpretarmos as doutrinas de maneira diferente, com toda a certeza logo teremos discordâncias e divisões. “Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo” (Ef 4:5, Nova Versão Internacional). São as doutrinas que estabelecem a unidade da igreja.
Os princípios são importantes, mas não têm o peso das doutrinas. Comer carnes declaradas limpas, seguir o regime alimentar vegetariano, são princípios. Nessa questão cada um deve tratar seu irmão com respeito e com amor. “Não destrua a obra de Deus por causa de comida” (Rm 14:20, Nova Versão Internacional).
Os costumes variam de um povo para outro. A maneira de vestir, o modo do penteado, como despender as horas de lazer, não serão as mesmas em todos os lugares e nas diferentes culturas. O que deve reger os costumes é o conceito da moralidade. Quando os costumes ou a cultura de um povo afrontam as claras orientações de Deus e permitem o liberalismo moral, não devem ser aceitos.
Para Israel, Deus declarou: “Não façais o que se faz na terra do Egito, onde habitastes; não façais o que se faz na terra de Canaã, onde vou fazer-vos entrar; não sigais as suas leis; ponde em prática os meus costumes e cuidai de seguir as minhas leis. Eu sou o Senhor, vosso Deus” (Lv 18:3, 4, Tradução Ecumênica da Bíblia).
Deus apresenta nesta mensagem para os israelitas um conceito que é fundamental na compreensão e prática das doutrinas, dos princípios e dos costumes: “cuidai de seguir as Minhas leis. Eu sou o Senhor, vosso Deus”. Nas questões espirituais, não são os nossos conceitos que determinam a conduta, mas os conceitos que Deus estabeleceu.
Jesus deixou esta questão bem definida em Seus ensinos para os judeus, fundamentando-se nas orientações que já estavam ordenadas: “Este povo Me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim. Em vão Me adoram; seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por homens” (Mt 15:8, 9, Nova Versão Internacional).
Em todas estas questões há também uma responsabilidade pessoal, porque o nosso modo de agir influencia os outros. “Nenhum de nós vive apenas para si” (Rm 14:7, Nova Versão Internacional).
PENSE. “Por isso, esforcemo-nos em promover tudo quanto conduz à paz e à edificação mútua” (Rm 14:19, Nova Versão Internacional).
DESAFIO. “Aquele que assim serve a Cristo é agradável a Deus e aprovado pelos homens” (Rm 14:18, Nova Versão Internacional).
Quarta, 27/12/17
OBSERVÂNCIA DE DIAS.
Para os Gálatas, Paulo escreveu: “Guardais dias, e meses, e tempos, e anos” (Gl 4:10, Almeida Revista e Atualizada).
Os crentes gálatas em sua grande maioria haviam vindo do mundo gentílico. Em suas práticas espirituais estavam apegados aos ritos do paganismo. Quando Paulo lhes anunciou o Evangelho da salvação pela fé em Cristo, foram desafiados a abandonar seus rituais e trocá-los pela excelência do conhecimento e amor ao Salvador, vivo e presente no íntimo de cada crente na pessoa do Espírito Santo. Regozijaram-se na esperança da salvação em Cristo e abandonaram as suas heranças pagãs.
No entanto, dos judeus que se converteram ao cristianismo, os mais nacionalistas passaram a insistir na obrigatoriedade da observância das festas fixas israelitas e outras cerimônias. Estas, no passado tiveram um profundo significado espiritual como ”sombra dos bens vindouros” (Cl 2:17, Hb 10:1), mas agora, nos dias de Paulo, tornaram-se uma prática legalista de salvação por obras, contrário à justiça pela fé em Cristo.
Hoje, os defensores de que o sábado foi abolido como dia sagrado, valem-se da declaração de Paulo de que não há diferença no dia dedicado para adoração.
Lucas uniu-se a Paulo quando este chegou com Silas a Trôade, em sua segunda viagem evangelística no ano 50 ou 51 depois de Cristo. Conviveram, portanto, cerca de 17 anos em íntimo companheirismo como pregadores da mensagem da salvação em Cristo. É inconcebível de que os dois, como líderes da Igreja apostólica, não discutissem a importante questão da mudança do dia sagrado. Considerando que Lucas veio do paganismo grego, deveria tomar conhecimento desta mudança e incluí-la em seus escritos. Mas não foi isto o que aconteceu. Lucas, tanto em seu Evangelho como no relato histórico dos Atos, confirma a perpetuidade do sábado como dia sagrado de adoração e comunhão com o Criador.
Deus mesmo, que estabeleceu o dia de sábado como santo, abençoado e dedicado para o descanso e adoração, declarou: “Não violarei a Minha aliança, nem modificarei o que os Meus lábios proferiram” (Sl 89:34, Almeida Revista e Atualizada).
PENSE. “Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: As festas fixas do Senhor, que proclamareis, serão santas convocações; são estas as minhas festas. Seis dias trabalhareis, mas o sétimo será o sábado do descanso solene, santa convocação; nenhuma obra fareis; é sábado do Senhor em todas as vossas moradas. São estas as festas fixas do Senhor, as santas convocações, que proclamareis no seu tempo determinado” (Lv 23:2-4, Almeida Revista e Atualizada).
DESAFIO. “Estejam unidos em caridade, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus – Cristo” (Cl 2:2, Almeida Revista e Corrigida).
Quinta, 28/12/17
PALAVRAS FINAIS.
É importante observar que Paulo, o bandeirante da justiça pela fé, relaciona a graça de Deus e a justiça pela fé com a obediência. Enfatiza de modo muito definido na introdução e na conclusão de sua carta aos Romanos, que foi comissionado apóstolo, enviado por Deus, aos gentios pagãos para conduzi-los “à obediência da fé” (Rm 1:5 e 16:26, Tradução Ecumênica da Bíblia).
Todos aqueles que pela fé aceitam a oferta da graça de Deus, que oferece salvação para os condenados vencidos pelo pecado, são desafiados a testemunhar por sua conduta de que a graça operou profunda transformação em seu caráter e vida. Para que a fé determine a obediência, é preciso que tenha parâmetros para colocá-los diante do pecador arrependido, contrito e submisso. Os princípios para orientar a conduta são os mesmos que orientavam o homem não caído e vivendo pela graça eterna. A graça não alterou os princípios de conduta para o homem depois da queda, apenas revelou a provisão de resgate, que é a morte substituta de Jesus em lugar do culpado.
No capítulo 2:5-11 aos Romanos, a argumentação é muito definida: se não houver mudança de conduta com a aceitação da graça, é porque em verdade este acontecimento não teve lugar na vida do pecador. A conduta se refletirá pelas obras em harmonia com o bem, a verdade e a justiça, e a rejeição do mal e da injustiça. Naturalmente entende-se que estas obras não constituem apresentação de méritos para obter a salvação, mas é a frutificação natural que somente a graça de Deus pode produzir em vidas que Lhe rendem a vontade.
É com esta tônica, “para a obediência por fé, entre todas as nações” (Rm 16:26, Almeida Revista e Atualizada), que Paulo encerra a sua carta aos Romanos. A graça não anula a responsabilidade da obediência, mas transforma o comportamento legalista da letra, no relacionamento da obediência por amor, como resposta a poderosa manifestação do amor de Deus revelado em Cristo Jesus, libertando da escravidão do pecado para a morte e conduzindo para a obediência para a justiça, que produz vida eterna (Rm 6:16, 17).
PENSE. “Por teu endurecimento, por teu coração impenitente, acumulas contra ti um tesouro de cólera para o dia da cólera, no qual se revelará o justo juízo de Deus, que retribuirá a cada um segundo as suas obras: vida eterna para aqueles que, por sua perseverança em praticar o bem, procuram glória, honra e incorruptibilidade, mas cólera e indignação para aqueles que, por rebeldia, revoltam-se contra a verdade e se submetem à injustiça” (Rm 2:5-8, Tradução Ecumênica da Bíblia).
DESAFIO. “Por ele nós recebemos a graça de ser apóstolo, a fim de conduzir à obediência da fé, para a glória de seu nome, todos os povos pagãos” (Rm 1:5, Tradução Ecumênica da Bíblia).
Sexta, 29/12/17
ESTUDO ADICIONAL.
Paulo em sua segunda carta para o jovem pastor Timóteo informa: “Só Lucas está comigo” (2Tm 4:11, Tradução Ecumênica da Bíblia).
Eruditos compreendem que o Evangelho de Lucas foi escrito entre os anos 60 a 80 depois de Cristo. Isto significa que o médico Lucas teve um mínimo de dez anos, depois da sua conversão, cerca de 50 ou 51 a. D., para assimilar o ensino de Jesus sobre a importante mudança do dia santo para adoração, do sétimo dia da semana, o sábado, para o primeiro dia, o domingo, como memorial da ressurreição e apagando por este ato o memorial da criação. Pela maneira de Lucas descrever os acontecimentos daquela dramática sexta-feira do sacrifício de Jesus, pelo menos trinta anos depois do acontecimento, é preciso aceitar sinceramente que Jesus nunca proferiu uma palavra sobre tal ensino. Escreveu Lucas, converso vindo do mundo pagão: “voltando elas, prepararam especiarias e unguentos; e no sábado repousaram conforme o mandamento” (Lc 23:56, Almeida Revista e Corrigida).
Outro ponto importante em relação à conversão de Lucas e às suas convicções espirituais encontra-se na Igreja apostólica onde encontrou a verdade da graça salvadora em Cristo. Ele mesmo declara de que naquela igreja os encontros espirituais para a observância do dia sagrado eram celebrados no sábado: “Desde muitas gerações, com efeito, Moisés dispõe de pregadores em cada cidade, visto que o leem todos os sábados nas sinagogas”. Para acrescentar em seguida: “Os apóstolos, os anciãos e os irmãos saúdam os irmãos de origem pagã que se acham em Antioquia” (At 15:21, 23, Tradução Ecumênica da Bíblia).
Lucas defende a seriedade do seu Evangelho, declarando que ouviu “testemunhas oculares”, e ter-se “cuidadosamente informado de tudo a partir das origens”, para que seu amigo Teófilo pudesse “verificar a solidez dos ensinamentos recebidos” (Lc 12:1-4, Tradução Ecumênica da Bíblia).
No seu evangelho relata que Jesus respeitava a santidade do sábado como dia de adoração: “Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler” (Lc 4:16, Almeida Revista e Atualizada).
PENSE. “De Pafos, Paulo e seus companheiros navegaram para Perge. […] De Perge prosseguiram até Antioquia da Pisídia. No sábado, entraram na sinagoga e se assentaram” (At 13:13, 14, Nova Versão Internacional).
DESAFIO. “Depois disso Paulo saiu de Atenas e foi para Corinto. […] Todos os sábados ele debatia na sinagoga, e convencia judeus e gregos. […] Assim, Paulo ficou ali durante um ano e meio, ensinando-lhes a palavra de Deus” (At 18:1, 4 e 11, Nova Versão Internacional).