Lição ESabatina 08 – De escravos a herdeiros – 12 a 19 de Agosto de 2017

Lição 08 DE ESCRAVOS A HERDEIROS

Pr. Albino Marks

“Assim, você já não é mais escravo, mas filho; e, por ser filho, Deus também o tornou herdeiro” (Gl 4:7, NVI).
Sábado, 12/08/17
INTRODUÇÃO
Se a justiça própria ou o mérito das obras da lei constituíssem o documento para ser declarado filho de Deus, Paulo, certamente, antes de Martinho Lutero, teria se tornado herdeiro dessa herança. Falando de sua experiência no judaísmo, declara: “Se alguém pensa que tem razões para confiar na carne, eu ainda mais: circuncidado ao oitavo dia de vida, pertencente ao povo de Israel, à tribo de Benjamim, verdadeiro hebreu; quanto à Lei, fariseu; quanto ao zelo, perseguidor da igreja; quanto à justiça que há na Lei, irrepreensível” (Fp 3:4-6, Nova Versão Internacional).
Martinho Lutero viveu experiência idêntica em sua vida monástica, mas da mesma forma que Paulo, não conhecia os privilégios da paz interior e da alegria extravasante proporcionadas pela certeza do perdão pela graça, da justificação pela fé e do verdadeiro companheirismo com Cristo e com Deus.
Quando Paulo se encontrou com Cristo, teve uma mudança radical: “Mas o que para mim era lucro, passei a considerar como perda, por causa de Cristo. Mais do que isso, considero tudo como perda, comparado com a suprema grandeza do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor, por quem perdi todas as coisas. Eu as considero como esterco para poder ganhar Cristo e ser encontrado nEle, não tendo a minha própria justiça que procede da Lei, mas a que vem mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus e se baseia na fé” (Fp 3:7-9, Nova Versão Internacional).
Do mesmo modo, Martinho Lutero renunciou a todas as vantagens das glórias humanas e sofreu o vitupério do desprezo e da perfídia dos opositores.
Foram vidas com estas, que Deus tirou das fileiras do inimigo, para transformá-las em chamas ardentes na proclamação da mensagem do amor salvador, libertando escravos do pecado para torna-los filhos e filhas de Deus e herdeiros com Cristo.
PENSE “Contudo, aos que O receberam, aos que creram em Seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus” (Jo 1:12, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Todos vocês são filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus” (Gl 3:26, Nova Versão Internacional).
Domingo, 13/08/17
NOSSA CONDIÇÃO EM CRISTO
Com a morte Substituta de Cristo, os pecadores não mais estavam subordinados ao aio – preceptor – que por tantos séculos os orientara com os sacrifícios típicos do plano da salvação. Em verdade, quem se valia desse instrumento orientador para ensinar o plano da salvação e os valores espirituais para os pecadores era o Espírito Santo, que se constituía o verdadeiro Tutor e instrutor espiritual. No entanto, com a vinda de Jesus e Sua morte como sacrifício substituto em favor dos pecadores, o Espírito Santo não mais usaria os ritos e símbolos para orientar, mas apresenta o Cristo pessoal como o único Salvador. “Deus, porém, com a sua destra, o exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados. Ora, nós somos testemunhas destes fatos, e bem assim o Espírito Santo, que Deus outorgou aos que lhe obedecem” (At 5:31 e 32, Almeida Revista e Atualizada.
“Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus” (Gl 3:26, Almeida Revista e Atualizada).
A fé sempre foi o firme suporte ao longo do tempo que creditou justiça para o pecador arrependido (Gn 15:6), e transmitia a certeza de ser feito filho de Deus, tornando-se participante da família do Céu.
Com Cristo, a realização da promessa, superior a todos os simbolismos da lei das cerimônias, a nossa fé não mais necessita dos tipos, mas centraliza-se nEle, a revelação da fé.
A sua morte definitivamente estabeleceu o plano da salvação e fez cessar “os mesmos sacrifícios repetidos, que nunca podem remover pecados” (Hb 10:11), e abriu um novo caminho “ao irromper dos lábios de Cristo o grande brado: ‘Está consumado’. […] Tudo é terror e confusão. O sacerdote está para matar a vítima; mas o cutelo cai-lhe da mão paralisada, e o cordeiro escapa. O tipo encontrara o antítipo por ocasião da morte do Filho de Deus. Foi feito o grande sacrifício. Acha-se aberto o caminho para o santíssimo. Um novo, vivo caminho está para todos preparado. Não mais necessita a pecadora, aflita humanidade esperar a chegada do sumo sacerdote. Daí em diante, devia o Salvador oficiar como Sacerdote e Advogado no Céu dos Céus” (Desejado de Todas as Nações, p. 756 e 757).
Agora, quando pela fé aceitamos a Cristo, como nosso único e poderoso Salvador, tornamo-nos irmãos de Jesus e filhos espirituais de Abraão. Como filhos e irmãos, tornamo-nos herdeiros e coerdeiros conforme a promessa.
PENSE “Ele vos deu vida, estando vós mortos em vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais” (Ef 2:1-3, Almeida Revista e Atualizada).
DESAFIO “Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo; se com Ele sofremos, também com Ele seremos glorificados” (Rm 8:17, Almeida Revista e Atualizada).
Segunda, 14/08/17
ESCRAVIZADOS AOS PRINCÍPIOS ELEMENTARES
Depois de demonstrar que o plano da salvação sempre foi o mesmo desde a promessa feita a Adão, após a queda, Paulo argumenta de modo claro e vigoroso de como judeus e gentios se tornam filhos de Deus depois da cruz. Aqueles, renunciando às cerimônias vazias e depositando sua fé na graça feita realidade sobre o Calvário. Estes, libertos da escravidão do paganismo e centralizando a sua fé na mesma graça.
Paulo recorre a mais uma ilustração para descrever a transição do regime ritual para a vinda de Jesus. O regime ritual é qualificado como o período de menoridade espiritual. Naquele tempo, ainda que herdeiros legítimos das promessas de Deus, não podiam desfrutá-las como a eles pertencentes. “Todos estes viveram pela fé, e morreram sem receber o que tinha sido prometido; viram-no de longe e de longe o saudaram, reconhecendo que eram estrangeiros e peregrinos na terra” (Hb 11:13, Nova Versão Internacional).
Todavia, o tutor perderia a sua função, pois, era apenas “sombra” da realidade, que é Cristo. Quando Cristo veio, a realidade do plano da salvação, a “sombra”, cedeu o seu lugar para a superioridade da glória da Realidade.
Gálatas 4:3, é traduzido pela “Nova Versão Internacional do seguinte modo: “Assim, também nós, quando éramos menores, estávamos escravizados aos princípios elementares do mundo”.
Considerando que Paulo estava combatendo os ensinos judaizantes para livrar os crentes vindos do mundo gentio desta influência destruidora, e compreendendo que os identificava como filhos pelos quais ele sofreu as dores de parto (Gl 4:19), e, portanto, se identificava com eles, pois, declara: “assim, também nós”, pode entender-se o argumento: “escravizados aos princípios elementares do mundo” (Gl 4:3), como referindo à escravatura a que estavam sujeitos em suas práticas pagãs. Praticavam rituais pagãos sem nenhum poder para libertar do pecado. Eram crianças espirituais que não sabiam o que estavam fazendo. A sua condição era a de escravos do pecado, mas eles não se davam conta dessa situação de servilidade.
PENSE “Vocês estavam em suas transgressões e pecados, nos quais costumavam viver, quando seguiam a presente ordem deste mundo e o príncipe do poder do ar, o espírito que agora está atuando nos que vivem na desobediência” (Ef.2:1 e 2, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Mas agora, em Cristo Jesus, vocês, que antes estavam longe, foram aproximados mediante o sangue de Cristo” (Ef 2:13, Nova Versão Internacional).
Terça, 15/08/17
DEUS ENVIOU SEI FILHO
Duas declarações das Escrituras, que estão intimamente ligadas e são realmente fundamentais para compreendermos a relação entre a promessa e seu cumprimento, uma é a de Paulo: “Vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou Seu Filho…” (Gl 4:4, Almeida Revista e Atualizada).
A declaração que traz a promessa, e que foi repetida para Abraão, está inseparavelmente ligada à de Paulo: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gn 3:15, Almeida Revista e Atualizada).
Estas duas declarações estabelecem que, entre a promessa do Redentor e a Sua unção como o Messias, para cumprir a Sua missão do plano da salvação, houve um período de tempo rigorosamente pré-determinado no cronograma da Trindade.
Os evangelistas Mateus, Marcos e Lucas relatam que no batismo de Jesus, na Sua unção, para dar cumprimento à promessa, as três pessoas da Trindade manifestaram a Sua presença, e Deus-Pai fez a poderosa proclamação: “Este é o meu filho amado, em quem me agrado” (Mt 3:16 e 17, Nova Versão Internacional).
Poderia haver momento mais empolgante para todo o Universo? No momento aprazado pela profecia e confirmado pela cadeia genealógica humana de Jesus, na plenitude do tempo, Ele foi apresentado como o Deus-homem, a solução para o problema do pecado. Pouco depois do grande acontecimento da unção de Jesus, João Batista fez a proclamação: “Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29, Nova Versão Internacional). Esta declaração determinou que todo o simbolismo típico da lei cerimonial encontrou a Revelação da promessa, e deu por cumprida a sua missão, cedendo o lugar para a superioridade da promessa, “Jesus, que obteve ministério tanto mais excelente, quanto é Ele também Mediador de superior aliança. […] com sacrifícios superiores” (Hb 8:6 e 9:23).
Os profetas, e especialmente Daniel, anunciaram a revelação de Jesus como o Messias prometido, o “Príncipe do Céu”, o Deus eterno; a cadeia genealógica anunciou a Jesus como o “Descendente da mulher”, o “Deus-homem”; os serviços do santuário O anunciavam como o “Cordeiro de Deus” que tira o pecado do mundo.
PENSE “Jesus tornou-se, por isso mesmo, a garantia de uma aliança superior” (Hb 7:22, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Deus tornou pecado por nós aquele que não tinha pecado, para que nos tornássemos justiça de Deus” (2Co 5:21, Nova Versão Internacional).
Quarta, 16/08/17
OS PRIVILÉGIOS DA ADOÇÃO
Paulo declara: “nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei”. Jesus nasceu sob a lei dos ritos e tipos e a ela se submeteu até o grande momento da transição: a cruz. Com a Sua morte, como sacrifício perfeito e completo, pôs fim aos serviços típicos e proclamou o resgate, a liberdade, no sentido de que não mais havia necessidade de praticar os ritos, porque a experiência espiritual de salvação centraliza-se nEle, o “Autor e Consumador da fé”.
Todavia, a libertação operada por Cristo não se limita aos que estavam sob a lei das cerimônias, ainda que Paulo direcione o argumento diretamente a estes. Em várias partes da carta fala diretamente aos crentes vindos do paganismo, para assegurar que a salvação provida por meio de Cristo inclui a todos os homens, judeus e gentios.
Paulo volta-se aos crentes vindos do paganismo para dizer-lhes que lá eram escravos, mas pela fé em Cristo foram adotados e feitos filhos de Deus. Como filhos receberam a bênção da presença do Espírito Santo em suas vidas, para conduzi-los a Deus a quem são apresentados como filhos, e Deus, a eles é apresentado como Pai. Para os crentes vindos do paganismo, onde viviam sob a opressão da escravatura espiritual, receber a adoção de filhos espirituais do Deus Eterno, Criador do Universo, é uma mudança que opera profundas transformações na conduta. Libertos da opressão do falso sistema espiritual, passaram a viver uma relação de amor, em harmonia com a vontade do Pai. A obra do Espírito Santo é atuar na mente do pecador para que este, reconhecendo sua condição de condenado à morte eterna, aceite a provisão feita em seu favor.
“De sorte que já não és escravo, porém filho; e, sendo filho, também herdeiro por Deus” (Gl 4:7, Almeida Revista e Atualizada).
A mensagem da salvação por Cristo trouxe novas de grande alegria. Foram libertos da escravidão sob o pecado, libertos de suas práticas pagãs que não traziam nenhum benefício, quer espiritual, quer material, e conduzidos para a alegria da esperança em Cristo. Foram adotados como filhos de Deus e libertos da ira. Como filhos, tornaram-se herdeiros das promessas feitas aos antepassados espirituais, recuando à primeira promessa feita para Adão logo após a queda. Portanto, Paulo ensina aos crentes vindos do mundo pagão que eles se tornam herdeiros do reino de Deus, porque aceitaram a Cristo como Salvador que é o centro das promessas feitas aos israelitas.
PENSE “Pois vocês não receberam um espírito que os escravize para novamente temerem, mas receberam o Espírito que os adota como filhos, por meio do qual, clamamos: Aba, Pai” (Rm 8:15, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Em amor nos predestinou para sermos adotados como filhos, por meio de Jesus Cristo, conforme o bom propósito da Sua vontade” (Ef 1:5, Nova Versão Internacional).
Quinta, 17/08/17
POR QUE VOLTAR À ESCRAVIDÃO?
“Outrora, porém, não conhecendo a Deus, servíeis a deuses, que por natureza, não o são” (Gl 4:8, Almeida Revista e Atualizada).
É evidente que Paulo não mais está preocupado em refutar os argumentos dos judaizantes, mas em firmar a fé dos gálatas que vieram de práticas onde não conheciam a Deus e o Seu plano para salvar tanto a judeus como a gentios. Quando viviam na ignorância e trevas espirituais, serviam a deuses que não têm nenhuma credencial para vindicar a sua divindade. Ou, adoravam criaturas irracionais, ou ídolos sem vida que nada tem de divino.
A pregação de Paulo trouxe um novo conhecimento que conduziu à vida espiritual rica em bênçãos não desfrutadas no paganismo vazio. O Espírito Santo, com Sua presença no templo da alma comunicou a alegria da salvação, o amor de Deus, a paz interior e todos os outros dons. Acima de tudo tornaram-se “conhecidos de Deus”, ou foram integrados à família de Deus mediante o relacionamento de intimidade baseado na fé e no amor. O amor de Deus despertou-os para uma experiência de alegria, paz e glória espiritual, ao que responderam com amor a Deus, como Pai, a Cristo Jesus como Salvador e ao Espírito Santo como guia espiritual.
No entanto, assim que foram estimulados pelos judaizantes, a praticas externas que apelavam aos sentimentos, tiveram nesses rudimentos o apelo para as formalidades espirituais a que estavam habituados. Com facilidade aceitaram os rituais e festas israelitas.
Paulo procurou trazê-los de volta à realidade chamando as práticas esvaziadas do ritualismo israelita de “fracas e pobres”, e de escravidão espiritual. A verdadeira riqueza espiritual encontra-se em Cristo em quem está a “plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus – Cristo” (Cl 2:2, Almeida Revista e Corrigida).
O sábado semanal nunca recebeu o papel de tipificar algum acontecimento futuro. Quando foi estabelecido por Deus não havia pecado e, portanto, nada para tipificar. O sábado semanal foi estabelecido por Deus como memorial, monumento para lembrar um acontecimento no tempo e no programo divino de Suas obras criadoras. O acontecimento é a criação da vida no planeta Terra. O sábado semanal não é sombra de um acontecimento futuro; é memorial de um acontecimento passado. Os sábados cerimoniais eram típicos de acontecimentos futuros. Eram a sombra da realidade que estava no futuro – Cristo.
PENSE “meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós; pudera eu estar presente, agora, convosco e falar-vos em outro tom de voz; porque me vejo perplexo a vosso respeito” (Gl 4:19 e 20, Almeida Revista e Atualizada).
DESAFIO “Mas agora, conhecendo a Deus, ou melhor, sendo por Ele conhecidos, como é que estão voltando àqueles mesmos princípios elementares, fracos e sem poder? Querem ser escravizados por eles outra vez?” (Gl 4:9, Nova Versão Internacional).
Sexta, 18/08/17
ESTUDO ADICIONAL
“Desde o início faço conhecido o fim”. Deus declara de modo categórico que é conhecedor de todos os acontecimentos que têm lugar em nosso mundo. Os conhece de uma maneira que intriga a nossa limitada visão humana. Declara: conheço tudo desde o seu início até o fim, mesmo que o fim alcance tempos remotos.
Verdadeiramente o conhecimento de Deus a respeito de todas as coisas é maravilhoso demais. Quando Davi entendeu que Deus conhece todos os nossos caminhos e mesmo os nossos pensamentos, ele ficou deslumbrado. “Para onde poderia eu escapar do teu Espírito? Para onde poderia fugir da tua presença?” (Sl 139:7, Nova Versão Internacional).
“Aquele que governa no Céu é O que vê o fim desde o princípio – o Ser, perante o qual os mistérios do passado e do futuro estão igualmente expostos, e que, para além da miséria, trevas e ruína que o pecado acarretou, contempla o cumprimento de Seus propósitos de amor e bênçãos” (Patriarcas e Profetas, p. 25).
O plano da salvação é da inteira competência de Deus. Ninguém tem oportunidade e possibilidade de interferir nos propósitos de Deus. A provisão divina da Sua graça foi feita em favor de todos os pecadores. No entanto, Deus sabe que milhões rejeitam esta provisão e o sabe com antecedência.
“Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito. Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8:28 e 29, Nova Versão Internacional).
O pecado nos separou de Deus. Satanás despojou-nos do nosso direito de escolha que nos foi conferido por Deus. No entanto, em Seu amor por nós como filhos e por Sua graça, Deus, na eternidade, já havia feito a provisão para a predestinação da salvação para todos os pecadores. Em Seu amor predestinou a todos para a adoção de filhos por meio de Jesus Cristo. A morte substituta de Jesus pagou o preço para resgatar-nos do poder do tirano opressor e devolveu o nosso direito de escolha. Pela morte de Cristo todos os pecadores são predestinados para a salvação. No entanto, cada pecador, usando o seu direito de escolha, dirá se aceita esta predestinação. Não é a predestinação que determina a recompensa do destino, mas a escolha de cada um.
PENSE “Senhor, tu me sondas e me conheces. Sabes quando me sento e quando me levanto; de longe percebes os meus pensamentos. Sabes muito bem quando trabalho e quando descanso; todos os meus caminhos são bem conhecidos por ti. Antes mesmo que a palavra me chegue à língua, tu já a conheces inteiramente, Senhor. Tu me cercas, por trás e pela frente, e pões a tua mão sobre mim, Tal conhecimento é maravilhoso demais e está além do meu alcance; é tão elevado que não o posso atingir” (Sl 139:1-6, Nova Versão Internacional)

DESAFIO “Nele fomos também escolhidos, tendo sido predestinados conforme o plano daquele que faz todas as coisas segundo o propósito da sua vontade” (Ef 1:11, Nova Versão Internacional).