Lição – ESabatina – Liberdade em Cristo – 02 a 09 de setembro de 2017

Lição 11 LIBERDADE EM CRISTO

Pr. Albino Marks

“Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade. Mas não usem a liberdade Para dar ocasião à vontade da carne; ao contrário, sirvam uns aos outros mediante o amor” (Gl 5:13).
Sábado, 02/09/17
INTRODUÇÃO
Liberdade, como definir esta condição para o ser humano? Rui Barbosa declarou: “Liberdade, não a quero, senão dentro da lei”. Em verdade é a lei que estabelece princípios de conduta que determinam os verdadeiros limites da liberdade.
Paulo apresenta um princípio muito importante na administração da liberdade: “Contudo, tenham cuidado para que o exercício da liberdade de vocês não se torne pedra de tropeço para os fracos” (1Co 8:9, Nova Versão Internacional).
Paulo também fala da liberdade em sua experiência com Cristo: “Com Cristo eu sou um crucificado, vivo, mas não sou mais eu, é Cristo que vive em mim” (Gl 2:19 e 20, Tradução Ecumênica da Bíblia.
Para os humanistas, este tipo de liberdade significa perder a individualidade, a personalidade. Como alguém pode sentir-se realizado e feliz, sendo controlado por outra pessoa? Realmente parece um paradoxo. Mas quando compreendemos que aceitar a Cristo como o Senhor de nossa vida, é a libertação da escravidão imposta por Satanás e a obtenção da verdadeira liberdade no relacionamento de amor com Cristo, significa não a perda da personalidade, mas sim, a obtenção de uma personalidade equilibrada e feliz.
No capítulo 5 de Gálatas, Paulo analisa o verdadeiro significado da liberdade em Cristo, em contraste com as práticas da vida pecaminosa da qual os gálatas foram libertos. Por natureza, em virtude do pecado de Adão, o homem traz em si o vírus do pecado. O pecado coloca o homem sob o domínio de Satanás, que é um senhor tirano e cruel. Paulo qualifica esta situação como a mais aviltante e pérfida escravidão: “Porque, quando éreis escravos do pecado [,..] que resultados colhestes? Somente as coisas de que, agora vos envergonhais; porque o fim delas é morte” (Rm 6:20 e 21, Almeida Revista e Atualizada).
Por outro lado, advertiu os gálatas, que libertos do pecado e dos rituais inúteis do paganismo, para não abandonar esta preciosa liberdade. Em seus argumentos, conduz os gálatas para a verdadeira liberdade em Cristo, que encontra sua expressão mais clara e abarcante na genuína obediência da lei do amor. Conclama-os, para de modo determinado rejeitar a sedução do ritualismo vazio e destituído de valor dos judaizantes que se constituía um fardo opressor, para buscar a alegria da salvação no cumprimento da lei do amor.
PENSE “Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão” (Gl 5:1 Almeida Revista e Atualizada).
DESAFIO “Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues; e, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça” (Rm 6:17 e 18, Almeida Revista e Atualizada).
Domingo, 03/09/17
CRISTO NOS LIBERTOU
Escrevendo para os efésios, conversos que, como os da Galácia, vieram do mundo pagão, lembra que eram pessoas que estavam “sem Cristo, […] estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo” (Ef 2:12, Almeida Revista e Atualizada). Que esperança pode oferecer o diabo? Que futuro para os seus escravos, senão a morte? Assim viviam os crentes gálatas antes de ouvir a pregação libertadora de promessas e esperanças gloriosas, proclamadas por Paulo.
“Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão” (Gl 5:1, Almeida Revista e Atualizada).
Este argumento de Paulo necessita ser compreendido com clareza para não gerar dúvidas e confusão. De que jugo de escravidão, estes crentes foram libertos? Da observância da lei moral? O argumento cai no vazio. Os pagãos nem sequer tinham conhecimento da lei moral e muito menos orientavam a sua conduta por seus princípios morais. Do cerimonialismo israelita? Não faz sentido, pois eram conversos de entre os gentios e estes não praticavam o ritualismo israelita. Paulo declara aos crentes vindos do mundo gentílico, que pela fé em Cristo, foram libertos do jugo de escravidão do pecado, com as suas práticas pagãs. Não deviam, portanto, submeter-se novamente a outro jugo de escravidão, nesse caso sim, a prática das cerimônias rituais que já haviam encontrado o seu fim na morte substituta de Cristo.
Em Listra, cidade da Galácia, onde Paulo estabeleceu uma Igreja em sua primeira viagem missionária, os adoradores de Júpiter quiseram oferecer sacrifícios a Paulo e Barnabé como se fossem deuses. Este acontecimento estabelece com muita clareza que os crentes gálatas foram salvos do paganismo em suas várias formas.
Em verdade eram escravos do pecado em sua mais abjeta escravidão, se é que existe grau de escravatura sob o pecado. Paulo escrevendo aos romanos que também vieram do mundo pagão, assim descreve a mudança operada: “Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues; e, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça” (Rm 6:17 e 18, Almeida Revista e Atualizada).
PENSE “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8:32, Almeida Revista e Atualizada).
DESAFIO “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim” (Jo 14:6, Almeida Revista e Atualizada).
Segunda, 04/09/17
A NATUREZA DA LIBERDADE CRISTÃ
Liberdade da escravidão do pecado, eis a grande Boa Nova que Jesus veio trazer. Todavia, esta Boa Nova sempre foi ensinada através dos símbolos desde o primeiro cordeiro substituto, morto em favor de Adão e Eva. Na morte do cordeiro centralizava-se tipicamente a libertação da escravidão do pecado, que sobre eles alcançou o domínio. Esta libertação da escravidão do pecado, mediante Cristo, Paulo anunciou aos gálatas e eles a aceitaram e nela se regozijaram. Nesta certeza deviam ficar firmes e não aceitar símbolos e cerimônias que já cumpriram a sua parte no plano da libertação. Em sua experiência espiritual, tendo aceito a Jesus como a graça que justifica e salva, praticar os símbolos, perante esta Realidade, se tornaria um jugo desnecessário e pesado.
O problema que foi gerado pelos judaizantes, é que passaram a ensinar a estes crentes vindos do mundo gentio, uma parte do sistema ritual israelita. Como este sistema já havia desempenhado o seu papel até a vinda do Messias, Paulo pregou aos crentes gentios a salvação pela fé no Salvador Jesus. Paulo é incisivo: “permanecei firmes na liberdade em Cristo e não vos submetais de novo a jugo de escravidão” (Gl 5:1, Almeida Revista e Atualizada). Haviam vindo de práticas vazias e inoperantes para a salvação, como tornariam a envolver-se com cerimônias que perderam seu valor como prática espiritual?
Em outros textos Paulo afirma que o seu ensinamento é fundamentado na Palavra de Deus: “Vós aprendestes de nós como proceder para agradar a Deus, e é assim que procedeis; fazei ainda novos progressos” (1Ts 4:1, Tradução Ecumênica da Bíblia).
Paulo é claro em dizer que a experiência da fé na graça de Deus, coloca perante o crente um procedimento correto que é agradável a Deus. Que este procedimento é ensinado pelo Espírito Santo, conduzindo à obediência do “evangelho de nosso Senhor Jesus”. Paulo é muito claro em declarar de que a fé em Jesus, aceito como Salvador, conduz à obediência de Seus ensinamentos. Portanto, na proclamação da justiça pela fé feita por Paulo, não há lugar para a salvação por obras legalistas, mas também não existe espaço para o liberalismo e a irresponsabilidade. Todos são salvos pela graça e chamados a aceitar um corpo de doutrinas que determina o estilo da conduta cristã.
PENSE “Quando recebestes a palavra de Deus, que vos fazíamos ouvir, a acolhestes, não como palavra humana, mas como é realmente, a palavra de Deus, a qual também está atuando em vós, que credes” (1Ts 2:13, Tradução Ecumênica da Bíblia).
DESAFIO “Assim, pois, aquele que rejeita esses ensinamentos não é a um homem que rejeita, mas ao próprio Deus que vos dá o seu Espírito Santo. […] Para se vingar daqueles que não conhecem a Deus e não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (1Ts 4:8 e 2Ts 1:8, Tradução Ecumênica da Bíblia).
Terça, 05/09/17
AS PERIGOSAS CONSEQUÊNCIAS DO LEGALISMO
“De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei” (Gl 5:2, Almeida Revista e Atualizada).
Como o centro do ensino dos judaizantes era a circuncisão, esse era o rito que pregavam com mais insistência, mas também acrescentando outras práticas rituais (At 15:1 e 5). Paulo declarou para os gálatas conversos do paganismo: se estavam aceitando alguns pontos do sistema ritual, para ser coerentes precisavam guardar toda a lei do ritualismo. Seguramente os conversos judeus aceitaram a Jesus como o verdadeiro sacrifício pelo pecado e abandonaram o sistema de sacrifícios de animais. Insistiam, porém, que os conversos do paganismo deviam submeter-se à observância de outras partes do cerimonialismo, como a circuncisão e as festas típicas. No entanto, praticar estas cerimônias depois da morte substituta de Cristo, tornava-as práticas legalistas.
Para demonstrar a incoerência dos gálatas, Paulo torna-se contundente. Se estavam procurando obter a justificação pela prática de ritos, não compreenderam a mensagem da graça centralizada em Cristo. Com toda a certeza Paulo valeu-se do cerimonialismo para ensinar o seu verdadeiro papel até a vinda de Cristo. Usou todos esses ensinos para esclarecer que eram típicos de Jesus. Agiu desta maneira quando pregou a Cristo aos judeus em Roma: “Então, desde a manhã até a tarde, lhes fez uma exposição em testemunho do reino de Deus, procurando persuadi-los a respeito de Jesus, tanto pela lei de Moisés como pelos profetas” (At 28:23, Almeida Revista e Atualizada.
O encanto dos gálatas pela circuncisão e outras práticas da lei cerimonial como meios para alcançar a justificação e a salvação, tornou-os legalistas e separou-os da graça de Cristo.
No verso 11 (leia em Desafio), Paulo recorre a um argumento lógico em relação à sua conduta: Se ele estivesse pregando a circuncisão como um ato que tinha valor como meio de salvação, certamente não estaria sendo perseguido. No entanto, neste caso, então por que e para que a cruz? Afinal, se a justificação e a salvação são obtidas pela prática das cerimônias típicas, qual a razão da morte de Jesus? Seria realmente Ele o Messias prometido e esperado com ansiedade por tantos séculos? Se não é, então o escândalo da cruz, em verdade deixa de ter significado e fica abolido.
PENSE “Vocês que procuram ser justificados pela Lei, separaram-se de Cristo; caíram da graça. […] Porque em Cristo Jesus nem circuncisão nem incircuncisão têm efeito algum, mas sim a fé que atua pelo amor” (Gl 5:4 e 6, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Quanto a mim, irmãos, se ainda pregasse a circuncisão, por que, então, estaria sendo perseguido? Neste caso, o escândalo da cruz ficaria abolido” (Gl 5:11, Tradução Ecumênica da Bíblia).
Quarta, 06/09/17
LIBERDADE NÃO LIBERTINAGEM
Paulo introduz um argumento assaz importante. Depois de enaltecer a liberdade recebida em Cristo, faz um apelo em tom de advertência: “Não useis da liberdade para dar ocasião à carne”. Esta advertência significa que a liberdade obtida por meio de Cristo tem seus limites. Pode correr-se o risco de dar ocasião à carne e as obras da carne são pecaminosas e excluem do reino de Deus a todo aquele que as pratica. No viver em Cristo desfrutamos a verdadeira liberdade, e ela é concedida por graça, mas em contraposição existe o perigo da carne. A liberdade precisa ser compreendida como uma dádiva de Deus para prevenir o pecador perdoado e justificado de ser envolvido pela escravidão da carne. O que determina até onde vai a liberdade e como prevenir-nos contra a carne?
Para os Romanos, Paulo escreveu: “Pois, na realidade, eu não saberia o que é cobiça, se a Lei não dissesse: ‘Não cobiçaras’. […] De modo que, com a mente, eu próprio sou escravo da Lei de Deus; mas, com a carne, da lei do pecado” (Rm 7:7 e 25, Nova Versão Internacional).
Portanto, é somente nas orientações da lei que encontramos a verdadeira liberdade e as advertências contra os perigos da carne com suas seduções pecaminosas. A função da lei moral é prevenir contra o pecado, para não ser praticado; acusar e evidenciar o pecado quando é praticado.
Uma questão muito importante que é preciso entender é que o pecado sempre é praticado ou cometido contra uma pessoa e nunca contra a lei moral. No entanto, quando o pecado é cometido contra uma pessoa, a lei moral acusa o pecado e condena o pecador. Assim, nos quatro primeiros mandamentos, a lei moral alerta para não praticar pecados contra Deus. Nos últimos seis, alerta para não praticar pecados contra o próximo. No entanto, aqui há um detalhe importante: O pecado praticado contra o próximo, em verdade o é contra Deus, pois todos são Suas criaturas. Todo pecado é um ato que atinge profundamente o relacionamento do homem com Deus, rompendo o ambiente de harmonia e confiança. Declara o Senhor: “Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Is 59:2, Almeida Revista e Atualizada).
PENSE ”Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade: porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor. Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Gl 5:13 e 14, Almeida Revista e Atualizada).
DESAFIO “Mas se vocês se mordem e se devoram uns aos outros, cuidado para não se destruírem mutuamente” (Gl 5:15, Nova Versão Internacional).
Quinta, 07/09/17
CUMPRINDO A LEI
Uma questão importante que precisa ser compreendida e analisada com atenção nos escritos de Paulo, é o uso da palavra grega, “nómos”, traduzida como lei. Praticamente usa a mesma palavra em todos os seus escritos e pode referir ao Pentateuco, a “torah”, à lei moral, cerimonial, sacerdotal, de casamento, civil.
Portanto, para compreender de maneira correta o argumento fundamentado na palavra “nómos”, lei, é preciso dar atenção ao contexto.
Em Gálatas 5:3, Paulo argumenta: “De novo declaro a todo homem que se deixa circuncidar, que está obrigado a cumprir toda a Lei” (Nova Versão Internacional). Com que lei está relacionada a circuncisão? À lei cerimonial. Portanto, Paulo, em tom jocoso, está dizendo para os gálatas que estavam aceitando o ensino judaizante de que para ser salvos, precisavam se circuncidar, para ser coerentes teriam de cumprir todas as determinações da lei cerimonial. No entanto, isto não seria a solução, porque antes já havia declarado de que as práticas da lei cerimonial, depois da morte substituta de Cristo, excluem a fé em Cristo, “Cristo de nada lhes servirá” (Gl 5:2), e transformam as suas práticas em legalismo vazio.
Em Gálatas 5:14, Paulo declara: “toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Almeida Revista e Atualizada). Com que lei está relacionada a síntese: amarás o teu próximo […]? Jesus a relacionou com a lei moral (Mt 22:35-40). No entanto, Jesus enunciou o amor a Deus, como a primeira síntese, envolvendo os primeiros quatro mandamentos da lei moral, para adicionar a síntese do amor ao próximo. É evidente que neste texto fala dos deveres da lei moral.
Contudo, se quisermos ampliar a ideia, podemos entender que Paulo está falando da lei, “nómos”, como a “torah”, envolvendo todos os ensinos do Pentateuco, porque todos os ensinamentos da Palavra de Deus se fundamentam no amor.
Moisés assim descreveu a razão de Deus se revelar para o povo de Israel: “O Senhor, o seu Deus, os escolheu dentre todos os povos da face da terra para ser o seu povo, o seu tesouro pessoal. […] Mas foi porque o Senhor os amou” (Dt 7:6 e 8, Nova Versão Internacional).
Jesus declarou: “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede boca de Deus” (Mt 4:4, Nova Versão Internacional).
PENSE “E disto nos dá testemunho também o Espírito Santo; porquanto, após ter dito: Esta é a aliança que farei com eles, depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei nos seus corações as minhas leis e sobre as suas mentes as inscreverei, acrescenta: Também de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados e das suas iniquidades, para sempre” (Hb 10:15-17, Almeida Revista e Atualizada).
DESAFIO “Respondeu Jesus: O mais importante é este: ‘Ouve, ó Israel, o Senhor, o nosso Deus, o Senhor é o único Senhor. Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento e de todas as suas forças’” (Mc 12:29, 30, Nova Versão Internacional).
Sexta, 08/09/17
ESTUDO ADICIONAL
O argumento de Paulo é enfático: “Foi para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5:1, Nova Versão Internacional).
Do que o pecador é livre e qual a verdadeira liberdade? Jesus declarou para os líderes judeus: “Se permaneceis na minha palavra sois verdadeiramente meus discípulos, conhecereis a verdade e a verdade fará de vós homens livres” (Jo 8:31, 32, Tradução Ecumênica da Bíblia). Jesus apresenta duas condições básicas para obter a verdadeira liberdade: permanecer em Sua palavra e conhecer a verdade. O que Jesus realmente está dizendo? Ele é a Palavra e Ele é a Verdade. Para o benefício do homem pecador, Ele deu a Sua Palavra e a Sua Verdade em forma escrita, compondo a Carta Sagrada de conduta moral para o homem. Portanto, a verdadeira liberdade é encontrada quando permanecemos em Jesus, a Palavra; em Jesus, a Verdade, nEle personificados; e permanecemos na Palavra de Jesus e na Verdade de Jesus, aceitando a Sua orientação através de Sua Carta Sagrada.
Jesus declarou de modo muito claro, de que Ele liberta o pecador do pecado. “Se, portanto, é o Filho que vos liberta, sereis realmente homens livres” (Jo 8:36, Tradução Ecumênica da Bíblia).
Em verdade, estava dizendo que liberta o pecador da escravidão opressora imposta por Satanás, sob o domínio do pecado. Jesus não faz nenhuma declaração de libertar o pecador das responsabilidades da lei moral, ou mais especificamente da observância do sábado. A graça é oferecida para libertar o pecador do jugo do pecado e reconduzi-lo para a verdadeira liberdade da conduta de harmonia com a Palavra e a Verdade, Jesus.
Davi, o salmista, em seus dias já ansiava pela mesma experiência de libertação do pecado, e pediu a Deus para que operasse o livramento por meio da Sua graça, ensinando-o a encontrar a verdadeira alegria no caminho da Sua lei, e viver a certeza da salvação: “Desvia-me dos caminhos enganosos; por Tua graça, ensina-me a Tua lei. […] Anseio pela Tua salvação, Senhor, e a Tua lei é o meu prazer” (Sl 119:29, 174, Nova Versão Internacional.
PENSE “Abre os meus olhos para que eu veja as maravilhas da Tua lei” ( Sl 119:18, Nova Versão Internacional).
DESAFIO “Aguardo a Tua salvação, Senhor, e pratico os Teus mandamentos. Obedeço aos Teus testemunhos; amo-os infinitamente” (Sl 119:166, 167, Nova Versão Internacional).